domingo, novembro 24, 2013

Nunca desista da vida - De Gabi para você




Nunca desista da vida

De Gabi para você



Você pode não perceber, mas tenha certeza de que: 


Deus te ama;


Você conta com numerosos amigos que te amam no plano espiritual;


A morte do corpo físico, não interrompe a vida;


A morte nas condições de um suicida, causa um imenso sofrimento ao Espírito não só no momento do desencarne, mas com repercussões em reencarnações futuras;


Tudo passa , inclusive o momento de dor;


Se algo é motivo de preocupação, pense se em 30 dias continuará a sê-lo e verá que muitas vezes em poucos dias, tudo será solucionado ;


Procure retirar de seus olhos, a lente do pessimismo;


Observe a beleza do Sol e das flores, como presentes de Deus;


Ouça o cantar dos pássaros como convite à alegria;


Você é único, no mundo não existe  outra combinação cromossômica como a sua;


Valorize os comentários positivos e esqueça os negativos, pois nem Jesus conseguiu agradar a todos...



E se esses motivos não forem suficientes, fique atento aos trechos da letra Eterno Aprendiz  de Gonzaguinha:



Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...


Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...






A coragem de fazer a diferença - Momento Espírita




A coragem de fazer a diferença


Uma pessoa sozinha pode fazer alguma diferença em pleno caos?


As ações de uma única pessoa poderão modificar um sistema social vigente?


Quantas vezes utilizamos como desculpa a frase: De que adianta? Sou somente um na multidão...


Mas, uma mulher, durante a Segunda Guerra Mundial, pensou diferente, agiu e fez a diferença para nada menos de 2.500 vidas.


Pouco conhecida embora, é chamada de A Schindler feminina.


Irena Sendler arriscou sua vida para salvar outras vidas.


Enfermeira, tinha trânsito livre no gueto de Varsóvia, um quarteirão de 4 quilômetros quadrados, onde foram colocadas 500.000 pessoas.


Espalhando notícias, entre os nazistas, de que tifo e outras doenças contagiosas acometiam os confinados no gueto, ela planejou e colocou em prática arriscada estratégia.


Seu objetivo: salvar o maior número possível de crianças judias, retirando-as do gueto.


A parte mais difícil era convencer as mães a lhe entregarem os filhos.


Lamentos, choro, gritos. 


Mas, em caixas de ferramentas, sacolas, malas, cestos de lixo, sacas de batatas, por dentro do casaco, ela ajudou a retirar crianças do quarteirão.


Por ser idealista, o horror da guerra não lhe arrefeceu a esperança da primavera de paz.


E ela preservou em dois frascos, enterrados sob uma árvore, as identidades de cada uma das crianças: nome verdadeiro e para onde fora encaminhada.


Conseguiu adesão de mais de uma dezena de pessoas, através das quais conseguia documentação falsa para os pequenos.


Em 1943, ela foi presa e levada à prisão de Pawiak. 


A Gestapo desejava que ela confessasse o paradeiro das crianças: 


Quantas seriam? Quem seriam? Onde estavam? Quem a havia auxiliado?


Irena teve quebrados seus pés e suas pernas e sofreu as mais vis torturas. A ninguém delatou e nada informou.


Condenada à morte, foi salva a caminho da execução por um oficial alemão, subornado pela Resistência.


As pernas fraturadas e as torturas sofridas tiveram como consequência a cadeira de rodas, que ela suportou sem reclamações nem queixas.


Manteve, até o final dos seus dias, a serenidade no olhar e o sorriso nos lábios.


Essa mulher corajosa desencarnou no dia 12 de maio de 2008. Foi indicada pelo governo polonês, com o apoio do governo de Israel, ao Prêmio Nobel da Paz.


As vidas que salvou das garras do horror nazista e frutificaram em filhos e netos, não a esquecem.


Muitos a foram visitar, no pós-guerra.


Ela figura entre as 6.000 polonesas que ganharam o título de Justo entre as nações, concedido aos que trabalharam pelas vidas dos seus irmãos, nos negros dias da guerra vergonhosa.


Uma mulher que fez a diferença, com vontade e determinação.


Fez a diferença porque não ficou reclamando da situação em que mergulhara a Polônia, mas colocou mãos à obra e realizou a sua parte, acenando esperanças.


*   *   *


Pensemos nisso, reflitamos e verifiquemos se, nos dias que vivemos, a nossa voz, a nossa atitude, o nosso gesto não pode fazer a grande diferença entre a morte e a vida, entre o desespero e o cântico de esperança.


Pensemos...









Redação do Momento Espírita, com base em dados  biográficos de Irena Sendler, colhidos nos sites  http://www.slideshare.net/; noticias.uol.com e pt.wikipedia.org. Disponível no livro Momento Espírita, v. 8, ed. Fep. Disponível em www.momento.com.br






sexta-feira, novembro 22, 2013

O bem anônimo - Momento Espírita






O bem anônimo


Pessoas famosas, em geral, tomam páginas e páginas da imprensa escrita todos os dias. Revistas especializadas mostram como eles vivem, do que gostam, o que fazem das suas horas.


Se viajam, casam ou descasam são notícia. Se cometem uma infração à lei, qualquer que seja, se tornam manchete.


São seres humanos, com virtudes e defeitos. Praticam tolices, como todos nós, com a diferença de que estão sempre em evidência.


Por isso, é muito bom se falar a respeito das coisas positivas que alguns desses seres realizam em suas vidas. E, digamos bem, sem querer que outros saibam.


Foi assim que um dia, Irmã Dulce, a freira baiana que deixou uma mensagem de amor para a Humanidade, com sua vida de dedicação aos doentes pobres, confidenciou a um amigo íntimo que, certa vez, andava muito preocupada com as dívidas da sua obra benemérita.


Aproximava-se a época de pagar o décimo terceiro salário aos funcionários do hospital e ela não tinha de onde tirar o numerário. Armada de fé, orou a Maria, mãe de Jesus:


Mãe Santíssima, peço a ti, como mãe de nosso Mestre, que me ajudes. 


Eu já pedi a Ele que olhe pela nossa obra. 


Mas, sabe, mãe, acho que Ele anda muito ocupado com outras coisas ou, então, deve estar cansado dos meus pedidos constantes. 


Ele não está me atendendo.


Por isso, eu te peço, Maria, intercede por mim junto a Ele. 


Precisamos muito de dinheiro. 


Os funcionários não podem ficar sem o seu salário.



Além disso, temos umas outras tantas dívidas que me estão preocupando. Ajuda-me, Maria.


Alguns dias depois, Irmã Dulce conta que recebeu um telefonema. Era o cantor Roberto Carlos.


Olá, Irmã, como vai?


Na resposta de Irmã Dulce, ele percebeu a preocupação.


A senhora está com problemas de dinheiro?


Pois é, meu filho, estou. 


A obra é grande, muitos os necessitados e as obrigações sociais.


De quanto precisa, Irmã?


Depois que ela declinou a quantia, ele completou perguntando o nome do banco, o número da agência e da conta corrente. 


No dia seguinte, lá estava o depósito.


Mas, disse o cantor, tem uma condição para eu lhe remeter o que a sua obra precisa, Irmã. 


A senhora deve me prometer que não contará para ninguém.



Foi por esse motivo que, durante muito tempo, Irmã Dulce guardou segredo. 


Mas, um dia, resolveu contar para um amigo porque, dizia, queria que ao menos outra pessoa pudesse saber que almas nobres existem neste maravilhoso mundo de Deus.


E, por acreditarmos que o bem merece lugar de destaque no mundo, optamos por narrar o episódio.


*   *   *


Sejamos sempre aqueles que têm olhos de ver o bem, o belo, o bom.


Antes de permitir que a nossa inveja ou simplesmente nossa vontade de criticar, estabeleça comentários desabonadores sobre quem quer que seja, disponhamo-nos a nos tornar os divulgadores das boas notícias, dos gestos nobres, das ações nobilitantes.


Nosso sofrido mundo necessita de vibrações positivas, de anúncios de bondade.


Pensemos nisso e construamos o bem com nossas palavras, todos os dias.




Redação do Momento Espírita, com base em informações colhidas no seminário O perdão e o autoperdão, desenvolvido por Divaldo Pereira Franco. Disponível em www.momento.com.br.








Em  mais este período que antecede o Natal , que Jesus permita que  esta flor espiritual, cujo miolo é irmã Dulce e cada pétala, esses pequenos corações sofridos, em busca de amparo espiritual, de amor e de recursos materiais para seu provimento, cheguem ao coração de Roberto Carlos e de todos vocês que acessam este blog em busca de um grão de luz e de uma gota de esperança...

Banda larga e mente estreita - Momento Espírita




Banda larga e mente estreita



Toda banda larga é inútil, se a mente for estreita.


Eis a ideia veiculada numa determinada campanha publicitária nacional, que toca numa temática bastante interessante.


Nos tempos de desenvolvimento tecnológico incessante e revolucionário; nos tempos da velocidade da informação, e da conectividade em tempo real com o mundo todo, é necessário pensar.


Pensar se tudo isso, realmente, está sendo utilizado em favor do desenvolvimento humano, ou é apenas mais uma distração criada pela alma imatura do homem terreno.


Sim, pois, se pouco ou nada nos acrescenta como Espíritos, no que diz respeito ao nosso progresso moral, ao nosso melhor comportamento, de que nos adianta?


De que nos adianta ter a facilidade no acesso à informação, se não sabemos o que fazer com ela?


De que adianta ficar sabendo de tantas e tantas coisas, se não sabemos selecionar o que eu quero e o que eu não quero para mim?


Toda banda larga é inútil, se a mente for estreita.


A mente estreita é esta que se perde em meio a tantas possibilidades, sem saber para onde ir.


Naufragam ao invés de navegarem na Web.


Gastam seu tempo querendo saber da vida dos outros, do que aconteceu aqui ou ali, inaugurando apenas uma nova forma de voyeurismo e fofoca - apenas isso.


A mente estreita lê, mas não pensa sobre o que leu, não emite opinião, apenas aceita...


A mente estreita prefere o contato virtual, dos perfis raramente sinceros, do que a conversa olho no olho, sem barreiras, sem máscaras.


A tecnologia está à nossa disposição para nos ajudar. É o conhecimento intelectual engendrando o progresso moral, propiciando o adiantamento do ser humano, e não sua destruição.


A chamada informação nunca foi tão fácil e farta, é certo, mas será ela, por si só, suficiente?


O que mudou em nós, seres humanos, as agilidades tecnológicas da nova era? Tornamo-nos melhores? Mais caridosos? Mais dispostos a nos vermos todos na Terra como irmãos?


Talvez para alguns sim, os de mente larga e coração amplo.


Tantas comunidades do bem na rede, tantas propostas nobres ligando pessoas em todo o mundo!


Inúmeras mensagens de consolo, de esclarecimento, diariamente cruzam os ares virtuais da internet, e levam carinho e alegria a muitos lares infelizes.


São muitos os exemplos de como os avanços intelectuais podem ser bem utilizados em favor do desenvolvimento humano.


Sejamos nós estes de mente larga, que querem e trabalham pelo bem comum, das mais diferentes formas possíveis, e que se utilizam de mais este instrumento, para viver o amor.


*   *   *


O Universo é a condensação do amor de Deus, e somente através do amor poderá ser sentido, enquanto pela inteligência será compreendido.


Conhecimento e sentimento unindo-se, harmonizam-se na sabedoria que é a conquista superior que o ser humano deverá alcançar.


Busquemos a plenitude intelecto-moral, conforme tão bem acentua o nobre Codificador do Espiritismo, Allan Kardec.





Redação do Momento Espírita com citações do cap. Desenvolvimento científico, do livro Dias gloriosos, do Espírito Joanna de Ângelis,  psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Disponível no livro Momento Espírita, v. 8, ed. Fep.Disponível em www.momento.com.br.