segunda-feira, setembro 21, 2020

ENCONTRO COM JESUS #118 ATIVANDO A SERENIDADE

33. Hábitos Infelizes - André Luiz




 33. Hábitos Infelizes

André Luiz


Usar pornografia ou palavrões, ainda que estejam supostamente na moda.


Pespegar tapinhas ou cotucões a quem se dirija a palavra.


Comentar desfavoravelmente a situação de qualquer pessoa.


Estender boatos e entretecer conversações negativas.


Falar aos gritos.


Rir descontroladamente.


Aplicar franqueza impiedosa a pretexto de honorificar a verdade.


Escavar o passado alheio, prejudicando ou ferindo os outros.


Comparar comunidades e pessoas, espalhando pessimismo e desprestígio.


Fugir da limpeza.


Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo e de todos.


Ignorar conveniências e direitos alheios.


Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes do próximo.


Irritar-se por bagatelas.


Indagar de situações e ligações, cujo sentido não possamos penetrar.


Desrespeitar as pessoas com perguntas desnecessárias.


Contar piadas suscetíveis de machucar os sentimentos de quem ouve.


Zombar dos circunstantes ou chicotear os ausentes.


Analisar os problemas sexuais seja de quem seja.


Deitar conhecimentos fora de lugar e condição, pelo prazer de exibir cultura e competência.


Desprestigiar compromissos e horários.


Viver sem método.


Agitar-se a todo instante, comprometendo o serviço alheio e dificultando a execução dos deveres próprios.


Contar vantagens, sob a desculpa de ser melhor que os demais.


Gastar mais do que se dispõe.


Aguardar honrarias e privilégios.


Não querer sofrer.


Exigir o bem sem trabalho.


Não saber aguentar injúrias ou críticas.


Não procurar dominar-se, explodindo nos menores contratempos.


Desacreditar serviços e instituições.


Fugir de estudar.


Deixar sempre para amanhã a obrigação que se pode cumprir hoje.


Dramatizar doenças e dissabores.


Discutir sem racionar.


Desprezar adversários e endeusar amigos.


Reclamar dos outros aquilo que nós próprios ainda não conseguimos fazer.


Pedir apoio sem dar cooperação.


Condenar os que não possam pensar por nossa cabeça.


Aceitar deveres e largá-los sem consideração nos ombros alheios.


XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz. Sinal verde. Ed 1. Uberaba/MG:CEC, 2002, cap 33, p.98.

domingo, setembro 20, 2020

32. Presentes - André Luiz




32. Presentes


André Luiz


O presente é sempre um sinal de afeto e distinção entre a pessoa que oferece e a que recebe.


Sempre aconselhável escolher o presente de acordo com a profissão ou a condição de quem vai recebê-lo.


Se a sua oferta vem a ser alguma prenda de confecção pessoal, como sejam um quadro ou alguma obra de natureza artística, evite perguntar por ela depois de sua doação ou conduzir pessoas para conhecê-la, criando embaraços em suas relações afetivas.


Omita o valor ou a importância de sua dádiva, deixando semelhante avaliação ao critério dos outros.


Depois de presentear alguém com o seu testemunho de amizade, é sempre justo silenciar referências sobre o assunto para não constranger essa mesma pessoa a quem supõe obsequiar.


Se você deu um presente e a criatura beneficiada passou a sua dádiva para além do círculo pessoal, felicitando outra criatura, não lance reclamações e sim considere as bênçãos da alegria multiplicadas por sua sementeira de fraternidade e de amor.


XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz. Sinal verde. Ed 1. Uberaba/MG:CEC, 2002, cap 32, p.96.


ENCONTRO COM JESUS | PERDOANDO VOCÊ | MEDITAÇÃO COM YASMIN MADEIRA.#117