Desenho animado do livro "Quem mexeu no meu queijo ?". Sensacional !!!
Quem leu o livro vai adorar o desenho e quem não leu, também vai gostar muito.
Assista em:
https://www.youtube.com/watch?v=4DqFjK4rFq8
Acesso: 08 AG 2023
Reflexões
Joanna de Ângelis
Recorda-te sempre de Jesus e, tomando-O como modelo, saberás como lidar com quaisquer situações ou pessoas na carne ou fora dos seus limites, agindo com fraternidade e misericórdia.
Desperta, em qualquer situação, os sentimentos de bondade e de compreensão, que são indispensáveis para todos os jornadeiros da evolução, no corpo ou fora dele.
Sê tu aquele que socorre os irmãos em trevas interiores, amargurados e odientos, que merecem carinho e piedade.
A
tua existência se transformará naquilo que elaborares mentalmente.
Cada qual é aquilo que pensa.
De acordo com as formulações elaboradas e as ondas emitidas, o mundo cósmico responde com igualdade de solicitações.
Inicia o costume de pensar no bem e no amor, sem as formulações apoiadas nos instintos primevos que ainda não foram superados.
Se aspiras atingir o cume da montanha altaneira e o seu oxigênio puro, respirarás regiões psíquicas possuidoras de elevadas cargas de saúde; se anelas pelo pântano pútrido, habitarás regiões pestilentas nas tuas paisagens interiores.
Diante dos irmãos desencarnados em aflição, distende o sentimento de compaixão e de solidariedade, envolvendo-os nas dúlcidas vibrações da prece intercessória.
O verdadeiro cristão está sempre vigilante em relação ao compromisso de amor e de servir.
Não escolhe onde nem quando cooperar, permanecendo ativo em todos os seus momentos.
A sua é a alegria de produzir no bem e de auxiliar a todos quantos se encontram na retaguarda.
O pensamento é fonte de vida e responde conforme a vibração mental que lhe é dirigida.
Quem não aprende a agradecer, não adquire valores para ser feliz.
Agradece, portanto, tudo que tens ou que te falta e a todos que te cercam.
Agradece o sol e a chuva que te proporcionam abundância de pão e de harmonia nas paisagens da Natureza.
Agradece a mão que se te dirige para apontar-te caminhos ou segurar-te na rampa da queda, evitando-te a defecção ou fracasso.
Aprende a agradecer, não apenas através de palavras, mas principalmente, por meio de fidelidade a quem te concede amizade e carinho, enriquecendo tuas horas com as concessões do progresso.
Agradece ao teu corpo a oportunidade de crescimento espiritual, dele cuidando com respeito e atendendo-o nas suas necessidades de evolução, ao tempo em que propicia maior campo para a cultura da inteligência e das emoções, ampliando as tuas horas no planeta que te serve de colo de mãe.
Agradece a educação que recebeste, aureolando-te de informações preciosas para a existência e abrindo-te espaços para o entendimento dos deveres que a reencarnação enseja.
Agradece a bondade e a rudeza com que sejas tratado, porque cada qual desempenha um papel importante na construção da tua personalidade e na definição dos teus rumos.
Agradece a luz do dia e a sombra da noite, encarregadas respectivamentede finalidades especiais na construção da vida terrestre.
Agradece ao amigo e ao inimigo a sua existência, retribuindo em bondade tudo quanto recebas de um ou de outro.
Certamente amarás mais ao amigo, o que é natural, sem que se te faça necessário odiar o inimigo.
O fato de não lhe desejar mal nem lhe retribuir as ofensas recebidas já representa nobre expressão do amor.
Agradece os sentidos de que estás constituído, mediante os quais podes manter contato com o Universo e descobres suas maravilhas.
Agradece as horas de reflexão e de tensão, porque ambas te constituem elementos de fortalecimento moral.
Agradece os limites que te caracterizem, porque, através deles, irás descobrindo as finalidades da vida, enquanto desenvolverás novas fontes de informação e de consciência.
Agradece toda e qualquer expressão do bem que te chegue, sem o qual dificilmente te enriquecerias de luz e progresso.
Agradece
a paz e a luta que se alternem durante os teus dias.
Fossem apenas de paz todos eles e perderias o significado, e se apressassem apenas em pelejas, a exaustão retiraria os incentivos para prosseguires, por desaparecimento de finalidade.
Nunca te canses de agradecer, seja qual for a circunstância em que encontres, servindo ao bem ou sofrendo as injunções educativas.
Quando Jesus recomendou o amor até mesmo aos inimigos,estimulou a gratidão por todas as concessões que a vida oferece aos viajantes humanos.
Ele mesmo agradeceu a Deus todos os tesouros que Lhe foram concedidos para o messianato que veio realizar e conseguiu desincumbir-se com superior qualidade de êxito, porque se fez a verdadeira representação do amor.
O hábito doentio de elaborar pensamentos perniciosos gera construções profundamente perturbadoras, que se transformam em tormentos incessantes na casa mental, agredindo as tecelagens delicadas do aparelho cerebral.
Anseios que não são concretizados na esfera física, não poucas vezes, constituem apelos do pensamento que exorbita nas suas necessidades, produzindo construções infelizes das quais ressumam com freqüência as emanações morbíficas.
Os vícios mentais são verdadeiros algozes da alma humana, que devem ser combatidos com veemência, recriando-se outras idéias de natureza harmônica e saudável.
Indispensável pensar corretamente, a fim de construir situações agradáveis e compensadoras, que se transformam em campos de alegria de viver.
Desse modo, necessitas de corrigir os hábitos mentais, substituindo com segurança aqueles que são perversos, doentios e sensuais por outros de natureza edificante, que te possam enriquecer de bem-estar e saúde, fortalecendo-te o ânimo para a luta e as resistências morais para a vivência saudável.
Sempre que te ocorram pensamentos destrutivos, chocantes e aberrantes, transfere-te de imediato para outros que lhes sejam opostos, aclimatando-te a outras áreas de vibrações interiores.
Habitua-te, portanto, a pensar bem, a fim de que o Bem se te instale na mente e se derrame pelo coração através dos teus lábios, que ensinem e orientem e das tuas mãos, que socorram e dignifiquem.
Londres,
Inglaterra, 11 de junho de 2001.
FRANCO,
Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis. Nascente de bênçãos, p. 6-10.
Parábola da figueira estéril
Juan Carlos Orozco
“Então contou esta parábola:
Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Foi procurar fruto nela, e
não achou nenhum. Por isso disse ao que cuidava da vinha: Já faz três anos que
venho procurar fruto nesta figueira e não acho. Corte-a! Por que deixá-la
inutilizar a terra? Respondeu o homem: Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu
cavarei ao redor dela e a adubarei. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se
não, corte-a”. (Lucas, 13: 6-9)
Pela Parábola da figueira
estéril, Jesus ensina a ter fé operante e edificante, porque os seres humanos e
as instituições que não corrigirem seus rumos, permanecendo rebeldes e
indiferentes às advertências, aos auxílios, aos cuidados e aos adubos divinos,
e insensíveis aos benefícios recebidos, sem dar os devidos frutos como a
figueira estéril, sofrerão as mesmas consequências: ser cortada e retirada do
campo onde fora plantada, pois que a sua permanência acabaria por prejudicar as
outras plantas.
O Mestre coloca em evidência
a sua incessante assistência caridosa e devotada para o nosso progresso moral e
espiritual. O agricultor benévolo e paciente sempre deseja que a figueira
produza, não a cortando de pronto. Procura podá-la na esperança de que
fortalecida pela seiva que ainda lhe dá vida venha a dar frutos. Revolve a
terra, aduba e espera. Verificando que nada obteve, mantendo-se estéril, manda
cortá-la e lançá-la ao fogo, para que não continue a ocupar lugar junto das que
abundantemente produzem.
Assim faz o Senhor,
disponibilizando-nos todos os recursos e meios para a nossa salvação. Pela
pluralidade de existências, diante das inúmeras provas e expiações, tem-se o
tempo necessário para a produção dos bons frutos na busca da perfeição, tendo
Jesus como o caminho, a verdade e a vida em direção ao Pai
Se, porém, apesar de tudo
isso, perseverar na prática do mal, os estéreis serão separados dos que
progridem e regeneram-se para serem lançados na fornalha dos sofrimentos até
que suas consciências despertem para a purificação dos sentimentos, tornando-se
dignos de receber a parte da herança divina.
Por isso, estejamos
vigilantes, pois os tempos são chegados e o Senhor virá, ao seu tempo, buscar
os frutos esperados. Se não os encontrar, pela ceifa separará o joio do trigo,
sobretudo nos momentos de sofrimento, pois muitos são os chamados e poucos os
escolhidos. Quer dizer também que todos os sistemas, todas as doutrinas que
nenhum bem para a Humanidade houverem produzido, cairão reduzidas a nada; que
todos os homens deliberadamente inúteis, por não terem posto em ação os
recursos que traziam consigo, serão tratados como a figueira estéril.
Bibliografia:
BÍBLIA SAGRADA.
CALLIGARIS, Rodolfo.
Parábolas Evangélicas à Luz Espiritismo. 11ª Edição. Brasília/DF: Federação
Espírita Brasileira, 2019.
KARDEC, Allan; tradução de
Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF:
Federação Espírita Brasileira, 2019.
MOURA, Marta Antunes de
Oliveira. Estudo aprofundado da doutrina espírita: Ensinos e parábolas de Jesus
– Parte II. Orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas
ao estudo do aspecto religioso do Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF:
Federação Espírita Brasileira, 2016.
SAYÃO, Antônio Luiz.
Elucidações Evangélicas à luz da Doutrina Espírita. 16ª Edição. Brasília/DF:
Federação Espírita Brasileira, 2019.
SCHUTEL, Cairbar. Parábolas
e Ensino de Jesus. 28ª Edição. Matão/SP: Casa Editora O Clarim, 2016.
FONTE:
JUAN CARLOS ESPIRITISMO
BLOG. Disponível em https://juancarlosespiritismo.blog/2020/06/06/parabola-da-figueira-esteril/.
Acesso : 06 AG.2023.