quarta-feira, dezembro 06, 2006


“Pelos frutos se conhece a árvore”



Para viver bem...



Observe o que você expressa ao falar.

A palavra antes de alcançar o exterior carrega nosso organismo com as vibrações que a caracterizam.

Comentários alusivos a doenças e negatividade bombardeiam nossas células debilitando a defesa de nosso organismo.

Palavras de desânimo tiram do nosso ser o entusiasmo tão necessário para os embates da vida.

Palavras de ofensa, antes de chegarem ao alvo, envenenam nosso sangue e comprometem nossa saúde.

Mantenha a vida em harmonia.

Considere como fala com o próximo.


Humberto Pazian


Texto extraído do livro Para viver bem... página 154 Editora Petit Autor: Humberto Pazian

domingo, dezembro 03, 2006


SALIVA E SUOR


A tua reação de desespero diante dos problemas é que costuma conferir a eles a gravidade que não têm.

A tua serenidade reduzirá a força de impacto de toda notícia deprimente que te alcance.

A tua aceitação das provas que, direta ou indiretamente, te atingem haverá de lhes amenizar as conseqüências.

A tua atitude de perdão desencorajará o teu agressor.

O teu silêncio impedirá que o mal continue a se propagar através da palavra maledicente.

A tua perseverança no cumprimento do dever incomodará a consciência de teus opositores.

Os teus nobres exemplos sempre argumentarão de maneira irrefutável em teu favor.

Os teus gestos de bondade justificar-te-ão em tuas possíveis fragilidades.

A tua invariável compreensão de todos reivindicará a compreensão dos que se habituaram a condenar os semelhantes.

A tua alegria contagiará os que vivem tristes à tua volta.

O teu entusiasmo repercutirá nos espíritos desalentados e os revitalizará na luta, que consideravam perdida.

Toda a saliva dos que teorizam a teu respeito não vale por uma única gota de suor que vertes em prol do ideal que abraçaste.


Irmão José


Mensagem do livro Dias Melhores :: Psicografia de Carlos A. Bacelli :: Mensagem semanal do grupo Espírita Renascer:: Iguatama/MG
SERES ELEMENTARES...




FADAS


O genial dramaturgo William Shakespeare, em sua obra Hamlet, sentencia que existe sobre a terra mais coisas das que atinge a perceber, a imaginação.

Poderíamos agregar também, que numa percentagem alta o fantástico é invisível aos olhos. A crença na existência das Fadas, é comum às mais diversas culturas, encontrando sua origem nos mitos e legendas de cada uma delas.


Uma das tantas legendas, sustenta que as fadas são anjos caídos ou pagãos mortos que não foram suficientemente bons para entrar no paraíso, nem tão maus para entrar no inferno, ficando obrigados a viver eternamente à metade do caminho.


Outra legenda conta que certa vez, estava Eva, a orlas de um rio, banhando seus filhos, quando escutou que Deus, falava-lhe. Temerosa, Eva ocultou os filhos que todavia não havia banhado, para que Ele não os vissem. Deus, que tudo vê, perguntou-lhe se com ela estavam todos os seus filhos e Eva mentindo, respondeu que sim. Então, Deus lhe advertiu que aqueles que tinha ocultado, ficariam ocultos para sempre aos olhos dos homens e foram essas crianças os que se converteram em fadas ou Elfos

A localização destes seres elementares, foi variável com o correr dos tempos e as culturas.

Para os Irlandeses, existem no horizonte e outras sob seus próprios pés, alguma vezes em terras montanhosas e outras numa ilha mágica no meio do mar, ou debaixo do oceano.


Para outras culturas podem ser encontrados, no ambiente natural, numa planta, numa árvore, na terra, num lago, na brisa, no sol, no perfume das flores em qualquer ambiente natural que nos rodeia. Numa palavra, o ar, o água, a terra e o fogo são os quatro elementos que contêm aos Espíritos Elementares.


A crença em fadas e outros seres mágicos têm suas raízes na noite dos tempos e a recordação desta crença persiste no mas profundo da psique humana. Em toda Europa, o povo e em especial as comunidades rurais, conservou uma grande riqueza de tradições relativas a estes seres que adotam uma grande variedade de formas e que podem ser bons ou maus, prejudiciais ou benéficos.

A relação entre fadas e humanos é muito complexa , de mútua dependência e regidas por uns parametros fora do cotidiano, já que o mundo das fadas tem suas próprias leis, muito distintas das nossas. Algumas destas crenças são tão antigas : existem crônicas medievais de princípios do século XII em que aparecem contos que são exemplos, e em alguns lugares das Ilhas Britânicas, o folclore relativo às fadas é de uma riqueza impressionante e até certo ponto segue ainda viva.


Disponível em: <
http://usuarios.interar.com.ar/josnell/ >

ACHO ESTE GNOMO CORRENDO DO GATO , UMA GRAÇA...



LIBERDADE

Não se prenda à beleza das formas efêmeras.
A flor passa breve.

Não amontoe preciosidades que pesem na balança do mundo.
As correntes de ouro prendem tanto quanto as algemas de bronze.

Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância.
Incitatus, o cavalo de Calígula, podia comer num balde enfeitado de pérolas, mas não deixava, por isso, de ser um cavalo.

Não alimente a avidez da posse.
A casa dos numismatas vive repleta de moedas que serviram a milhões e cujos donos desapareceram.

Não perca sua independência construtiva a troco de considerações humanas.
A armadilha que pune o animal criminoso é igual à que surpreende o canário negligente.

Não acredite no elogio que empresta a você qualidades imaginárias.
Vespas cruéis por vezes se escondem no cálice do lírio.

Não se aflija pela aquisição de vantagens imediatas na experiência terrestre.
Os museus permanecem abarrotados de mantos de reis e de outros "cadáveres de vantagens mortas".

André Luiz

Do Livro Agenda Cristã. Edição de Bolso, 3ª ed., 1999:: Psicografado por Francisco Cândido ::Editora FEB ::Federação Espírita Brasileira.