sábado, janeiro 26, 2008

Imagem e realidade não são sinônimos - Humberto Pazian



Psicopictografia de Edouard Manet ::Pelo Médium Medrado/BA



Imagem e realidade não são sinônimos


Para viver bem...


Tenha calma.


Nem sempre aquilo que se vê é o que aparenta ser.


As imagens chegam, muitas vezes, distorcidas à nossa mente fazendo com que tiremos conclusões erradas.



Em outras ocasiões, formamos nossas conclusões baseados nas observações de outras pessoas, o que aumenta ainda mais nossa chance de errar.


Procure, sempre, analisar com bondade e discernimento tudo o que vê e ouve, pedindo a Deus o entendimento correto de cada situação.


Texto extraído do livro Para viver bem... página 58::Petit Editora::Autor: Humberto Pazian

terça-feira, janeiro 22, 2008

Edouard Manet :: Pintura mediúnica pelo médium Medrado/BA




CONSTRUÇÃO SOBRE A ROCHA




Você se considera uma pessoa de fé?Não importa qual seja a sua religião, mas será que você tem plena confiança nas verdades que aprende, a ponto de obter sustentação nas horas difíceis?
Para os cristãos, há um ensinamento do Cristo que vale a pena relembrar e refletir.
Em Mateus, cap. 7, versículos 21 a 29, lemos o seguinte:Todo aquele que ouve estas minhas palavras, e as põe em prática, será como um homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra a casa, mas ela não desabou. Estava fundada na rocha. Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será como um homem tolo que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela desabou. E grande foi sua ruína.
Jesus se refere, claramente, à fé operante daqueles que ouvem as suas palavras e as praticam.A fé operante é aquela que nos sustenta nas horas mais difíceis da vida.Será que a nossa fé resiste às chuvas, ventos e enxurradas que chegam a cada dia?Ou será que o mais leve vento derruba a nossa confiança em Deus?
Será que, quando o vendaval da morte arranca do nosso convívio uma pessoa querida, nossa casa ainda continua firme, ou desaba como as construções feitas sobre a areia?Nesses momentos, só a certeza da imortalidade da alma e da individualidade que nosso ente caro guarda após a morte, será capaz de nos trazer conforto íntimo.
Quando a nossa fé não está fundamentada na razão, passamos a nos questionar:"E se a morte for o fim de tudo? E se meu familiar querido se foi para sempre? E se aquele corpo que foi enterrado era tudo que existia?"Nessas horas, o cristão se esquece que o mestre, de quem se diz seguidor, deu o maior exemplo de imortalidade e individualidade, voltando depois de ter sido morto e enterrado.
E voltou para provar que o túmulo não é o fim da vida, e que o espírito conserva sua individualidade, isto é, não se perde no todo, como uma gota d'água no oceano.Tendo essas bases sustentando a fé, nada a fará desabar, nem mesmo os mais terríveis temporais.
E se é capaz de sustentar diante da mais terrível das dores, que é a da separação pela morte, que força não terá frente às demais amarguras?
Se em algum momento a sua fé demonstrar fragilidade diante de uma situação qualquer, talvez seja hora de você buscar solidificar suas certezas.
Se você diz ter fé num Deus justo e bom, nada que lhe aconteça deverá ser motivo de desespero.
Se nas bases da sua fé está bem sedimentada a certeza de que cada um receberá segundo suas obras, nenhuma tempestade a abalará.
Você terá sempre confiança plena no Criador, que tudo sabe e a tudo provê.
Mas, se a mais leve brisa abala suas frágeis crenças, é hora de refletir, estudar a fundo as bases da sua religião e fortalecê-las.Só assim essa construção estará firmada na rocha.
Na rocha de convicções inabaláveis.
Pense nisso! Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da humanidade.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em O Evangelho segundo o Espiritismo.

sábado, janeiro 19, 2008



"O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo."
Mahatma Gandhi

Declarar Amor

Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração. A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.
Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais. E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.
Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital. Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.
O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestiona-la, lhe disse: pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar e o seu marido. Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo: - O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.
Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada. Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura. A resposta do marido foi curta, mas precisa: - Ela tem de ficar boa.
Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta. O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.
Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível. O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa: - Querida, eu vou fazer você ficar boa. - Por que? Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos. - Porque você representa muito para mim.
Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele. - Você nunca me disse isso. - Estou dizendo agora.
Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa. Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.
É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.
É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo. A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.
Quem diz ao outro: eu amo você, expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do cap. "Ecologia Doméstica", da obra Pais e Filhos – Companheiros de Viagem, de autoria de Roberto Shinyashiki, ed. Gente, e do texto "A Convivência Humana", de José Ferraz, extraído da revista Presença Espírita, nº 227, de novembro/dezembro 2001.

terça-feira, janeiro 15, 2008

Monet - Pintura mediúnica pelo médium Medrado/BA


Livre-se do peso inconveniente da amargura.


Para viver bem...



É preciso, em algumas ocasiões, contabilizar nosso prejuízo, deixar as diferenças de lado e seguir em frente.
Numa grande caminhada, também é necessário largar o excesso de peso para se poder seguir com mais suavidade morro acima.
Na grande viagem da vida, não poderia ser diferente, é necessário, sempre, abandonar o peso das mágoas, ressentimentos, ódio e tudo o mais que possa prejudicar a nossa ascensão espiritual.

Humberto Pazian


Texto extraído do livro Para viver bem... página 56::Letras e Textos Editora::Autor: Humberto Pazian

sexta-feira, janeiro 11, 2008

SIGAMOS COM JESUS - Neio Lúcio




SIGAMOS COM JESUS



Maomé foi valoroso condutor de homens.
Milhões de pessoas curvaram-se-lhe às ordens.
Todavia, deixou o corpo como qualquer mortal e seus restos foram encerrados numa urna, que é visitada, anualmente, por milhares de curiosos e seguidores.
Carlos V, poderoso imperador da Espanha, sonhou com o domínio de toda a Terra, dispôs de riquezas imensas, governou muitas regiões; entretanto, entregou, um dia, a coroa e o manto ao asilo de pó.



Napoleão era um grande homem.
Fez muitas guerras.
Dominou milhões de criaturas.
Deixou o nome inesquecível no livro das nações.
Hoje, porém, seu túmulo é venerado em Paris..
.Muita gente faz peregrinação até lá, para visitar-lhe os ossos...
Como acontece a Maomé, a Carlos V e a Napoleão, os maiores heróis do mundo são lembrados em monumentos que lhes guardam os despojos.



Com Jesus, todavia, é diferente.
No túmulo de Nosso Senhor, não há sinal de cinzas humanas.
Nem pedrarias, nem mármores de preço, com frases que indiquem, ali, a presença da carne e do sangue.
Quando os apóstolos visitaram o sepulcro, na gloriosa manhã da Ressurreição, não havia aí nem luto, nem tristeza.
Lá encontraram um mensageiro do reino espiritual que lhes afirmou: "Não está aqui."
E o túmulo está aberto e vazio, há quase dois mil anos.
Seguindo, pois, com Jesus, através da luta de cada dia, jamais encontraremos a angústia da morte e, sim, a vida incessante.



No caminho de notáveis orientadores do mundo poderemos encontrar formosos espetáculos da glória passageira; contudo, é muito difícil não terminarmos a experiência em desilusão e poeira.
Somente Jesus oferece estrada invariável para a Ressurreição Divina.
Quem se desenvolve, portanto, com o exemplo e com a palavra do Mestre, trabalhando por revelar bondade e luz, em si mesmo, desde as lutas e ensinamentos do mundo, pode ser considerado cidadão celeste.



Neio Lúcio


Da obra: Alvorada Cristã.Psicografia de Francisco Cândido Xavier

terça-feira, janeiro 08, 2008



O desânimo é uma praga que se expande lentamente e corrói nossos sonhos.


Para viver bem...



Motive-se.
Procure observar sempre o lado bom que há em tudo.
O desânimo é uma praga que se expande lentamente e corrói nossos sonhos.
Livre-se dele por seu oposto, buscando a companhia de pessoas alegres e otimistas, leia a biografia de pessoas que tiveram sucesso em suas atividades.
Há milhares de pessoas vencedoras, de ânimo firme e forte, que poderão servir-nos de exemplo, em todas as épocas e em todos os povos.
E então, o que está esperando para ser uma delas?

Humberto Pazian



Texto extraído do livro Para viver bem... página 54::Petit Editora::Autor: Humberto Pazian

domingo, janeiro 06, 2008



Monet - Pintura Mediúnica pelo Médium Medrado



NOS CAMINHOS DO CORAÇÃO



Nos Caminhos do Coração
Quanto você puder:
Movimente-se, fale, trabalhe ou escreva para fazer o bem.
Não pergunte.
Sirva.
Alguém está precisando.
Quem é, saberá você depois.Jejuns e penitências, serão válidos.
A dieta pode ajudar a vida e prolongá-la.
Promessas observadas trazem o benefício da disciplina e da educação.
Existem, no entanto, certos votos de que todos devemos compartilhar: - aceitar os outros como são,
- servir sem incomodar,
- abençoar sempre,
- desculpar sem restrições.
ANDRÉ LUIZ
Do livro “Endereços da Paz”, Psicografia do médiumFrancisco Cândido Xavier.