sexta-feira, outubro 02, 2009



Trabalhe para o bem


Momento Espírita



Na sua atividade profissional diária, quando você se põe a servir à vida com os recursos de que dispõe, a fim de que tudo se desenvolva ao seu derredor, procure cientificar-se das suas obrigações.


Pense no trabalho, desde o mais simples ao mais complexo, desde os esforços braçais mais inexpressivos aos olhos comuns, até as realizações mais grandiosas no campo intelectual, e faça tudo da melhor forma. Faça tudo com boa vontade.


Todo trabalho é bênção de Deus para quem o realiza. Todo serviço é nobre desde que operado em homenagem ao excelso bem.


Se você maneja algum veículo, conduzindo passageiros, faça-o como se o seu veículo fosse uma divina carruagem devendo apanhar e entregar, com segurança, cada um dos seus irmãos, cada filho de Deus como você mesmo.


Caso você labore com alimentos, cozinhando, servindo, vendendo, faça tudo como quem administra a despensa celeste, devendo, por isso, ofertar o melhor aos irmãos do seu caminho.


Se você costura ou tece, retirando daí o seu sustento, faça tudo da melhor maneira. Aja como se manejasse a luminosa roca do Criador ou como se você fosse uma aranha inteligente e especial, incumbida de vestir e proteger os corpos dos irmãos do mundo.


Caso preste serviço na área da informática, hoje exuberante, considere que, por mais excepcionais que sejam as máquinas, você deve trabalhar como quem reverencia o cérebro e a mente, nos quais o Criador depositou as sementes da perfeição.


Se você lida com enfermos, como médico ou enfermeiro, trabalhe com os seus melhores recursos d'alma. Medite na honra de poder penetrar os segredos biológicos terrenos, cooperando com o grande autor no restabelecimento desses edifícios celulares.


Pense, ainda, nas realidades da vida orgânica que você pode controlar, mostrando-se um deus com Deus atuando, em prol do próprio desenvolvimento.
Faça do melhor modo o seu trabalho. E esteja certo de que, se trabalha mal, de má vontade, embora possa causar transtornos aos outros, a si mesmo é que estará prejudicando.


Ainda que você não receba as considerações e reconhecimentos como gostaria, na Terra, pense na oportunidade que o Pai Criador lhe oferece. Confie. Ao seu tempo tudo melhorará.


Não se perca, evitando perturbar-se em sua atividade profissional. Antes, aprimore-se. Faça tudo com carinho e rigor para que a sua estada no mundo seja de muito proveito para o seu grande futuro.


A sua vida pode tornar-se um estuário de felicidade, num campo de alegria, evadindo-se das cadeias do remorso, do pessimismo, do egoísmo, do mal, enfim, para que a sua travessia humana seja um hino de ventura para o seu encontro com Deus por meio do seu semelhante.


***


O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.


Fonte:
Cap, 11 do livro “Para uso diário”, ed. Fráter Livros Espíritas.


Disponível< http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=637&stat=3&palavras=aranha&tipo=p>


O exemplo sempre fala mais alto



Momento Espírita



As sandálias do discípulo fizeram um barulho especial nos degraus da escada de pedra que levavam aos porões do velho convento.


Era naquele local que vivia um homem muito sábio. O jovem empurrou a pesada porta de madeira, entrou e demorou um pouco para acostumar os olhos com a pouca luminosidade.


Finalmente, ele localizou o ancião sentado atrás de uma enorme escrivaninha, tendo um capuz a lhe cobrir parte do rosto. De forma estranha, apesar do escuro, ele fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.


O discípulo se aproximou com respeito e perguntou, ansioso pela resposta:


- Mestre, qual o sentido da vida?


O idoso monge permaneceu em silêncio. Apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede. Depois apontou seu indicador magro para o alto, para o vidro da janela, cheio de poeira e teias de aranha.


Mais do que depressa, o discípulo pegou o pano, subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros. Conseguiu alcançar a vidraça, começou a esfregá-la com força, retirando a sujeira que impedia a transparência.


O sol inundou o aposento e iluminou com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros, dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações.


Cheio de alegria, o jovem declarou:


- Entendi, mestre. Devemos nos livrar de tudo aquilo que não permita o nosso aprendizado. Buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja. Só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez.


Fez uma reverência e saiu do aposento, a fim de comunicar aos seus amigos o que aprendera.


O velho monge, de rosto enrugado e ainda encoberto pelo largo capuz, sentiu os raios quentes do sol a invadir o quarto com uma claridade a que se desacostumara. Viu o discípulo se afastando, sorriu levemente e falou:


- Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga. Afinal, eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu.


***


Pense em como aquilo que você faz todos os dias, está influenciando os outros.



Por isso, aja sempre no bem. Faça as coisas corretas, começando pelas pequenas coisas como, por exemplo, manter limpa a cidade.


Seja você aquele que não joga papel no chão. Coloque-o no bolso, na bolsa, num lugarzinho no chão do carro. Quando passar por uma lixeira, deposite-o ali.


Seja você aquele que respeita os sinais de trânsito. Não estacione seu carro sobre a calçada. Não estacione em fila dupla.


Respeite as filas de ônibus, do banco, do supermercado, em qualquer lugar.
Espere a sua vez sem reclamar nem xingar. Preserve a paz.


Não arranque flores dos jardins públicos, mesmo que seja para plantar em sua casa, em seu jardim. Preserve o que é de todos.


Enfim, dê o bom exemplo em tudo. Ao seu lado, sempre haverá uma criança, um jovem, um adulto, alguém enfim que se achará no direito de fazer o que você faz, principalmente se você for alguém que ele respeita, como o pai, a mãe, o professor, o melhor amigo, o político conhecido na cidade.


E lembra-se: "mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga."

(Fonte: Revista Presença Espírita ano XXVI nº 220 – A Lição)

quinta-feira, outubro 01, 2009



EM VIAGEM


André Luiz



Distribuir, por onde viajar, exortações de alegria e esperança com quantos lhe partilhem o itinerário.



O verdadeiro espírita jamais perde a oportunidade de fazer o bem.



*Tratar generosamente os companheiros do caminho.



A qualidade da fé que alimentamos transparece de toda ação.



*Ceder, dentro das possibilidades naturais, as melhores posições nas viaturas aos companheiros mais necessitados.Um gesto simples define uma causa.



*Sem esquecer os próprios objetivos, prever com estudo judicioso e minudente os percalços e as metas da viagem.A previdência exprime vigilância.



*Nas aproximações afetivas, comuns àqueles que viajam, fixar demonstrações de otimismo para que a tristeza não prejudique a obra da confiança.



O otimismo gera paz e simpatia.



*Na atenção devida aos companheiros, cuidar com estima e apreço de todas as encomendas, recados e notícias de que seja portador.



O intercâmbio amigo destrói o insulamento.



*Não se esquecer do respeito, da gentileza e da cordialidade com que se devem tratar indistintamente funcionários e servidores em veículos, hotéis, repartições e lugares públicos.



Aquele que anda, imprime sinais por onde passa.



(Pelo Espírito André Luiz- Psicografia de Francisco Cândido Xavier- Conduta Espírita, 7, FEB)



COMECE HOJE MESMO


Agar



Meu amigo, se a dor lhe bate à porta, lembre-se dos benefícios de que é portador e não desfaleça.


A Bondade Divina não articula acontecimentos para o mal.


A ferida que dilacera ou o desgosto que perturba, temporariamente, costuma encerrar incalculáveis recursos de elevação.


Tenha paciência e não esmoreça no bem.


Se a desorientação lhe entrava os passos, use a prece.


A oração realiza milagres.


Se possível, reúna aqueles que você ama, dentro da mesma vibração de confiança no culto ao Pai Celestial.


Se está doente e desalentado, peça a benção do Senhor para o copo de água fria que lhe atende à sede, porque da Fonte Divina fluem substâncias de paz e restauração para quantos lhe pedem socorro ao sublime poder.


Se você permanece em desespero, não permita que a sua desventura culmine em gestos de suprema revolta.


Espere mais tempo, antes de qualquer resolução inapelável e injusta.


Amanhã, o dia renascerá transformado.


As circunstâncias se modificam, de minuto a minuto, e os reveses de agora serão alegrias no porvir.


Teça, com serenidade, a sua auréola de ventura porvindoura, aproveitando os ensinamentos que a dor lhe trouxe ao coração.


Não tema as dificuldades e prossiga com Jesus para a frente.


Busque a presença do Divino Amigo, em seus pensamentos e, na própria luta, encontrará infinitos motivos de reconforto e beleza, bom ânimo e paz.


Inicie o abençoado serviço da oração, hoje mesmo, e amanhã, provavelmente, você começará a rejubilar-se na colheita de luz.


Pelo espírito Agar - Psicografia de Francisco Cândido Xavier - Obra: 'Nosso Livro’

Jesus e a mulher hemorroísa...



A recompensa da gratidão



Momento Espírita


Ela viera das terras distantes de Cesaréia de Filipe, na Decápole. Era considerada impura, pois há 12 anos um fluxo sanguíneo não a deixava. Recorrera a todos os métodos possíveis, na ânsia da cura.



Tudo inútil. Seu mal era considerado um sinal de desventura, um castigo divino.



Após ter gasto tudo que possuía, ela resolvera buscar a próspera Cafarnaum, na esperança de encontrar um remédio ainda não experimentado, um médico ainda não consultado.



Chegou à cidade no momento em que o sublime Profeta de Nazaré acabava de saltar nas brancas praias de Cafarnaum.



Pelos caminhos, ela ouvira falar daquele Homem, pela boca dos que tinham sido abençoados por Suas mãos e haviam recuperado a saúde.



O povo se comprime. Todos almejam chegar mais perto. A figura de Jesus se destaca com Sua túnica tecida sem costura, Seu manto quadrangular de borlas tecidas em fios de linho.



A mulher tenta se aproximar Dele. O coração parece lhe saltar do peito. O que dizer-Lhe? Como falar da sua desdita, expondo-se, em meio a tanta gente?



Ela já fora tão humilhada. As marcas da problemática orgânica lhe denunciavam a enfermidade. Estava descarnada, anêmica.



Ela acreditava Nele. Parecia sentir que uma força extraordinária se desprendia Dele. Todo Ele era grandeza. Almejava gritar, tocá-Lo. Isto: tocá-Lo seria suficiente para que se curasse.



Então, numa rua estreita, enquanto a multidão se adensava cada vez mais, ela aproximou-se e por trás, alongou o braço esquálido e Lhe tocou as vestes com a ponta dos dedos.



Maravilha! O sangue estancou de imediato. A dor se foi. Uma sensação estranha a dominou. Sentiu-se renovada. Foram alguns segundos de êxtase. Logo, a voz
Dele se destacou na multidão:


Quem me tocou?

Os discípulos dizem que é impossível saber, pois todos O apertam, comprimem.Ela se atira aos pés Dele e confessa:

Fui eu, Senhor. Guardava a certeza que, em tocando-Te as vestes, recuperaria a saúde.

Jesus a envolve em Seu olhar e a sossega:

Filha, vai em paz. A fé te salvou. Fica livre do teu mal!

Algum tempo depois, Ele foi preso. Às horas de angústia da incerteza do destino Dele, se seguiu a cruel subida até à Colina da Caveira.

Sob o peso do madeiro que carrega, enfraquecido por não ter Se alimentado desde a noite anterior e pelas longas horas de flagelação, Ele cai.

Ela não se contém. Burla a vigilância dos soldados e corre-Lhe ao encontro. Com uma toalha branca, limpa-Lhe a face ensanguentada e dorida.

Quando a retira, nela estava estampado o rosto Dele, tingido pelo sangue.

Vai em paz! Lembrar-Me-ei de ti...- escuta ela em seu coração.
* * *

Antigas tradições cristãs dizem que essa mulher se chamava Serápia e que, a partir desse episódio, ficou conhecida como Verônica, que quer dizer: verdadeira imagem.

Verônica ou Berenice - que importa? O que ressalta é o exemplo de gratidão que se permite externar.

Ela acompanha o Mestre, na Sua caminhada dolorosa, afronta a soldadesca, tudo para limpar o rosto Daquele que um dia a envolvera em Seu olhar amoroso, desejando-lhe paz.

Ele lhe retribui o gesto, deixando impresso Seu semblante na toalha alvinitente.

A recompensa da gratidão.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. A mulher hemorroíssa, do livro As primícias do reino, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Sabedoria.


Disponível<http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2161&stat=3&palavras=A%20recompensa%20da%20gratidão&tipo=t>



A mulher perfeita


Momento Espírita


Conta-se que um mestre indiano chamado Nasrudin conversava com um amigo, que lhe fez a seguinte pergunta: E então, mestre, nunca pensaste em casamento?


Já pensei, respondeu Nasrudin. Em minha juventude, resolvi conhecer a mulher perfeita. Atravessei o deserto, cheguei a Damasco e conheci uma mulher espiritualizada e linda; mas ela não sabia nada das coisas do mundo.


Continuei a viagem e fui à cidade de Isfahan. Lá encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas não era bonita.


Então, resolvi ir até o Cairo, onde jantei na casa de uma moça bonita, religiosa e conhecedora da realidade material.


Intrigado, o amigo indagou:


E por que não casaste com ela?


Ah! Meu companheiro! suspirou Nasrudin. Infelizmente ela também procurava um homem perfeito.


O ensinamento do sábio indiano aplica-se perfeitamente aos dias de hoje.


É comum ouvirmos as exigências das pessoas, no que diz respeito à amizade, ao namoro e casamento.


Os jovens e as jovens trazem em suas mentes sonhadoras a idealização de como deverá ser aquele, ou aquela, que conquistará seu coração.


Ingenuamente, procuramos a perfeição no outro, já que não podemos encontrá-la em nós mesmos.


Não há mal, de forma alguma, em ser exigente na escolha de nossas amizades ou de um futuro esposo ou esposa. Isto é saudável, desde que não cheguemos ao exagero, é claro.


O problema está em sempre querer que o outro seja especial, que tenha diversas virtudes, esquecendo de que ele, ou ela, também tem suas exigências, suas idealizações.


Assim, poderíamos questionar: Será que eu tenho estas características, estas virtudes que procuro no outro? Será que ele não tem uma lista de exigências como a minha? Eu preencho os meus próprios requisitos?


Exemplificando: você sonha com alguém que seja companheiro, que seja sincero, e em quem possa confiar. Agora, você já parou para analisar se você está disposto a ser assim para com o outro? Se a virtude da sinceridade está em seu coração, ou se você é digno de inspirar confiança?


Vejamos como a racionalidade nos ajuda a entender melhor as coisas da vida. Ela nos ensina a perceber que antes de exigir qualquer virtude dos outros, é preciso verificar se nós a temos.


Assim, é importante o esforço para se melhorar, para agradar os outros, buscando a perfeição em nós primeiramente.


Ainda estamos longe da sublimidade, é certo, mas é preciso caminhar rumo a ela todos os dias.


* * *


É belo sonhar. É necessário almejar a felicidade. Mas, enquanto procuramos por ela apenas no quintal vizinho, continuaremos a viver decepções e frustrações em nossos dias.


Vamos habituar nossa mente a pensar em como poderemos fazer felizes aqueles que estão à nossa volta, ao invés de apenas exigir atitudes e sentimentos dos outros.


É belo sonhar. É necessário almejar a felicidade. Mas atentemos sempre para o fato de que, para eu ser feliz em meu lar, eu preciso levar a felicidade ao quintal de alguém.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. A mulher perfeita, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.


Disponível <http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2131&stat=3&palavras=mulher&tipo=t>

Jesus "ressuscita" a filha do chefe da sinagoga ( Marcos 5:35 - 42)

Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te!Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados.



O benefício dos reencontros

Momento Espírita


Existem pessoas que se dizem religiosas, mas fazem a ressalva de que o são à sua maneira.


Não costumo ir à Igreja. - diz um.


Não frequento o Centro Espírita. - diz outro, e complementa: Mas eu creio em Deus, estudo, leio, faço as minhas orações.


A respeito dessa questão, o frequentador de uma Igreja escreveu para o editor de um jornal, reclamando que não fazia sentido ir à Igreja todos os domingos.


Eu tenho ido à Igreja por uns 30 anos, - ele escreveu - e durante esse tempo eu ouvi uns três mil sermões. Mas, por minha vida, eu não consigo lembrar de nenhum deles...


Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os padres e os pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões.


Essa carta iniciou uma grande controvérsia na coluna de cartas ao editor, para prazer do editor-chefe do jornal.


Por semanas, ele recebeu e publicou cartas sobre o assunto. Então, alguém escreveu:


Eu estou casado há 30 anos. Durante esse tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições.


Mas, por minha vida, eu não consigo lembrar do cardápio de nenhuma dessas 32.000 refeições.


Contudo, de uma coisa eu sei. Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho.


Se minha esposa não tivesse me dado essas refeições, eu estaria, hoje, fisicamente morto.


Da mesma maneira, se não tivesse ido à Igreja, para alimentar a minha fome espiritual, eu estaria hoje, morto, espiritualmente.


* * *


O escritor, cuja carta encerrou a discussão a respeito do assunto de frequência ou não ao templo religioso, utilizou um excelente argumento.


Trouxe à memória das pessoas que, quando se vai ao templo, seja a Igreja, a Sinagoga, o Centro Espírita, o que seja, somos agraciados com algo muito especial.


Primeiro, com a riqueza imediata do reencontro com os companheiros que comungam da nossa mesma crença religiosa, que se pautam pelos nossos mesmos valores ético-morais.


São amigos, companheiros de atividades que nos abraçam, sorriem, ofertando-nos o seu afeto... que nos sustenta.


Quantas vezes chegamos tristes, um tanto desalentados por dificuldades que nos atormentam e esses amigos desanuviam a nossa psicosfera individual com suas presenças.


Depois, a mensagem do dia que nos alcança, pela boca do padre, do pastor, do coordenador de estudos, permitindo-nos reflexões sempre renovadas.


Reflexões que farão toda a diferença em nossa vida.


E, enquanto nos é oferecido o ágape para o intelecto, o sentimento, através da exposição oral, do sermão, da palestra, somos envolvidos pelas generosas bênçãos espirituais.


Sim, nosso Mestre e Senhor sempre Se faz presente e nos envolve em luz, em harmonia.


Afinal, Ele preconizou que onde houvessem dois ou mais reunidos em Seu nome, ali Ele estaria.


E Ele próprio, enquanto na Terra, inaugurou esses encontros e reencontros de bênçãos, reunindo-Se com os apóstolos, com os amigos, com os que O buscavam, para as elucidações a respeito do reino que Ele vinha fundar no coração dos homens.


Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita, com base em texto colhido da Internet, intitulado Porque ir à Igreja, sem menção a autor.


Disponível< http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2375&stat=0>