domingo, agosto 02, 2009




O Bem é a Meta

Joanna de Ângelis



Surge a Era Nova.



O sol da esperança desbasta as trevas da ignorância.



Pequenos grupos de servidores verdadeiros do Evangelho, no silêncio da renúncia, estão levantando os pilotis sobre os quais será erguida a Era Nova.Sem alarde, em luta ingente, esses corações convidados constituem segurança para o mundo melhor de amanhã.



Não obstante o vendaval, as ameaças do desequilíbrio e o predomínio aparente das forças da violência, o bem, corno fluido de libertação, penetra todo o organismo terrestre preparando o mundo novo.



Não engrossam as fileiras dos desanimados, nem aplaudem a insensatez dos perversos ou apóiam a estultícia dos vitoriosos da ilusão.



Quem aprendeu a confiar em Jesus põe as suas raízes na verdade.



São minoria, não, porém, grupo ao abandono.



Todos os grandes ideais da humanidade surgem em pequeninos núcleos, que se alargam em gerações após gerações.



O Cristianismo restaurado, por sua vez, é a doutrina do amanhã, no enfoque espírita, porque, enquanto a mensagem de Jesus teve de destruir as bases do paganismo para erguer o santuário do amor, o Espiritismo deve apenas erigir, sobre o Cristianismo, o templo luminoso da caridade.



Chamados para este ministério, não duvidam, alegrando-se por ter seus nomes inscritos, como diz o Evangelho, no livro do reino dos céus e serem conhecidos do Senhor.Nossa Casa tem ação.



É hoje reduto festivo, santuário que alberga Espíritos mensageiros da luz, oficina onde se trabalha, escola de educação e hospital de recuperação de vidas.



Com outros Obreiros aqui temos estado, mantendo a chama da verdade acesa - como ocorria com os antigos faróis com a flama ardente, apontando a entrada dos portos e mais tarde dando notícias dos recifes e perigos do mar.



Filhos da alma, nunca desistam de fazer o bem, face ao aparente triunfo do mal em desgoverno, em torno de suas vidas.



Passada a tempestade, a luz volta a fulgir.



A sombra é somente ausência da claridade. Não é real.



Só Deus é Vida; somente o Bem é meta.



Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL. 1994.




ALGUÉM PARA AMAR


Momento Espírita



O mundo está cheio de queixas. De pessoas que se dizem solitárias. Que desejariam ser amadas. Que vivem em busca de alguém que as ame, que as compreenda.



O mundo está cheio de carências. Carências afetivas. Carências materiais.
Possivelmente, observando o panorama do mundo onde vivia foi que madre Teresa de Calcutá certo dia escreveu:



Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida. Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água. Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.



Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo.



Quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro.



Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado. Quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos. Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.



Quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.



Quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha. Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender.



Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.



Tornai-nos dignos, senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.



Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.



Madre Teresa verdadeiramente conjugou o verbo amar. Sua preocupação era primeiro com os outros.



Todos representavam para ela o próprio cristo. Em cada corpo enfermo, desnutrido e abandonado ela via Jesus crucificado em um novo madeiro.



Amou de tal forma que estendeu a sua obra pelo mundo inteiro, abraçando homens de todas as raças e credos religiosos.



Honrada com o prêmio Nobel da paz, prosseguiu humilde, servindo aos seus irmãos. Tudo o que lhe importava eram os seus pobres. E os seus pobres eram os pobres do mundo inteiro.



Amou sem fronteiras e sem limites. Serviu a Jesus em plenitude. E nunca se ouviu de seus lábios uma queixa de solidão, amargura, cansaço ou desânimo.



Sua vida foi sempre um cântico de fidelidade a Deus, por meio dos compromissos com as lições deixadas por Jesus.


***


O Cristo precisa de almas dispostas e decididas que não meçam obstáculos. Almas que se lancem ao trabalho reconfortante e luminoso, no qual se pode ser útil de verdade.



Almas que não esperem nada dos seus atendidos a não ser a sua felicidade, sob as luzes do amigo Jesus.



Almas cujo único desejo seja o de amar intensamente, sem aguardar um único gesto de gratidão.



Almas que tenham entendido o que desejou dizer Francisco de Assis: é melhor amar do que ser amado.

Fontes: Livro Vida e Mensagem, cap. 20, ed. FRÁTER.Poema de Madre Teresa de Calcutá – Dai-me alguém para amar.


Disponível<http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=22&stat=3&palavras=Emi&tipo=p>

sábado, agosto 01, 2009


A tarefa dos pais


Momento Espírita


Quando se anuncia a chegada de um novo membro na família, há grande alegria.
Os pais se desdobram em complexos preparativos.
Por ocasião do nascimento, há arroubos de ternura.
A Sabedoria Divina veste os Espíritos que retornam à carne com encantadora roupagem.
Frágeis e graciosos, eles inspiram cuidados e afeto.
É com enternecimento que os pais acompanham o crescimento de seus pequenos rebentos.
Desejosos de que sejam muito felizes, tomam inúmeras providências.
Colocam-nos nas melhores escolas, cuidam de sua saúde, os defendem de tudo e de todos.
É bom e natural que seja assim, pois a tarefa dos pais envolve o cuidado e o preparo de seus filhos para os afazeres da vida.
Entretanto, essa tarefa é muito mais vasta.
Todo bebê que nasce representa um antigo Espírito que retorna ao cenário terrestre.
Como terá de viver em um mundo materializado, ele precisa receber educação formal e todos os demais cuidados que essa circunstância inspira.
Entretanto, como Espírito imortal, não renasce na carne para vencer os outros e brilhar em questões mundanas.
Todo Espírito precisa crescer em intelecto e em moralidade.
No atual estágio da evolução humana, há um certo descompasso entre esses dois aspectos.
A busca pelo bem-estar e mesmo o egoísmo fazem com que a criatura procure modos de viver o melhor possível.
Ao cuidar de seus interesses, ela exercita naturalmente a inteligência.
Entretanto, sob o prisma ético, a evolução costuma ocorrer de forma algo mais vagarosa.
Um contingente muito significativo dos Espíritos demora bastante para sentir o próximo como um semelhante.
Surge tardiamente a compreensão de que o outro também tem sonhos, sofre, chora e merece respeito e amparo.
O aspecto moral é atualmente deveras crítico.
Para as criaturas em geral não falta capacidade de raciocínio.
Falta-lhes retidão de caráter, compaixão e pureza.
Consequentemente, a desenvolver tais qualidades é que os pais precisam se dedicar.
Se apenas cuidarem para que os filhos sejam felizes, sob o prisma mundano, falirão em sua tarefa.
Os filhos terão nascido para buscar uma coisa, mas os pais os direcionarão a conquistar outras.
Isso implicará a perda de uma preciosa oportunidade.
Então, é necessário cuidar da instrução formal das crianças e adolescentes.
Mas é primordial ensinar-lhes respeito ao próximo.
Os jovens precisam aprender que a família e os bens dos outros são sagrados.
Que a tolerância é uma virtude preciosa em um mundo cheio de facetas.
Que a consciência tranquila constitui o maior tesouro que se pode possuir.
Mas, para que a lição não seja hipócrita, os pais devem exemplificar, e não apenas falar.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.




Sem desânimo


Momento Espírita



Um homem se acha perdido no deserto e a sede o martiriza terrivelmente.



Desfalecido, cai por terra, pede a Deus que o assista e espera. Nenhum anjo vem lhe dar de beber.



Contudo, um bom Espírito lhe sugere a idéia de levantar-se e tomar um dos caminhos que tem diante de si.



Em movimento maquinal, reúne todas as forças que lhe restam e se ergue. Caminha, e percebe ao longe um regato.



Ao divisá-lo, ganha coragem e o alcança.Se for um homem de fé dirá: "Obrigado, meu Deus, pela idéia que me inspiraste e pela força que me deste.”



Se lhe falta a fé exclamará: "Que boa idéia eu tive!Que sorte a minha por tomar o caminho da direita, em vez do da esquerda.



O acaso, às vezes, nos serve admiravelmente! Quanto me felicito pela minha coragem e por não me ter deixado abater!”



Algumas pessoas dirão: “Mas, por que o Espírito não lhe falou claramente: segue este caminho e encontrará o que procura? Desta maneira, teria provado a providência divina.”



Os Espíritos, nossos protetores, não nos dão a resposta pronta e, sim, nos apontam caminhos, porque nos ensinam que devemos andar com nossas próprias pernas.



É que devemos confiar em Deus e submetermo­-nos sempre à Sua vontade.



Deus faz conosco como um pai ou uma mãe que vê seu filho cair e que, sabendo não haver nenhum perigo, fica à distância para que se levante sozinho.



Se a criança vê a mãe, começa a chorar e não sai do lugar.



Mas se, ao contrário, percebe que ninguém está por perto, reúne suas forças e se levanta.



Qual ocorreu com o viajor do deserto, acontece conosco no dia-a-dia.



Quantas vezes nos sentimos sem forças para continuar a caminhada?



Sentimo-nos exauridos, pois tantas são as lutas no lar, com os familiares difíceis.



Na sociedade, é um amigo desajustado que nos perturba.



No trabalho, é o chefe inconseqüente que dificulta, muitas vezes, o nosso progresso profissional.



Vem o desestímulo com nossa tarefa de educadores, com aquele filho que não nos ouve.



Outras vezes, são aqueles a quem buscamos ajudar e que nos respondem com ofensas.



São tantos os revezes, que sentimos vontade de desistir de tudo. Falta-nos até mesmo a fé.



Geralmente nesses momentos esquecemo-nos de buscar forças através da prece.

Rogar a Deus que nos ajude a cultivar a renúncia, pelo bem de todos.




E quanto àqueles a quem fazemos o bem, não nos cabe esperar elogios nem agradecimento, a exemplo de Jesus.



Agindo assim, estaremos espalhando as sementes do amor, deixando ao sublime jardineiro a colheita."



O grande bem de todos é feito nos pequenos sacrifícios de cada um.”A partir daí podemos pensar numa sociedade mais feliz!

* * *

Não permitamos que o desânimo e a falta de fé se instalem em nossas almas!



Se percebermos que as nossas forças estão se esgotando, busquemos imediatamente o amparo junto ao coração magnânimo do nosso irmão maior, Jesus.



Ele, que jamais nos abandonou, suprirá as nossas carências, dando-nos coragem para superar os obstáculos.



Redação do Momento Espírita com base no item 8 do cap. XXVII deO evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no cap. 35do livro O espírito de verdade, de Espíritos diversos,psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.




BORBOLETAS
Mário Quintana


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai acharnão quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Mário Quintana


NO REINO DAS BORBOLETAS

Momento Espírita



À beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crepúsculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:



Não temam! Sou sua irmã de raça!



Venho para lhes trazer esperança. Nem sempre permanecerão coladas às ervas do pântano! Tenham calma, fortaleza e paciência.



Esforcem-se para não sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.



Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordarão com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...



Então, não mais se arrastarão, presas ao solo úmido e triste. Adquirirão preciosa visão da vida, pois poderão subir muito alto e seu alimento será o néctar das flores...



Viajarão deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!



Observarão o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destrói, e verão a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.



Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclamações admiradas:



Ah, não posso crer no que vejo!



Que misteriosa criatura!



Será uma fada milagrosa?



Nada possui de comum conosco...



Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:



Não se iludam! Não sou uma fada celeste! Minhas asas são parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.



Ontem, eu vivia com vocês; amanhã viverão comigo! Flutuarão no imenso espaço, em voos sublimes em plena luz. Libertas do lodaçal, se elevarão felizes.



Conhecerão a beleza das copas floridas e o saboroso néctar das pétalas perfumadas. Contemplarão a altura e a amplitude do firmamento...



Logo após, lançando carinhoso olhar à família alvoroçada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.



Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os comentários empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:



Calem-se e escutem! Tudo isso é insensatez, mentiras, divagações...



Não nos iludamos! Nunca teremos asas! Ninguém deve filosofar...



Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos práticas, no imediatismo da própria vida. Esqueçam-se de pretensos seres alados que não existem.



Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...



As lagartas calaram-se, desencantadas.



Caiu a noite e, em meio à sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente imóvel.



As irmãs, preocupadas, observavam curiosas o fenômeno...



Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...



* * *



À semelhança da formosa borboleta que desceu às faixas escuras onde rastejavam suas irmãs lagartas, um dia a Humanidade também recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperança.



Falou da vida estuante, além do casulo físico.



E para provar que o que dizia é realidade, Ele próprio, após desvencilhar-se do corpo físico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.



Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensidão azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galiléia...



E, mais de dois milênios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer é comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 29 do livroContos e apólogos, pelo Espírito Irmão X, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.




A VERDADEIRA CORAGEM


Momento Espírita



Você saberia definir, com exatidão, o que é coragem?


Muitos, talvez, respondam a esta pergunta fazendo referência a atos impulsivos, impensados, e até mesmo violentos que, não raramente, colocam a vida de alguém em risco.


Quase sempre esta palavra está associada à impetuosidade e à agressividade nos atos, o que leva os indivíduos a resvalarem na precipitação, incapazes de conter ímpetos de violência sob a desculpa de serem corajosos.


Mas, então, qual o real significado desta palavra?


Um dicionário renomado da língua brasileira define coragem como a energia moral perante situações difíceis.


A coragem verdadeira traz, em si, o equilíbrio como base de todas as decisões, de todos os sentimentos, de todas as atitudes.


Dá forças para suportar todas as dificuldades sem derrotismo; mas com o entendimento do que está acontecendo, e, consequentemente, com a possibilidade de buscar a melhor maneira de enfrentar qualquer situação.


Quem é corajoso traz em si a serena confiança nas próprias resistências, não se expondo indevidamente, nem se permitindo os sentimentos inferiores de raiva, ou o desejo de vingança.


Ter autodisciplina exige coragem. A autodisciplina desenvolve verdadeiros tesouros morais que enriquecem o ser humano.


Coragem é conquista conseguida na sucessão das experiências evolutivas, entre variadas dificuldades e sofrimentos, mediante os quais se adquire resistência moral e calma.


É a força moral daqueles que, sendo pobres de haveres materiais, perseveram diante das dificuldades com resignação, sem desistir.


É a força que impele os idealistas que, com convicção, defendem aquilo em que acreditam, e não forçam outros a neles acreditar.


É necessário coragem para que o indivíduo mantenha-se humano, comporte-se de maneira adequada, sofra com dignidade, alegre-se sem exageros.


Pais corajosos educam seus filhos com base em valores morais e éticos.


Filhos corajosos respeitam e amam seus pais, e não se deixam guiar por modismos ou frivolidades.


Famílias corajosas mantêm-se unidas, e seus membros apoiam-se mutuamente nas dificuldades, alegrando-se todos com os sucessos de cada um.


O estudante corajoso valoriza o aprendizado; o mestre corajoso não desiste jamais.


O cidadão corajoso ama sua pátria e respeita as leis vigentes.


O ser humano verdadeiramente corajoso não tem medo de amar. Sim, amar a todos como nosso Mestre Jesus a todos recomendou.


Nada igual à coragem de Jesus que nunca abandonou Suas convicções, mas que, em nenhum momento usou de violência moral ou física para fazer com que Nele acreditassem ou que O seguissem!


Nada igual à coragem de Jesus que a todos amou, entendeu e perdoou, mesmo nos momentos de maior sofrimento!


Redação do Momento Espírita com base nos cap. 6 e 9 do livro Iluminação interior, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.