Pachelbel - Canon In D Major

sábado, fevereiro 28, 2015

Para Viver bem - Humberto Pazian





Para Viver bem

Humberto Pazian



Reflita: os sentidos com que a natureza nos brindou são de suma importância para a manutenção harmoniosa da vida.


O paladar quando bem utilizado fornece sucos que auxiliam a digestão do alimento, mas quando se exagera na quantidade...


A visão auxilia-nos a nos relacionarmos com o mundo exterior, mas quando a utilizamos para cobiçar o que não nos pertence...


A audição dá-nos entendimento para nos relacionarmos uns com os outros, mas quando deixamos a maledicência entrar por essa porta...


A natureza nos brinda com as melhores ferramentas, mas aprender a usa-las é função nossa.



PAZIAN, Humberto.  Para viver bem... p. 126. Letras & Textos Editora.

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Para Viver Bem - Humberto Pazian







Para Viver Bem 

Humberto Pazian



O barro modelado por hábeis mãos, transforma-se em rude material pisoteado por todos.


Transforma-se, também, em belos utensílios e objetos de adorno colocados em local de destaque nos lares, para que todos possam observá-los em sua beleza.


Assim é a mente do homem de simples origem.


Pode sair da posição em que se encontra através do seu pensar e com as ferramentas que possui dentro de si.


Pode, com fé, pensamento positivo e determinação alçar posições de destaque no mundo.


Tudo é possível aquele que crê.






PAZIAN, Humberto .Para viver bem... página 122.Letras & Textos Editora .

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Para Viver bem... - Humberto Pazian




O importante é estar satisfeito consigo mesmo



Para Viver Bem 


Humberto Pazian


Procure não se incomodar com o que dizem ou pensam a seu respeito.


Seja autêntico, leal, sincero e continue a superar seus obstáculos.


Todo aquele que se destaca, que sobressai da massa comum, assim como é venerado e aplaudido por muitos, é também objeto de inveja e críticas por parte de outros.


Não se pode contentar a todos, pois nem sempre os objetivos são iguais.


Mire-se nos grandes exemplos de humanidade e siga seu caminho sem dar ouvidos às críticas destrutivas.





PAZIAN, Humberto. Para viver bem. p. 124 ::Letras & Textos Editora.

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Tocar uma flor sem incomodar as estrelas - Alkindar





Tocar uma flor sem incomodar as 

estrelas

Alkindar

Quando o poeta inglês Francis Thompson escreveu:

"Por um poder imortal, todas as coisas, perto ou distante, ocultamente estão ligadas entre  si. E tão ligadas estão, que não se pode tocar uma flor sem incomodar as estrelas", muitos pensaram não se tratar de uma frase inspirada.

O físico J S Bell propôs um teorema, em 1964 cuja confirmação ocorreu em 1972 e tem sido confirmado por séries de experiências sequentes. 

A comprovada teoria de Bell afirma:

"Se uma molécula for dividida de tal forma que os elétrons se separem e depois o spin de um elétron for alterado, os spins dos outros elétrons que originalmente estavam unidos a eles vão corresponder-se imediatamente, não importa a que distância esteja um do outro".

O teorema de Bell confirma que há uma conexão entre você, tudo e todos no mundo.



Portanto, somos mais responsáveis do que pensávamos por nossos pensamentos e palavras.

Compilação de Alkindar

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Um siri vai lhe trazer alegria - Momento Espírita





Um siri vai lhe trazer alegria



Sempre que o mundo desabava sobre minha cabeça, eu ia andar pela praia, próximo de onde morava.


Um dia encontrei uma bela garotinha de olhos tão azuis quanto o mar, construindo um castelo de areia ou algo parecido.


Oi, disse ela.


Eu respondi com um aceno de cabeça, não estava com humor para me aborrecer com uma criança.


Você quer me ajudar a construir meu castelo?


Hoje não. Falei pouco atencioso.


Eu gosto de sentir a areia em meus dedos do pé, ela falou sorridente.


Que boa ideia, pensei, e tirei meus sapatos. Um siri deslizou próximo.


Isto é um alegria, falou a criança.


É um o quê? Perguntei.


Isto é um alegria, livre pela praia.


Adeus alegria, olá dor, murmurei comigo mesmo e continuei a caminhar.


Eu estava deprimido, mas a menina não desistia e perguntou: Qual é o seu nome?


Eu sou Robert Peterson, respondi.


O meu é Wendy... Eu tenho seis anos.


Oi, Wendy.


Apesar de minha melancolia fui obrigado a rir e continuei caminhando.


Sua risadinha musical me seguiu.


Venha novamente, Sr. P., disse ela, animada.


Nós teremos outro dia feliz.


Meus dias foram atribulados e somente semanas depois é que voltei à praia.


A brisa era fria, mas eu andava a passos largos, tentando readquirir serenidade.


Tinha até me esquecido da criança, quando ela apareceu.


Oi, Sr. P., você quer brincar?


Não sei, que tal charadas? Perguntei sarcasticamente.


Eu não sei o que é isto, falou a menina.


Então me deixe continuar a caminhada.


Onde você mora? Perguntei-lhe.


Ali. Ela respondeu apontando na direção de uma fila de cabanas de verão.


Como você vai para a escola?


Eu não vou à escola. 


A mamãe disse que nós estamos de férias.


Ela tagarelou e quando eu ia voltar para casa, Wendy disse que tinha sido outro dia feliz. 


E havia sido mesmo.


Três semanas mais tarde, eu andava apressado pela praia, quase em pânico, quando a garota me alcançou.


Olhe, se você não se importa, hoje eu quero andar sozinho.


Ela me pareceu pálida e sem fôlego.


Por que? Ela perguntou.


Porque minha mãe morreu! Gritei.


Oh, então este é um dia ruim, falou a menina com ar de tristeza.


Sim, eu disse, e ontem e anteontem também. Vá embora!


Um mês depois disso, fui andar novamente na praia, mas ela não estava lá.


Sentindo-me culpado e admitindo para mim mesmo que sentia falta dela, subi até a cabana, e bati na porta.


Uma mulher jovem atendeu.


Olá, eu sou Robert Peterson.


Senti a falta de sua pequena menina e gostaria de saber se ela está bem.


Oh, sim, Sr. Peterson, entre, por favor.


Wendy falou muito a respeito do senhor.


Eu tinha receio que ela estivesse lhe aborrecendo.


Se ela foi um incômodo, por favor, aceite minhas desculpas.


Não, sua filha é uma criança muito amável. Onde está ela?


Wendy morreu na semana passada, Sr. Peterson. 


Ela tinha leucemia. 


Talvez não tenha lhe contado...


A notícia me deixou cego e mudo, por alguns instantes...


E a mãe continuou: Ela adorava esta praia e parecia um tanto melhor aqui. Aqui teve muito do que ela chamava de "dias felizes".


Mas nos últimos dias, ela piorou rapidamente...


Minha filha deixou algo para o senhor...


Entregou-me um envelope, com Sr. P. escrito em grandes letras infantis.


Dentro havia um desenho - uma praia amarela, um mar azul, e um siri marrom. 


Embaixo estava escrito: 


um siri vai lhe trazer alegria.


Lágrimas rolaram de meus olhos e um coração que quase esqueceu de amar abriu-se largamente.


Tomei a mãe de Wendy em meus braços e murmurei repetidas vezes: 


Eu sinto muito, sinto muito!


O pequeno e precioso desenho está agora emoldurado e pendurado em meu escritório.


Seis palavras - uma para cada ano de sua vida - me falam de harmonia, coragem, amor e desinteresse.






Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria ignorada. Disponível em www.momento.com.br.



segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Saúde Integral - Joanna de Ângelis











Saúde Integral




Joanna de Ângelis




A sofisticação tecnológica da Medicina atual ainda permanece na insustentável tese de que o homem é as células que lhe constituem a organização somática.



Negando, por sistema, a realidade do ser integral, - espírito, perispírito e matéria - detém-se na conceituação ultrapassada, na qual o cérebro gera o pensamento, e a Vida cessa quando se dá o fenômeno da anóxia, alguns minutos depois da parada cardíaca...



Desde Hipócrates, passando por Aécio e Galeno, a visão dualista somente vem encontrando confirmação e respeito, não se podendo mais negar a interação espírito-matéria, mente-corpo, como termos da equação existencial.



Face a essa constatação, convenciona-se que a saúde é mais do que a ausência de doença no organismo, sendo um conjunto de fatores propiciatórios ao bem estar psicológico, econômico e social.



O paradigma da atualidade em torno da saúde leva o médico a examinar o paciente não mais como uma cobaia, ou alguém aflito de quem se deve libertar, mas como portador de muitos problemas que, não raro, a doença exterioriza, mascarando-os nas gêneses profundas do estado patológico.



Volve-se, desse modo, ao antigo sacerdócio médico, graças ao qual ele se torna amigo do paciente, seu confidente, seu companheiro, ajudando-o a drenar as emoções negativas recalcadas, a fim de dar campo à catarse liberativa das angústias e tormentos que sofre, para que, então, nele se instale de volta a saúde.



A saúde integral independe das drogas químicas e dos tratamentos cirúrgicos, não obstante esses sejam ainda valiosos instrumentos para sua aquisição.



Forçoso reconhecer-se que o ser atual é um somatório de experiências próximas e remotas. 


Tanto lhe constituem fatores degenerativos os conflitos próximos, da atual encarnação, quanto os transatos, das existências pretéritas.



Examinado desse ponto de vista, compreender-se-á a gama larga de fatores predisponentes como preponderantes, para o estabelecimento da enfermidade ou da saúde.



Cumpre que se conscientizem os indivíduos em geral, e os enfermos em particular, que cada criatura é o resultado das realizações morais, espirituais da sua mente, como já observavam os gregos antigos...



A disposição para o otimismo ou para a autodestruição responderá pelos seus futuros comportamentos.



Nesse sentido, o Evangelho de Jesus é um excelente tratado de psicoterapia, cuja aplicação resultará em bem-estar e harmonia.



Toda a mensagem de Jesus é vazada no conhecimento profundo do homem, considerando sua realidade transpessoal, na qual ressaltam o Espírito e sua condição de imortalidade.



Lentamente, face ao volume das aflições que dominam as paisagens humanas, e às enfermidades psicossomáticas de difícil diagnose, que levam a estados lamentáveis, a criatura sente-se convidada à valorização da vida, à descoberta dos seus recursos éticos, auto-estima, ao auto-aprimoramento.



O amor, nesse cometimento, assume papel preponderante, em razão das energias que libera no sistema imunológico, fortalecendo-o, no sistema nervoso simpático e nos glóbulos brancos, fundamentais na luta pela preservação da saúde.



A visualização mental otimista, gerando energias que combatam ou anulem a enfermidade, produz endorfinas que atenuam a dor, auxiliando as células à remissão da doença.



Bombardeios mentais através da visualização, sobre tumores de origem cancerígena, logram alteração profunda no seu desenvolvimento, conseguindo mesmo eliminá-los. 


Todavia, se o sentimento de amor acompanha a descarga psíquica da vontade, estimulando as células saudáveis a se manterem em ritmo de equilíbrio enquanto as outras se consomem, a vibração da força transformadora será mais potente e portadora de resultados eficientes.



Nesse aspecto, o querer é imprescindível e o crer essencial, face à continuidade do fluxo mental, sem vacilações, suspeitas e receios que lhe interrompam essa continuidade.



A harmonia mental que decorre da relaxação confiante produz, também, o benéfico estado alfa, quando o cérebro libera ondas do mesmo nome no ritmo de oito a doze ciclos por segundo, ensejando a restauração da saúde, quando se está enfermo, ou a preservação dela, quando se encontra saudável.



Nesse campo, o auto-descobrimento corajoso propicia a eliminação dos mecanismos do ego que levam à fuga da responsabilidade e do respeito por si mesmo, ensejando consciência de quem se é, do que se deve realizar e como se poderá fazê-lo.



A visão junguiana de saúde é conclusiva, convidando a uma revisão de paradigmas na Medicina tradicional e na tecnologia médica atual, redescobrindo os pacientes como pessoas necessitadas de amor, que se auto-punem por ignorância e se auto-destroem por desequilíbrio emocional, mediante pugnas íntimas incessantes...



O amor, que pertencia às áreas da sociologia e da filosofia, além das análises literárias, passa hoje a ser elemento fundamental para os conteúdos do comportamento e da conduta na preservação da sanidade.



Mantendo-se, desse modo, a recomendação do Evangelho sobre o amor a Deus, ao próximo e a si mesmo, na condição de experiência humana, mesmo que se instalem focos infecciosos no corpo ou se expressem distúrbios orgânicos de vária ordem, o paciente se torna terapeuta de si mesmo, auxiliando o médico e este àquele, a fim de que a meta essencial seja lograda - a alegria de viver saudavelmente.



Pode-se, portanto, experimentar saúde integral, mesmo que algum órgão se encontre comprometido, sem que isso altere o ser em profundidade, consciente que o fenômeno biológico da morte somente encerra o ciclo carnal, jamais a Vida.



A visão médica, com paradigmas holísticos em torno da saúde e da doença, faculta a possibilidade de uma perfeita interação corpo-alma, em razão do controle da mente sobre a matéria.



Uma organização fisiopsíquica sadia resulta da perfeita identificação entre o Espírito e o soma, como decorrência das reencarnações anteriores ou das conquistas atuais, preparando a existência em marcha para a plenitude.





FRANCO, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores.Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.Salvador, BA: LEAL, 1994.

domingo, fevereiro 22, 2015

Preserva a jovialidade na tua conduta - Joanna de Ângelis






Preserva a jovialidade na tua conduta


Joanna de Ângelis


Preserva a jovialidade na tua conduta.


Um cenho carregado reflete aflição, desgosto, contrariedade.


Podes ser de atitudes retas e comportamento sério, sem que te afixes a máscara contraída do mau humor.


Jovialmente e com alegria esparze bom ânimo, irradiando o bem-estar de que esteja rico o teu coração.


O tesouro de um comportamento jovial tem o preço da felicidade que oferece a todas as pessoas.





FRANCO, Divaldo Pereira pelo Espírito Joanna de Ângelis. Vida Feliz, CAP. XXXV, P.45.

sábado, fevereiro 21, 2015

Divaldo Pereira Franco no Fantástico de 22 FEV 2015





Mansão do Caminho - Salvador/BA 2015


Pela primeira vez, Divaldo Franco autoriza uma equipe de televisão a gravar uma sessão mediúnica completa e psicografa diante da câmera.


Relembrando o famoso programa de televisão Pinga Fogo, realizado no século passado,  no qual o tão querido e saudoso médium Francisco Cândido Xavier participou, legando testemunhos que se estendem aos nossos dias.


Que Jesus abençoe ao tão querido e respeitado médium Divaldo Pereira Franco, por mais este testemunho de imenso amor à Doutrina de Jesus através do Consolador Prometido, despertando mentes e corações para a prática da caridade e do amor ao próximo.


Divaldo Franco, que apesar de todas as adversidades prossegue como um verdadeiro "Semeador de Estrelas", se mantendo sempre fiel aos ensinamentos de Jesus através da Doutrina Espírita, com quem temos muito a aprender.


*

Depoimento do repórter da Globo que esteve na Mansão gravando com Divaldo Franco:
Marcelo Canellas 
Brasília/DF

"Não sou espírita, nem acredito em reencarnação, mas um homem que dedica a vida a uma obra social que tirou 160 mil pessoas da pobreza absoluta ao longo de 60 anos merece respeito. 

A reportagem que eu, Lúcio Alves e Júnior Predes fizemos com o médium Divaldo Franco mostrará que ele não deu apenas pão aos pobres. 

Ofereceu escola, profissão e dignidade a algumas das famílias mais miseráveis da periferia de Salvador sem perguntar a religião de ninguém. 

Quem puder, assista."

A matéria vai ao ar no próximo domingo, dia 22/02/2015 no Fantástico.



Fonte

FEDERAÇÂO ESPÍRITA BRASILEIRA

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Acesse o link abaixo








http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/02/maior-medium-em-atividade-no-brasil-abre-sala-dos-espiritos-ao-fantastico.html

Separação Resolve? - Momento Espírita




Separação Resolve?



Os dias atuais têm testemunhado muitas separações conjugais. 


Nós perguntamos, e gostaríamos que você respondesse, com toda a sinceridade: a separação resolve? 


Embalados pelo suave encantamento do namoro e noivado, os casais entram na barca da paixão e se deixam levar pelo grande oceano do casamento.


Sentindo ainda as emoções do primeiros tempos, tudo é alegria e contentamento...


A música, o perfume, as flores, os passeios, a comida predileta, tudo é compartilhado com carinho e cada um faz tudo para agradar o outro.


Na balança das ações, somente o prato das virtudes é utilizado.


Todavia o tempo passa. .. surgem os ventos, os maremotos, a neblina... E as dificuldades começam...


O casal esquece de estender a ponte do diálogo que, certamente, iria propiciar soluções para os problemas ou encontrar maneiras de os contornar com sabedoria.


Surgem os conflitos... e na balança das ações começa a pesar mais o prato das imperfeições...


Perguntamo-nos: 


"Como poderia aquela alma tão querida de outrora se transformar em uma pessoa cheia de defeitos? 


E o outro, seguramente, faz-se os mesmos questionamentos a nosso respeito".


Cada um se isola num canto da barca buscando resolver o próprio problema. 


O que antes era compartilhado com carinho e doçura, agora é tratado de forma egoísta e, muitas vezes, injusta.


É bem certo que o suave encantamento do início não é mais o mesmo, todavia ele ainda está lá, basta que o busquemos.


Iremos descobrir que, com o passar do tempo, os sentimentos amadureceram, se transformaram em amizade, em companheirismo, em afeto verdadeiro...


Vale a pena que repensemos a nossa situação relativamente ao casamento. 


Vale a pena lembrar que, os que estamos em família, não estamos juntos por conta do acaso.


Se o esposo ou esposa não é bem o que desejamos, lembremos de que é o melhor que Deus pôde nos oferecer para que cresçamos juntos.


Se a barca do nosso casamento está navegando por mares difíceis e as neblinas densas dos problemas o ameaçam, pensemos nos frutos dessa união: os filhos, que se somaram a nós.


Busquemos colocar na balança todos os momentos de alegria compartilhada...
As pequenas coisas que nos faziam rir antes...


As tantas vezes que o outro nos acarinhou os cabelos nos momentos amargos...


Os chás feitos com ternura nos dias de enfermidades...


As preces dirigidas a Deus, em nosso favor...


Os cabelos brancos, adquiridos juntos... os quilinhos a mais... os vincos na face... os filhos amados...


Todas essas coisas devem ser pesadas antes de decidir pela separação, causadora, em muitos casos, de maiores dissabores e tormentos.


Pense nisso Nesses tempos de dificuldades, quando as pessoas buscam a separação por motivos fúteis, lembre-se de que talvez os dois juntos superem os obstáculos com mais facilidade, se somarem ao invés de dividir.


E se o fato já estiver consumado, não se desespere, busque amar e compreender, rogando a Deus que o abençoe, abençoando também os demais familiares, que são também, antes de tudo, filhos de Deus.


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.Disponível em www.momento.com.br.



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A arte do matrimônio

     
Qual será o segredo dos casamentos duradouros? 


Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.


Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. 


Recentemente, lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes.


Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. 


No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.


É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele. 


É lembrar de dizer te amo, pelo menos uma vez ao dia.


É nunca ir dormir zangado. 


É ter valores e objetivos comuns.


É estar unidos ao enfrentar o mundo. 


É formar um círculo de amor que una toda a família.


É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.


É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.


É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.


E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. 


Ser natural e saber agir com tato.


É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.


É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.


É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.


É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.


É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro. 


Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.


É ser o apoio diante dos demais. 


É ter cuidado n o linguajar, é ser firme, leal.


É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.


Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente. Detalhes pequenos, mas importantes.


É saber dar atenção para a família do outro pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.


É cultivar o desejo constante de superação.


É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.


É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.



* * *


O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita.


O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes um do outro.


O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.





Redação do Momento Espírita, com base no cap. A arte do matrimônio, no cap. Na mulher o homem aprecia, no cap. Na mulher o homem aprecia, do livro Um presente especial, de Roger Patrón Liján,  ed. Aquariana e no cap. 2, do livro Vereda familiar, pelo Espírito  Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.  Disponível no livro Momento Espírita, v. 3, ed. FEP. Disponível em www.momento.com.br.