segunda-feira, fevereiro 03, 2014

O auxílio virá - Emmanuel





O auxílio virá

Emmanuel




O problema que te preocupa talvez te pareça excessivamente amargo ao coração.


E tão amargo que talvez não possas comentá-lo, de pronto.


Às vezes, a sombra interior é tamanha que tens a idéia de haver perdido o próprio rumo.


Entretanto, não esmoreças.


Abraça o dever que a vida te assinala.


Serve e ora.


A prece te renovará energias.


O trabalho te auxiliará.


Deus não nos abandonará.


Faze silêncio e não te queixes.


Alegra-te e espera porque o Céu te socorrerá.


Por meios que desconheces, Deus permanece agindo.





XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel.

domingo, fevereiro 02, 2014

Preocupações - André Luiz




Preocupações


André Luiz



Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.



Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.



Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.



Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para lembrar injúria ou ingratidão.



Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".



Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.



Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor.



Geralmente, o mal é o bem mal-interpretado.



Em qualquer fracasso, compreenda que se você pode trabalhar, pode igualmente servir, e quem pode servir carrega consigo um tesouro nas mãos.



Por maior lhe seja o fardo do sofrimento, lembre-se de que Deus, que aguentou você ontem, agüentará também hoje.






XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito  André Luiz. Sinal Verde, Cap. 25, CEC.

sábado, fevereiro 01, 2014

Matrimônio e amor - Momento Espírita




Matrimônio e amor



O casamento, ou seja, a união permanente de dois seres, é um progresso na marcha da Humanidade.


A partir do momento em que o homem abandona a poligamia e se encaminha para a monogamia, solidificam-se as afeições. 


O respeito pelo outro adquire foro de cidadania.


O casamento implica o regime de vivência pelo qual duas criaturas se confiam uma à outra, no campo da assistência mútua.


Essa união reflete as Leis Divinas que permitem seja dado um esposo para uma esposa, um companheiro para uma companheira, um coração para outro coração, na criação e desenvolvimento de valores para a vida.


O símbolo da união, normalmente, é uma aliança ou anel. 


A tradição do anel de diamantes para noivas começou em 1477, quando Maximiliano da Áustria pediu Mary de Borgonha em casamento.


Muito tímido e sem saber como falar com a jovem, Maximiliano pediu um conselho a um parente mais velho, que recomendou que o príncipe deveria oferecer a Mary um anel com diamantes.


O conselho foi seguido e a tradição surgiu.


No século XVIII, o anel com diamantes, usado à frente da aliança, era considerado o guardião do casamento.


Apesar de todos esses símbolos de eternidade, o casamento anda muito pouco considerado.


As pessoas já se casam supondo que, se não der certo, descasam. 


Não cogitam de como o outro se haverá de sentir ao ser abandonado. 


Nem mesmo como se sentirão os filhos, após a dissolução da união.


Acontece que milhões de almas que se encontram no planeta estão algemadas a débitos perante a lei de causa e efeito.


Os débitos contraídos por legiões de companheiros da Humanidade, com entendimento ainda verde para os temas do amor, determinam a existência das uniões supostamente infelizes.


Nesses casos, temos as ligações francamente expiatórias, com base no sofrimento.


É forçoso reconhecer que, no mundo, na grande maioria dos casos, as conjugações afetivas têm raízes em princípios cármicos.


Quando as obrigações mútuas não são respeitadas no ajuste, surgem as separações, as dissoluções matrimoniais.


Falta-nos um tanto mais de esforço, pois é difícil a criatura que decline de seus desejos e vontades, num processo de renúncia para o bem da união.


Cada qual pensa em continuar a ser depois do casamento exatamente como era antes. As mesmas atividades, idêntica liberdade de ir e vir.


Ora, o matrimônio pressupõe um compromisso onde um atende as necessidades do outro e tem responsabilidades comuns. Não que se deva abandonar amigos e atividades. Contudo, refazer horários e disposições.


A ligação deve se basear na responsabilidade recíproca, pois no casamento um ser se entrega a outro ser em totalidade. E não pode haver qualquer desconsideração entre si.


Amor feito de respeito, amizade, afeto, longos diálogos. Assim se constitui e se mantém um casamento.


*   *   *






Foi na Grécia antiga que surgiu a tradição do uso da aliança e do anel de casamento no quarto dedo da mão esquerda. 

É que a Vena Amoris, a veia do amor, segue desse dedo em direção ao coração.


Na simbologia do anel, a mensagem do amor que deve reger as relações entre o casal.


Os gregos consideravam o diamante como a constante chama do amor.


*   *   *


Pensa, refletindo, antes de casar. 


Reflexiona, porém, muito antes de debandar, após assumidos os compromissos.




Redação do Momento Espírita, com base no cap.7, do livro Vida e sexo, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB e no verbete Casamento, do livro Repositório de sabedoria, v.1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL. Disponível em www.momento.com.br.

Convite à Alegria - Joanna de Ângelis




Convite à Alegria

Joanna de Ângelis


“Mas eu vos tornarei a ver e o vosso coração se encherá de alegria e  essa alegria ninguém vo-la tirará.” (João: capítulo 16º, versículo 22).




A constrição dos muitos problemas a pouco e pouco vem deixando ressaibos de amarguras e tens a impressão de que os melhores planos traçados nos painéis da esperança, agora são lembranças que a dura realidade  venceu.



Tantos esforços demoradamente envidados parecem redundar em lamentáveis escombros.



A fortuna fácil que alguns amigos granjearam e o êxito na ribalta social por outros lobrigado, afirmam o que consideras o fracasso das tuas aspirações.



Na jornada quotidiana “marcas passos”.



Na disputa das posições segues ladeira acima.



No círculo das amizades cais na “rampa do desprezo”.



No reduto da família és um “estranho em casa.



Aguilhões e escolhos surgem, multiplicam-se e estás a ponto de desistir.



Mesmo assim, cultiva a alegria.



Sorri ante a dadivosa oportunidade de ascender em espírito, quando outros estacionam ou decaem.



Exulta por dispores do tesouro que é a oportunidade feliz de não apenas te libertares das dívidas como também granjeares títulos de enobrecimento interior.



Rejubila-te com a honra de liberar-te quando outros se comprometem.



Triunfos e lauréis são antes responsabilidades e empréstimos de que somente poucos, quase raros espíritos conseguem desincumbir-se sem gravames ou insucessos dolorosos.



O sol que oscula a fonte e rocia a pétala da rosa é o mesmo que aquece o charco e o transforma, em nome do Nosso Pai, como a dizer-nos que o Seu amor nos chega sempre em qualquer situação e lugar em que nos encontremos.



Recorda a promessa de Jesus de voltar a encontrar-se contigo, dando-te a alegria que ninguém poderá tomar.



Cultiva, assim, a alegria, que independe das coisas de fora, mas que nasce na fonte cantante e abençoada do solo do coração e verte linfa abundante como rio de paz, por todos os dias até a hora da libertação, começo feliz da via por onde seguirás na busca da ventura plena.






FRANCO, Divaldo Pereira pelo Espírito Joanna de Ângelis. Convites da Vida Cap.1 , p. 3.