O dia amanhecera ensolarado. Nos quintais, a criançada se divertia, correndo, rindo esse riso solto de quem sonha venturas.
Tela de RenoirQUANDO ME AMEI DE VERDADE
Kim Mcmillen e Alison Mcmillen
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…
Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…
Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de…
Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é…
Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável…
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama…
Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é…
Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a…
Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é…
Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é…
Saber viver!!!
A compaixão indispensável
Momento Espírita
A busca pelo bem-estar é inerente à natureza humana.
O desejo do homem de livrar-se do sofrimento propiciou notáveis descobertas em todos os setores do conhecimento.
Analgésicos e anestésicos podem ser citados como conquistas humanas na procura de bem-estar.
Ar condicionado, colchões ortopédicos e mesmo a singela água encanada também compõem o espectro de invenções destinadas a tornar a vida confortável.
Na busca de conforto e tranqüilidade, um dia o homem voltará sua atenção para os problemas morais que a sociedade enfrenta.
Então compreenderá que o egoísmo é a causa de todas as desgraças sociais.
Ele é que permite a um homem investir sobre o patrimônio, a honra e a vida de outro, qual uma fera selvagem.
O egoísmo é a matriz de todos os vícios.
Quando ele for combatido, todos os seus desdobramentos, como vaidade, ganância, maledicência e corrupção, perderão a força.
A disseminação das idéias espíritas é um poderoso elemento de combate ao egoísmo.
O Espiritismo deixa claro que todo vício gera dor e que a Lei de Causa e Efeito rege a vida.
Todo mal feito ao semelhante é uma semeadura de dor no próprio caminho.
Quem quer ser feliz deve tratar o próximo com todo o respeito e generosidade com que desejaria ser tratado.
A vinculação da própria felicidade à felicidade que se proporciona torna evidente o quanto é tolo ser egoísta.
Ao buscar seu interesse, em detrimento ao do próximo, o egoísta apenas se candidata a vivenciar grandes dores.
Ao se conscientizar da inexorabilidade da Lei de Causa e Efeito, a Humanidade reverá seus valores e prioridades.
Entretanto, é preciso reconhecer que uma idéia nem sempre é fácil de ser posta em prática.
Provavelmente você já se conscientizou de que a Justiça Divina é infalível.
Mas ainda titubeia em sua caminhada e por vezes comete leviandades em prejuízo do próximo.
Uma boa tática de renovação moral é parar de apenas pensar e começar a sentir.
Raciocinar é necessário, mas amar é imprescindível.
O melhor caminho para o genuíno amor fraterno é a compaixão.
Compaixão é a tristeza que se sente com a infelicidade alheia.
Mas também é o desejo de livrar o próximo do sofrimento.
Para desenvolver esse nobre sentimento, deixe de fugir ao espetáculo das misérias humanas.
Permita-se conviver com os doentes e os viciados do corpo e da alma, conforme fez o Cristo.
Faça-se companheiro e amigo de idosos e enfermos.
Visite asilos, orfanatos, hospitais e presídios.
A título de preservar sua paz, não cultive a indiferença.
Deixe que seu coração se enterneça com a dor alheia.
A compaixão impede que um homem siga satisfeito em meio à tragédia que devasta a vida do outro.
Ela possui um certo encanto melancólico, pois nasce ao lado da dor e da desolação.
Contudo, constitui a mais eficiente forma de cura das ilusões e paixões humanas.
A compaixão desperta as fibras mais íntimas da alma e a prepara para as experiências sublimes do devotamento e da caridade.
Não receie sofrer ao se tornar compassivo.
Ao avançar nesse caminho, você logo se tomará do ideal de aliviar a dor do semelhante e começará a agir.
Então, a tristeza inicial se converterá no júbilo de quem amorosamente socorre e ampara os desprotegidos do Mundo.
A alegria de ser útil e bondoso iluminará sua vida e o acompanhará pela eternidade.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Disponível <http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1645&stat=3&palavras=faça%20da%20oração&tipo=p>
A cada mil lágrimas
Momento Espírita
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte do cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema. Dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério, deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre...
A cada mil lágrimas sai um milagre...
* * *
A letra da belíssima canção de Itamar Assumpção e Alice Ruiz é inspiradora.
Fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência, com coragem e com estilo.
Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.
Coragem de quem aceita mudar.
Estilo de quem sofre e ainda consegue sorrir, chorar, sem perder a linha, sem perder o passo.
A dor chega sem aviso, de cara cruel, como um monstro invencível e desproporcional ao nosso tamanho.
Chega destruindo tudo... E tudo parece o fim.
Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.
É o cinzel que esculpe, que talha, que faz o bloco amorfo de mármore se transformar em estátua, em obra de arte.
A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo, talvez.
Trocar o vestido da alma é renová-la. Mudar o padrão de seus tecidos é não permanecer preso às mesmas ideias, aos mesmos vícios.
É necessário deixar a vida fazer sentido.
Uma vida sem sentido é quase como uma escuridão. Nada se vê, nem a si próprio. Nada se encontra, pois não se sabe onde está e onde se deve chegar.
E o milagre após as lágrimas é tantas coisas!...
O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.
O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.
O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.
O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.
O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás, e a dor é lei de equilíbrio e educação.
A cada mil lágrimas sai um milagre.
* * *
O sofrimento, muitas vezes, não é mais do que a repercussão das violações da ordem eterna cometidas.
Mas, sendo partilha de todos, deve ser considerado como necessidade de ordem geral, como agente de desenvolvimento, condição do progresso.
Todos os seres tem de, por sua vez, passar por ele. Sua ação é benfazeja para quem sabe compreendê-lo.
Mas, somente podem compreendê-lo aqueles que lhe sentiram os poderosos efeitos.
Redação do Momento Espírita, com base na letra da música Milágrimas, de Itamar Assumpção e Alice Ruiz e pensamentos finais extraídos do cap XXVI do livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Disponível <http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2540&let=C&stat=0>
Cena do filme "Quando os anjos falam"20 filmes com temas espirituais - Sem precisar fazer download
1 - O Pássaro Azul - Filme Completo - (Vídeo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/172
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14 - Perturbação Espiritual - (Vídeo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/158
15 - Sobre a Morte e o Morrer - (Vídeo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/156
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17 - A Corrente do Bem - (Filme Completo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/151
18 - Dr. Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito - (Filme Completo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/150
19 - Chico Xavier - 1977 - 50 Anos de Mediunidade - (Vídeo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/149
20 - Divaldo P. Franco - Evangelho e Vida - O Poder da Oração - (Vídeo)http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/148
Dia dos namorados
Momento Espírita
E eis que chega, outra vez. Hoje haverá muitas flores, perfumes, presentes.
Jantares à luz de velas, abraços, expectativas.
O que será que ele me reserva, neste dia? Será que ela me surpreenderá de alguma forma especial?
Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.
E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o coração bata diferente.
O que será, desta vez? Ano passado, a gente nem estava junto e ele lembrou de me dar um presente. E este ano, como será?
O que eu poderia fazer, desta vez, para ser diferente? Já dei flores, já enviei cartão, já comprei perfume. Preciso pensar...
A origem do Dia dos namorados remonta ao século III da nossa era.
Conta-se que, durante o governo do Imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército.
Cláudio acreditava que se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.
Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo.
A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte.
Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor.
Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria, filha do carcereiro.
Com a permissão do pai ela visitou Valentim na prisão. Os dois acabaram se apaixonando.
O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, expressão que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.
Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.
A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados.
Outra versão afirma que o costume de enviar mensagens amorosas, neste dia, não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se acreditava que o dia 14 de fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
De toda forma, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia, para aqueles de nós que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama.
Um dia para aqueles que adoram demonstrar que amam. Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.
Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.
E nesse dia, é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento.
E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abraço, um beijo, flores e ternura.
Porque, afinal é maravilhoso ter alguém para amar.
* * *
No Brasil, a data do Dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio.
É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro. Provavelmente, por suas pregações a respeito da importância da união familiar que, na época, era combatida pelos cátaros.
Redação do Momento Espírita.Em 12.06.2009.
Disponível <http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2243&stat=3&palavras=dia%20dos%20namorados&tipo=t>