sexta-feira, junho 09, 2006

BASTA QUE SAIBAS



BASTA QUE SAIBAS



É tão fácil ser feliz - basta que saibas viver.
Basta que saibas compreender
as atitudes mais incoerentes.
Basta que não te escandalizes com ninguém.
Basta que tudo vejas com naturalidade.
Basta que te contentes com o que tens
e com o que és.
Basta que não te aflijas para ser depressa
mais do que te é possível.
Basta que não ambiciones o que não é teu.
Basta que executes o teu trabalho.
Basta que faças o óbvio e não o extraordinário.
Basta que te mostres disposto a perdoar,
sem ofender a quem seja.
Basta que, na Terra, não permaneças
na expectativa de felicidade absoluta.

Irmão José






Que você possa perceber,
no mundo que nos cerca,
os apelos da beleza e da simplicidade.

Que ao longo da semana
você possa vivenciar
muitos e muitos momentos felizes.

Mensagem recebida dos companheiros da Casa Espírita Eurípedes Barsanulfo /RJ

domingo, junho 04, 2006

TUA FÉ




TUA FÉ


“E ele lhe disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz.”
LUCAS, CAPÍTULO 8, VERSÍCULO 48.


É importante observar que o Divino Mestre, após o benefício dispensado,
sempre se reporta ao prodígio da fé, patrimônio sublime daqueles que O procuram.
Diversas vezes, ouvimo-lo na expressiva afirmação:

— “A tua fé te salvou.”

Doentes do corpo e da alma, depois do alívio ou da cura, escutam a frase generosa.
É que a vontade e a confiança do homem são poderosos fatores no desenvolvimento
e iluminação da vida.

O navegante sem rumo e que em nada confia,
somente poderá atingir algum porto em virtude do jogo das forças sobre as quais se equilibra,
desconhecendo, porém, de maneira absoluta, o que lhe possa ocorrer.

O enfermo, descrente da ação de todos os remédios,
é o primeiro a trabalhar contra a própria segurança.

O homem que se mostra desalentado em todas as coisas,
não deverá aguardar a cooperação útil de coisa alguma.

As almas vazias embalde reclamam o quinhão de felicidade que o mundo lhes deve.

As negações, em que perambulam, transformam-nas, perante a vida,
em zonas de amortecimento, quais isoladores em eletricidade.
Passa corrente vitalizante, mas permanecem insensíveis.

Nos empreendimentos e necessidades de teu caminho,não te isoles nas posições negativas.Jesus pode tudo, teus amigos verdadeiros farão o possível por ti;
contudo, nem o Mestre e nem os companheiros realizarão em sentido integral
a felicidade que ambicionas, sem o concurso de tua fé, porque também
tu és filho do mesmo Deus, com as mesmas possibilidades de elevação.

Emmanuel

Da obra Pão Nosso :: Psicografia de Francisco Cândido Xavier

FÉ E PERSEVERANÇA





FÉ E PERSEVERANÇA



Três rapazes suspiravam por encontrar o Senhor, a fim de fazer-lhe rogativas.
Depois de muitas orações, eis que, certa vez, no campo em que trabalhavam,
apareceu-lhes o carro do Senhor, guiado pelos anjos.

Radiante de luz, o Divino Amigo desceu da carruagem e pôs-se a ouvi-los.

Os três ajoelharam-se em lágrimas de júbilo e o primeiro implorou a Jesus
o favor da riqueza.
O Mestre, bondoso, determinou que um dos anjos lhe entregasse enorme
tesouro em moedas,

O segundo suplicou a beleza perfeita e o Celeste Benfeitor mandou que um
dos servidores lhe desse um milagroso ungüento a fim de que a formosura
lhe brilhasse no rosto.

O terceiro exclamou com fé:— Senhor, eu não sei escolher...
Dá-me o que for justo, segundo a tua vontade.
O Mestre sorriu e recomendou a um dos seus anjos lhe entregasse
uma grande bolsa.
Em seguida, abençoou-os e partiu...
O moço que recebera a bolsa abriu-a, ansioso, mas, oh! desencanto!...
Ela continha simplesmente uma enorme pedra.

Os companheiros riram-se dele, supondo-o ludibriado,
mas o jovem afirmou a sua fé no Senhor,
levou consigo a pedra e começou a desbastá-la, procurando, procurando...
Depois de algum tempo, chegou ao coração do bloco endurecido e encontrou aí
um soberbo diamante.

Com ele adquiriu grande fortuna e com a fortuna construiu uma casa
onde os doentes pudessem encontrar refúgio e alivio, em nome do Senhor.

Vivia feliz, cuidando de seu trabalho, quando, um dia, dois enfermos bateram à porta.
Não teve dificuldade em reconhecê-los.
Eram os dois antigos colegas de oração,
que se haviam enganado com o ouro e com a beleza,
adquirindo apenas doença e cansaço, miséria e desilusão.
Abraçaram-se, chorando de alegria e, nesse instante,
o Divino Mestre apareceu entre eles e falou:

— Bem-aventurados todos aqueles que sabem aproveitar as pedras da vida,
porque a fé e a perseverança no bem são os dois grandes alicerces do Reino de Deus.

Meimei

Do livro "Pai Nosso", 14, Psicografia de Francisco Cândido Xavier

OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO


OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO


“...Considerai como crescem ao lírios do campo...” – Jesus (Mateus, 6:28)

“Olhai os lírios do campo ...” - exortou-nos Jesus.
A lição nos adverte contra as inquietações improdutivas,
sem compelir-nos à ociosidade.

O lírios para se evidenciarem quais se revelam não se afligem e nem ceifam;
no entanto, esforçam-se com paciência, desde a germinação,
na próprio desenvolvimento,
abstendo-se de agitações pela conquista de reservas desnecessárias com receio do futuro,
por acreditarem instintivamente nos suprimentos da vida.

Não fiam nem tecem para mostrarem na formosura que os caracteriza;
todavia, não desdenham fazer o que podem,
a fim de cooperar no enriquecimento do esforço humano.

Não se preocupam em ser gerânios ou cravos e sim aceitem-se na configuração
e na essência de que se viram formados, segundo os princípios da espécie.
Não cogitam de criticar as outras plantas que lhes ocupam a vizinhança,

deixando a cada uma o direito de serem elas mesmas,
nas atividades que lhes dizem respeito à própria destinação.

Admitem calor e frio, vento e chuva,
deles aproveitando aquilo que lhes possam doar de útil,
sem se queixarem dos supostos excessos em que se exprimam.

Não indagam quanto à condição ou à posição daqueles
a quem consigam prestar serviço,
seja acrescentando beleza e perfume à Terra ou ornamentando festas
e colaborando no interesse das criaturas em valor de mercado.

E, sobretudo, desabrocham e servem, no lugar em que foram situados
pela Sabedoria Divina, através das forças da natureza,
ainda mesmo quando tragam as raízes mergulhadas no pântano.

Evidentemente, nós, os espíritos humanos, não somos elementos do reino vegetal,
mas podemos aprender com os lírios, serenidade e aceitação, paz e trabalho, com as responsabilidades e privilégios do discernimento
e da razão que uma simples flor ainda não tem.

Emmanuel

Psicografia de Francisco Cândido Xavier :: Da obra Aulas da Vida