quinta-feira, janeiro 11, 2024

Casais Menos Felizes - Emmanuel



Casais Menos Felizes

Emmanuel


Se encontraste a felicidade no lar tranqüilo, no instante de julgar os companheiros em conflito no casamento, guarda-te em silêncio, se não podes louvá-los em algum ângulo da experiência que atravessam.


Já que conseguistes preservar a essência do amor nos fixadores da amizade e da ternura sem mescla, compadece-te daqueles que, de um momento para outro, se reconheceram defrontados por incompatibilidade e perturbação.


Efetivamente, anotaste-lhes os erros prováveis e lhes viste as atitudes aparentemente impensadas ou inseguras; 


no entanto, não lhes enxergastes os obstáculos e lágrimas,ansiedades e angústias, na gênese do drama doméstico em que se lhes arrasam as forças e do qual agora talvez consigas observar somente o fim.


***

Quantos de nós carregamos pesados grilhões de culpas adquiridos em existências passadas?


Quantos compromissos teremos relegados para trás, reclamando-nos atenção e pagamento?


Entretanto, quando colocados uns à frente dos outros, nos bastidores caseiros da Terra, por impositivos da reencarnação, comumente fugimos de solucionar os problemas e ressarcir os débitos que nós mesmo criamos.


Que o dever é dever não padece dúvidas, todavia, em muitas ocasiões não dispomos da força necessária para cumpri-lo.


E, se no mundo encontramos, por vezes, credores humanos e generosos que nos aguardam com paciência, que dizer do Senhor, cuja justiça se erige em base de infinita misericórdia?


***

Se te observas feliz nos laços conjugais, é razoável que não aplaudas àquilo que te pareça desequilíbrio, embora nem sempre o seja, mas não censures os companheiros que a provação vergasta e o desajuste domina.


Em lugar disso, ora por eles e abençoa-os, sem recusar-lhes o apoio e a simpatia de que se mostrem necessitados.


 Tanto nós, quanto eles, estamos entregues à Bondade de Deus e, em matéria de ajustamentos aos imperativos do amor, nenhum de nós, na Terra, por enquanto, consegue saber com certeza se ainda hoje será para nós o dia de receber auxílio ao invés de auxiliar.


Justiça Misericordiosa

Irmão Saulo


Se não aceitarmos a reencarnação poderemos admitir logicamente a justiça de Deus?


 Ou preferimos rejeitar o próprio Deus, ignorar-lhe ou negar-lhe a existência?


 A tese da reencarnação é um desafio para os povos do Ocidente, onde

prevalece, através de longa tradição religiosa, a ideia da unicidade da existência.


 Hoje, porém, cientistas empenhados na solução dos problemas psicológicos, que atormentam cada vez maior número de pessoas, dedicam-se a investigações nesse campo.


Seria possível obtermos a prova científica da reencarnação, dentro das rígidas exigências metodológicas da Ciência?


 Ian Stevenson, diretor do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos que não é espírita nem reencarnacionista já examinou mais de 500 casos de possíveis reencarnações, chegando a algumas conclusões curiosas. 


Em seu livro “20 Casos Sugestivos de Reencarnação” aparecem dois casos de reencarnação observados no Brasil.


Na própria Rússia os cientistas se interessam pelo assunto.


 O Prof. Wladimir Raikov, da Universidade de Moscou, é um dos expoentes da pesquisa sobre “memória extracerebral”. 


O Professor Barnejee, que esteve entre nós, é o mais conhecido dos

pesquisadores indianos. 


Essa abertura científica, de âmbito mundial, no campo da reencarnação, revela que o problema já deixou de ser apenas religioso. 


E a própria existência das pesquisas no plano universitário responde às dúvidas quanto ao problema metodológico. 


Na verdade, o avanço atual das Ciências em direção à Metafísica, ou pelo menos a Parafísica, modificou e modificará cada vez mais a rigidez dos dogmas metodológicos, tornando possível o esclarecimento de problemas até há pouco considerados fora de cogitação científica.


A crise da família, que é apenas uma parte da crise geral do mundo contemporâneo, encontra explicação satisfatória à luz do princípio da reencarnação. 


Desentendimentos entre casais, rebeldia dos filhos, descontrole de outros elementos familiais podem ter sua origem nas vidas anteriores. 


Por sinal, foi esse o motivo que levou Ian Stevenson, segundo suas próprias declarações, a iniciar as investigações sobre a reencarnação. 


Não encontrando explicação possível, nem qualquer teoria aceitável para explicar anomalias estranhas no lar de vários de seus clientes, o conhecido neuropsiquiatra norte-americano resolveu corajosamente aceitar a teoria da reencarnação como hipótese de trabalho. 


A insistência das mensagens psicográficas no tocante à reencarnação e suas consequências não é, portanto, absurda.


 A mensagem de Emmanuel, ora considerada, encontra apoio no interesse atual dos cientistas pela reencarnação.

 

XAVIER, Francisco Candido; PIRES, Herculano. Chico Xavier pede licença.

 Espíritos Diversos, Cap 5.


quarta-feira, janeiro 10, 2024

Ante o Campo da Vida - Emmanuel



Ante o Campo da Vida

Emmanuel


O semeador saiu a semear.


A palavra do Cristo é demasiadamente clara.


O semeador não aguardou requisições.


 Saiu da própria comodidade ao encontro da terra.


 Ainda assim, não estabeleceu condições para doar-lhe as sementes que trazia, entregando-as sem cogitar-lhe das possibilidades e recursos. E amparou não somente o solo fértil e as aves famintas, mas também socorreu terrenos outros que espinheiros e pedras desfiguravam.


***

A notícia evangélica não diz que as sementes caídas entre calhaus e sarças fossem destruídas.


 Explica que foram simplesmente abafadas, o que não lhes invalida a potencialidade para a germinação em momento oportuno.


Assim igualmente é o amparo espiritual a quantos dele necessitem no mundo.


Os corações humanos assemelham-se a glebas de plantios.


Muitos estão habilitados à recepção da verdade, à maneira do solo tratorizado pelas experiências da vida; 


outros, porém, se nos revelam por vales aprazíveis, mas incultos, inçados de escalracho e pedregulho contundente.


Todos, no entanto, carecem de auxílio, apoio, entendimento, atenção.


***

O ensinamento do Cristo não mostra qualquer traço de impaciência ou de irritação na imagem do semeador que saiu a semear.


Ele auxiliou a terra, prestigiando-a com semente válida, sem se deter para censurar-lhe às deficiências.

E naturalmente entregou o próprio trabalho à força do tempo, ou melhor, às leis de Deus que nos governam a vida.


***

Reflitamos na lição e distribuamos, em benefício do próximo, a esperança e a fé, o conhecimento e a compreensão de que já sejamos detentores e instrumentos. Sem pretensão e sem exigência.


Sem anotar os defeitos alheios e sem reclamar resultados imediatos.


Imaginemos o tempo que todos gastamos para acolher os escassos raios da verdade que atualmente nos clareiam a estrada, na direção do progresso, para a aquisição de mais luz.


 E aprendamos que não apenas nós, mas igualmente os outros todos os outros filhos da Terra se encontram abençoados e sustentados pelo amor onipresente de Deus.


A Sementeira e as Leis

Irmão Saulo


Do Além nos chega à notícia de que Emmanuel, o guia espiritual do médium Chico Xavier, é o antigo e orgulhoso senador romano Publius Lentulus.


 Mas que ligação teria ele com o Brasil?


A informação acrescenta que o senador, numa de suas encarnações posteriores, esteve em nosso País e desenvolveu importante missão, que toca particularmente o coração dos paulistas: foi o Padre Manoel da Nóbrega. 


Explica-se, assim, a sua ligação com o movimento atual de espiritualização do nosso povo, o seu interesse missionário pela evangelização do Brasil, agora em termos de esclarecimento racional dos problemas do homem, do espírito e dos objetivos da vida.


Quem desejar informar-se melhor a respeito deverá ler os livros “Há Dois Mil Anos” e “Cinqüenta Anos Depois”, ambos do próprio Emmanuel, psicografados por Chico Xavier.


 Isso no tocante ao senador romano.


No que se refere a Nóbrega, a leitura aconselhada é das obras “Trinta Anos com Chico Xavier” e “Amor e Sabedoria de Emmanuel”, do Professor Clóvis Tavares, lançadas em São Paulo pela Editora Calvário.


Vemos na sucessão dessas obras o encadeamento das reencarnações de um espírito intelectualmente elevado, mas cujo aprimoramento moral se processa a maneira da lapidação de uma pedra preciosa.


Para as pessoas que consideram o princípio da reencarnação como simples crença ou superstição, lembramos a presença em São Paulo, do parapsicólogo indiano Prof. Dr. Hamendras Nat Barnejee, professor da Universidade de Jaipur (Rajastan - Índia), conhecido como “o cientista da reencarnação”.


 Lembraremos ainda edição brasileira do livro do Prof. Dr. Ian Stevenson, Diretor do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, intitulado “20 Casos Sugestivos de Reencarnação”.


 Esses dois cientistas se conjugam com o Prof. Dr. Wladimir Raikov, da Universidade de Moscou, também empenhado nas mesmas pesquisas. Isso mostra que o problema da reencarnação pertence hoje à área científica.


 É um dos últimos problemas religiosos absorvidos pela Ciência.


Compreendemos assim o interesse predominante de Emmanuel pelas questões morais e espirituais.


 Suas mensagens insistem nesse campo, não por uma preferência pessoal, mas em virtude das próprias experiências vividas pelo espírito que sentiu, na sucessão de suas reencarnações, “a força do tempo, ou melhor, das leis de Deus que nos governam a vida”.


 Estamos acostumados a pensar nas leis de Deus em termos de religião, lembrando-nos do Decálogo ou dos ensinos do Evangelho, mas o Espiritismo sustenta que as leis de Deus são as próprias leis naturais, que tanto governam a sementeira do espírito no “campo da vida”.


XAVIER, Francisco Candido; PIRES, Herculano. Chico Xavier pede licença.

 Espíritos Diversos, Cap 4.


terça-feira, janeiro 09, 2024

Verdade e Amor - Emmanuel




Verdade e Amor

Emmanuel


Efetivamente, todos nos dirigimos para a verdade suprema que é luz viva, mas, até lá, de quantas lições careceremos para nos desvencilharmos da sombra?


E, a fim de aprendermos o caminho certo para as realizações eternas, só o amor pode tutelar-nos com segurança.


***

Todos somos, na Terra - os espíritos encarnados e os desencarnados que ainda nos vinculamos a ela - uma família só, a caminho da imortalidade.


 Entretanto, na longa excursão evolutiva, quantos de nós teremos tido necessidade ou ainda estaremos necessitados de apoio?


Este acreditou que o afeto exigia violência para confirmar-se e caiu na criminalidade, mutilando-se ao pretender mutilar.


Aquele se admitiu suficientemente forte para oprimir os destinos alheios e estirou-se nos excessos do poder, destrambelhando o cérebro e gastando tempo vasto em moléstia e restauração.


Outro assumiu débito enorme, escravizando-se a situações complexas, das quais dependerá laborioso esforço para sair.


Outro, ainda, se iludiu com relação a repouso e alegria sem bases na responsabilidade e perdeu temporariamente a faculdade de discernir, transviando-se em labirintos de cegueira espiritual.


Realmente, devem todos esses nossos irmãos ser reajustados e curados, a fim de prosseguirem jornada acima. 


Entretanto, para isso, não bastaria sacudi-los com afirmativas condenatórias acerca das ruínas e lutas em que se encontram.


Urge administrar-lhes cuidado, assistência, remédio, compreensão.


***

Assemelhamo-nos, de modo geral, no Planeta Terrestre, até agora, a alunos no educandário ou doentes no sanatório.


Sem que nos entendamos e nos auxiliemos mutuamente, sernos- á impossível adquirir reajuste e esclarecimento.


***

Com toda a certeza brilharão mundos na Imensidade Cósmica, nos quais criaturas já se transformaram em luz, confundindo-se com o esplendor dos Sóis em que se conjugam as realidades excelsas da vida. 


Mas, na Terra, por enquanto, e provavelmente por muitos séculos ainda embora a nossa obrigação de render culto incessante à verdade - fora do amor o nosso problema de equilíbrio e de reequilíbrio não terá solução.


A Solução dos Homens

Irmão Saulo


A mensagem que Chico Xavier nos oferece nessas reflexões de Emmanuel exige atenção para ser realmente compreendida. 


Não nos iludamos com sua aparente simplicidade e clareza. 


Seu tema central é à busca da verdade à luz do amor. 


Não basta buscar a verdade. 


É preciso buscá-la com amor, estabelecendo o equilíbrio entre raciocínio e afetividade. 


Nossa tendência à análise levou-nos até agora a estabelecer divisões arbitrárias no processo do conhecimento. 


Exigimos a frieza do raciocínio em oposição ao calor da afetividade. 


Com isso conseguimos grande evolução científica e técnica. 


Mas, por outro lado, vimos as mais legítimas aspirações asfixiadas no utilitarismo do século e estamos ameaçados de uma catástrofe moral.


As realidades eternas podem ser percebidas pela mente, pelo raciocínio, mas só podem ser atingidas e vividas com o auxílio do amor. 


A pesquisa racional, por si só, é árida e fragmentária.


Quisemos escapar aos exageros do misticismo e caímos no extremismo da razão. 


A luz do amor, que devia fazer da Terra um paraíso, converteu-se na sombra do sensorial, da animalidade, da qual não conseguimos desvencilhar-nos. 


Lembremo-nos do mito da caverna em Platão. 


Transformamo-nos em escravos acorrentados na sombra, no fundo escuro da caverna, vivendo de ilusões.


Daí os equívocos a que se refere à segunda parte da mensagem, semeando desequilíbrios e conflitos aparentemente insanáveis que exigem medidas de reajuste, reclamam remédio e compreensão.


A situação dos homens na Terra assemelha-se à dos alunos do educandário, submetidos às exigências didáticas a provas e exames exaustivos. 


Mas talvez se assemelhe ainda mais à dos doentes no sanatório, submetidos a tratamento dolorosos, a choques elétricos ou de medicamentos. 


Como sairmos dessa situação? 


Como encontrar a solução dos homens, equacionando todos esses conflitos para uma operação eficiente? 


A única saída é a do entendimento e do auxílio mútuo. 


Não adianta a luta em termos de violência, a condenação dos que consideramos errados, a crítica amarga e a argumentação contundente. 


O reajuste e o esclarecimento só virão quando aprendermos a amar os nossos semelhantes, a encará-los com ternura fraterna e não com ódio e repulsa.


A teoria da pluralidade dos mundos habitados acena-nos com a promessa dos mundos superiores, das civilizações cósmicas onde as criaturas humanas se transformaram em luz, ou seja, não estão enleadas na sombra do fundo da caverna, mas iluminadas pelo esplendor solar. 


Mas como ainda estamos distantes desses mundos superiores e quanto teremos de avançar para nos tornarmos dignos deles! 


Não há dúvida de que devemos buscar a verdade com afinco, evitando ilusões e enganos. Mas sem a luz do amor nas relações humanas e nas buscas das ciências não poderemos encontrar a solução dos homens, porque os homens não são coisa são espíritos, vetores psíquicos, estruturas harmoniosas de sentimentos e pensamentos.


Só compreendendo isso e agindo de acordo com essa compreensão encontraremos a solução dos homens.

 

XAVIER, Francisco Candido; PIRES, Herculano. Chico Xavier pede licença.

 Espíritos Diversos, Cap 3.


 


segunda-feira, janeiro 08, 2024

No Momento de Julgar - Emmanuel



No Momento de Julgar

Emmanuel

No momento de julgar alguém, como poderás julgar esse alguém, de todo, se não conheces tudo?


Terá sucedido um crime, estarrecendo a multidão.


Suponhamos que um homem desequilibrado haja posto uma bomba em certa casa, no intuito de destruir-lhe os moradores.


Entretanto, por trás dele estão aqueles que fabricaram o engenho mortífero; 


os que o conservaram para utilização em momento oportuno; 


os outros que lhe identificaram o perigo, aprovando-lhe a existência; 


e aqueles outros ainda que, indiferentes,lhe acompanharam o fogo no estopim, se a mínima disposição de apagá-lo.


De que maneira medirias o remorso do espírito de um homem assassinado, na hipótese desse mesmo assassinado haver provocado o seu contendor até que o antagonista lhe furtasse o

corpo, num instante de insanidade? 


E como observarias o pesar do semelhante, à vezes, ilhado no fundo de uma penitenciária, na posição de um vivo-morto, quando o imaginado morto permanece vivo? 


E com que metro verificarias o sofrimento de um e outro?


Com que pancadas ou palavras agressivas conseguirias punir, durante algumas horas, a criatura menos feliz que já carrega em si o tormento da culpa, à feição de suplício que lhe atenaza o coração, noite e dia?


Ante a queda moral de alguém, é mais razoável entrarmos para logo no assunto, na condição de partícipes dela, antes que nos alcemos à indébita função de censores.


Não precisaríamos tanto de justiça, se não praticássemos a injustiça e nem tanto de medicina se não tivéssemos doença.


Necessitaríamos, porventura, na Terra, de tantas e tão multiplicadas lições, em torno do bem, se o mal não nos armasse riscos, quase que em todas as direções do Planeta?


E onde estão aqueles que estejam usufruindo a glória da instalação segura no bem, sem o prejuízo de algum mal, ou aqueles outros que atravessam os espinheiros do mal, sem a vantagem de algum bem?


No momento de julgar, peçamos a Inspiração da Providência Divina para os magistrados que as circunstâncias vestiram com a toga, a fim de que acertem, nas suas decisões, em louvor do equilíbrio geral, porquanto é tão delicado o encargo de juiz chamado a interferir no corpo da ordem social, quão difícil é a tarefa do cirurgião convocado para interferir no corpo físico.


E quanto a nós outros, os que não somos trazidos a sentenças de lei, já que não nos achamos compromissados para isso, usemos a sobriedade e a compaixão em todos os nossos processos de vivência pessoal no cotidiano, conscientes, quanto devemos estar, de que os justos são as âncoras dos injustos e de que os bons constituem a esperança para todos aqueles que a maldade ensandece.


No momento de julgar, ainda que te coloquem no último banco, entre os últimos réus, e mesmo que se te negue o direito de defender a própria consciência edificada e tranquila, a ninguém condenes, nem mesmo àqueles que, porventura, te condenem.


Usa sempre a misericórdia e acertarás.


XAVIER, Francisco Candido; PIRES, Herculano. Chico Xavier pede licença.

 Espíritos Diversos, Cap 1.