sábado, outubro 03, 2015

Homenagem Allan Kardec - Amaral Ornellas








Homenagem Allan Kardec

Amaral Ornellas


Trouxeste, Allan Kardec, à longa noite humana
O Cristo em nova luz - revivescida aurora ! -
E onde estejas serás, eternamente afora
A verdade sublime em que o mundo se irmana.


Em teu verbo solar, a justiça se ufana
De aclarar, consolando o coração que chora,
A fé brilha, o bem salva, a estrada se aprimora
E a vida, além da morte, esplende soberana !...


Escuta a gratidão da Terra... Em toda parte,
A alma do povo freme e canta ao relembrar-te
A presença estelar e a serena vitória.


Gênio, serviste ! Herói, exterminaste as trevas !...
Recebe com Jesus, na glória a que te elevas,
Nosso preito de amor nos tributos da história.




XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Amaral Ornellas











Amélie Gabrielle Boudet e Professor Rivail

Wellington Balbo





As pessoas são sonhadoras no que concerne à relação afetiva. 


As histórias em quadrinhos e os desenhos representam com perfeição a ânsia humana na busca pelo par perfeito. 


A Cinderela que se encontra com o príncipe a vestir-lhe os sapatinhos da felicidade. 


A Branca de Neve que dorme no aguardo do herói que, intrépido, a salva da bruxa malvada. 


São sonhos, muitos sonhos…


Todos querem a felicidade e alegria proporcionada pelo príncipe ou princesa. 


Todavia, cogitamos da felicidade para nós, mas, e o outro? 


Será que cogitamos de fazê-lo feliz? Será que buscamos alegrar seus dias? 


Compreender suas limitações e apoiá-lo em suas iniciativas?


Novamente o famoso egoísmo humano a nortear as atitudes. 


Cogito de ser feliz, mas não de fazer o outro feliz. 


Muitos informam que a causa de sua infelicidade é o marido ou a esposa, considerando-se algemados pelo antigo amor, hoje temível carcereiro. 


Pedem separação, a convivência está sufocante. 


E saem intrépidos em busca do novo amor, talvez, quem sabe, a alma gêmea. 


Não raro encontram novas decepções, porquanto querem encontrar o outro não para evoluírem juntos, mas sim para sanar seus dilemas íntimos.


Poucos se atentam para a realidade: nosso objetivo na peregrinação terrena é a evolução como espíritos imortais que somos. 


A felicidade afetiva e conseqüente harmonia interior no tocante aos sentimentos está subordinada, principalmente, a nossa postura perante a relação. 


Se procurarmos olhar na mesma direção de quem está do nosso lado teremos dado grande passo em busca da relação afetiva sadia, sem cobranças descabidas e ciúmes doentios. 


Quando os olhos dos cônjuges estão focados num nobre objetivo comum, as dificuldades não atrapalham, ao contrário, tornam-se temperos a unir ainda mais o casal. 


Muitos casais depositam a culpa do declínio da relação nos problemas financeiros. 


Nada disso, embora as finanças decaídas possam trazer apoquentação, nada pode superar o olhar para o mesmo rumo.


E nessa questão que envolve o olhar dos cônjuges na mesma direção importante salientar a relação de Amélie Gabrielle Boudet e Allan Kardec.


Nove anos mais velha do que o professor Rivail, Amélie Boudet esteve em todos os momentos ao lado do marido na tarefa da Codificação do Espiritismo. 


A diferença de idade não atrapalhava, porquanto ambos estavam com os olhos na mesma direção. 


O casal francês também enfrentou problemas financeiros, mas superaram, os olhos estavam na mesma direção. 


Enquanto o professor Rivail trabalhava na contabilidade de algumas casas comerciais, sua esposa preparava cursos gratuitos que ambos ministravam em sua própria residência. 


Uma real demonstração de que a missão daquele valente casal estava ligada indelevelmente à educação.


A tarefa da Codificação Espírita foi espinhosa, Kardec foi vítima de calunias, mentiras e ingratidões, mas a esposa estava do seu lado. 


Ambos evoluíam juntos, apesar das dificuldades da caminhada, olhavam na mesma direção. 


No mundo contemporâneo  muitas relações se deterioram porque há uma inconveniente competição entre o casal. 


Discussões infindáveis em que um quer ser melhor, mais capaz, mais inteligente do que o outro. 


Imagine, caro leitor, que um casal, amigos de meus amigos, separaram-se porque a esposa tem um salário maior que o do marido, e ele, machista incorrigível não admite tal “afronta”. 


Amélie Boudet e seu esposo não competiam um com o outro, antes se admiravam e por isso apoiavam-se, buscando juntos a evolução, olhando, portanto, na mesma direção.


Ou encaramos o matrimônio como abençoada oportunidade de evolução, ou viveremos em constante praça de guerra com nossos “amores”, e se assim for, é melhor esquecermos o matrimônio e esperar nosso retorno aos Céus para os braços de nossa alma gêmea. 


No entanto, como sabemos que almas gêmeas no sentido de metades eternas não existem, ficaremos sós, aguardando a oportunidade de recomeço nos palcos do mundo, para então, quem sabe, aprender a compreender e encarar o casamento como importante cadinho depurador de nossas próprias imperfeições.



Pensemos nisso.








Fonte

BALBO, Wellington . A voz do espiritismo. Disponível em http://www.avozdoespiritismo.com.br/amelie-gabrielle-boudet-e-professor-rivail-por-wellington-balbo


Homenagem Allan Kardec e a Amélie Gabrielle Boudet - 211 anos de nascimento de Allan Kardec








Homenagem Allan Kardec

Amaral Ornellas


Trouxeste, Allan Kardec, à longa noite humana
O Cristo em nova luz - revivescida aurora ! -
E onde estejas serás, eternamente afora
A verdade sublime em que o mundo se irmana.


Em teu verbo solar, a justiça se ufana
De aclarar, consolando o coração que chora,
A fé brilha, o bem salva, a estrada se aprimora
E a vida, além da morte, esplende soberana !...


Escuta a gratidão da Terra... Em toda parte,
A alma do povo freme e canta ao relembrar-te
A presença estelar e a serena vitória.


Gênio, serviste ! Herói, exterminaste as trevas !...
Recebe com Jesus, na glória a que te elevas,
Nosso preito de amor nos tributos da história.




XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Amaral Ornellas











Amélie Gabrielle Boudet e Professor Rivail

Wellington Balbo





As pessoas são sonhadoras no que concerne à relação afetiva. 


As histórias em quadrinhos e os desenhos representam com perfeição a ânsia humana na busca pelo par perfeito. 


A Cinderela que se encontra com o príncipe a vestir-lhe os sapatinhos da felicidade. 


A Branca de Neve que dorme no aguardo do herói que, intrépido, a salva da bruxa malvada. 


São sonhos, muitos sonhos…


Todos querem a felicidade e alegria proporcionada pelo príncipe ou princesa. 


Todavia, cogitamos da felicidade para nós, mas, e o outro? 


Será que cogitamos de fazê-lo feliz? Será que buscamos alegrar seus dias? 


Compreender suas limitações e apoiá-lo em suas iniciativas?


Novamente o famoso egoísmo humano a nortear as atitudes. 


Cogito de ser feliz, mas não de fazer o outro feliz. 


Muitos informam que a causa de sua infelicidade é o marido ou a esposa, considerando-se algemados pelo antigo amor, hoje temível carcereiro. 


Pedem separação, a convivência está sufocante. 


E saem intrépidos em busca do novo amor, talvez, quem sabe, a alma gêmea. 


Não raro encontram novas decepções, porquanto querem encontrar o outro não para evoluírem juntos, mas sim para sanar seus dilemas íntimos.


Poucos se atentam para a realidade: nosso objetivo na peregrinação terrena é a evolução como espíritos imortais que somos. 


A felicidade afetiva e conseqüente harmonia interior no tocante aos sentimentos está subordinada, principalmente, a nossa postura perante a relação. 


Se procurarmos olhar na mesma direção de quem está do nosso lado teremos dado grande passo em busca da relação afetiva sadia, sem cobranças descabidas e ciúmes doentios. 


Quando os olhos dos cônjuges estão focados num nobre objetivo comum, as dificuldades não atrapalham, ao contrário, tornam-se temperos a unir ainda mais o casal. 


Muitos casais depositam a culpa do declínio da relação nos problemas financeiros. 


Nada disso, embora as finanças decaídas possam trazer apoquentação, nada pode superar o olhar para o mesmo rumo.


E nessa questão que envolve o olhar dos cônjuges na mesma direção importante salientar a relação de Amélie Gabrielle Boudet e Allan Kardec.


Nove anos mais velha do que o professor Rivail, Amélie Boudet esteve em todos os momentos ao lado do marido na tarefa da Codificação do Espiritismo. 


A diferença de idade não atrapalhava, porquanto ambos estavam com os olhos na mesma direção. 


O casal francês também enfrentou problemas financeiros, mas superaram, os olhos estavam na mesma direção. 


Enquanto o professor Rivail trabalhava na contabilidade de algumas casas comerciais, sua esposa preparava cursos gratuitos que ambos ministravam em sua própria residência. 


Uma real demonstração de que a missão daquele valente casal estava ligada indelevelmente à educação.


A tarefa da Codificação Espírita foi espinhosa, Kardec foi vítima de calunias, mentiras e ingratidões, mas a esposa estava do seu lado. 


Ambos evoluíam juntos, apesar das dificuldades da caminhada, olhavam na mesma direção. 


No mundo contemporâneo  muitas relações se deterioram porque há uma inconveniente competição entre o casal. 


Discussões infindáveis em que um quer ser melhor, mais capaz, mais inteligente do que o outro. 


Imagine, caro leitor, que um casal, amigos de meus amigos, separaram-se porque a esposa tem um salário maior que o do marido, e ele, machista incorrigível não admite tal “afronta”. 


Amélie Boudet e seu esposo não competiam um com o outro, antes se admiravam e por isso apoiavam-se, buscando juntos a evolução, olhando, portanto, na mesma direção.


Ou encaramos o matrimônio como abençoada oportunidade de evolução, ou viveremos em constante praça de guerra com nossos “amores”, e se assim for, é melhor esquecermos o matrimônio e esperar nosso retorno aos Céus para os braços de nossa alma gêmea. 


No entanto, como sabemos que almas gêmeas no sentido de metades eternas não existem, ficaremos sós, aguardando a oportunidade de recomeço nos palcos do mundo, para então, quem sabe, aprender a compreender e encarar o casamento como importante cadinho depurador de nossas próprias imperfeições.



Pensemos nisso.








Fonte

BALBO, Wellington . A voz do espiritismo. Disponível em http://www.avozdoespiritismo.com.br/amelie-gabrielle-boudet-e-professor-rivail-por-wellington-balbo


Homenagem Allan Kardec e a Amélie Gabrielle Boudet - 211 anos de nascimento de Allan Kardec








Homenagem Allan Kardec

Amaral Ornellas


Trouxeste, Allan Kardec, à longa noite humana
O Cristo em nova luz - revivescida aurora ! -
E onde estejas serás, eternamente afora
A verdade sublime em que o mundo se irmana.


Em teu verbo solar, a justiça se ufana
De aclarar, consolando o coração que chora,
A fé brilha, o bem salva, a estrada se aprimora
E a vida, além da morte, esplende soberana !...


Escuta a gratidão da Terra... Em toda parte,
A alma do povo freme e canta ao relembrar-te
A presença estelar e a serena vitória.


Gênio, serviste ! Herói, exterminaste as trevas !...
Recebe com Jesus, na glória a que te elevas,
Nosso preito de amor nos tributos da história.




XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Amaral Ornellas











Amélie Gabrielle Boudet e Professor Rivail

Wellington Balbo





As pessoas são sonhadoras no que concerne à relação afetiva. 


As histórias em quadrinhos e os desenhos representam com perfeição a ânsia humana na busca pelo par perfeito. 


A Cinderela que se encontra com o príncipe a vestir-lhe os sapatinhos da felicidade. 


A Branca de Neve que dorme no aguardo do herói que, intrépido, a salva da bruxa malvada. 


São sonhos, muitos sonhos…


Todos querem a felicidade e alegria proporcionada pelo príncipe ou princesa. 


Todavia, cogitamos da felicidade para nós, mas, e o outro? 


Será que cogitamos de fazê-lo feliz? Será que buscamos alegrar seus dias? 


Compreender suas limitações e apoiá-lo em suas iniciativas?


Novamente o famoso egoísmo humano a nortear as atitudes. 


Cogito de ser feliz, mas não de fazer o outro feliz. 


Muitos informam que a causa de sua infelicidade é o marido ou a esposa, considerando-se algemados pelo antigo amor, hoje temível carcereiro. 


Pedem separação, a convivência está sufocante. 


E saem intrépidos em busca do novo amor, talvez, quem sabe, a alma gêmea. 


Não raro encontram novas decepções, porquanto querem encontrar o outro não para evoluírem juntos, mas sim para sanar seus dilemas íntimos.


Poucos se atentam para a realidade: nosso objetivo na peregrinação terrena é a evolução como espíritos imortais que somos. 


A felicidade afetiva e conseqüente harmonia interior no tocante aos sentimentos está subordinada, principalmente, a nossa postura perante a relação. 


Se procurarmos olhar na mesma direção de quem está do nosso lado teremos dado grande passo em busca da relação afetiva sadia, sem cobranças descabidas e ciúmes doentios. 


Quando os olhos dos cônjuges estão focados num nobre objetivo comum, as dificuldades não atrapalham, ao contrário, tornam-se temperos a unir ainda mais o casal. 


Muitos casais depositam a culpa do declínio da relação nos problemas financeiros. 


Nada disso, embora as finanças decaídas possam trazer apoquentação, nada pode superar o olhar para o mesmo rumo.


E nessa questão que envolve o olhar dos cônjuges na mesma direção importante salientar a relação de Amélie Gabrielle Boudet e Allan Kardec.


Nove anos mais velha do que o professor Rivail, Amélie Boudet esteve em todos os momentos ao lado do marido na tarefa da Codificação do Espiritismo. 


A diferença de idade não atrapalhava, porquanto ambos estavam com os olhos na mesma direção. 


O casal francês também enfrentou problemas financeiros, mas superaram, os olhos estavam na mesma direção. 


Enquanto o professor Rivail trabalhava na contabilidade de algumas casas comerciais, sua esposa preparava cursos gratuitos que ambos ministravam em sua própria residência. 


Uma real demonstração de que a missão daquele valente casal estava ligada indelevelmente à educação.


A tarefa da Codificação Espírita foi espinhosa, Kardec foi vítima de calunias, mentiras e ingratidões, mas a esposa estava do seu lado. 


Ambos evoluíam juntos, apesar das dificuldades da caminhada, olhavam na mesma direção. 


No mundo contemporâneo  muitas relações se deterioram porque há uma inconveniente competição entre o casal. 


Discussões infindáveis em que um quer ser melhor, mais capaz, mais inteligente do que o outro. 


Imagine, caro leitor, que um casal, amigos de meus amigos, separaram-se porque a esposa tem um salário maior que o do marido, e ele, machista incorrigível não admite tal “afronta”. 


Amélie Boudet e seu esposo não competiam um com o outro, antes se admiravam e por isso apoiavam-se, buscando juntos a evolução, olhando, portanto, na mesma direção.


Ou encaramos o matrimônio como abençoada oportunidade de evolução, ou viveremos em constante praça de guerra com nossos “amores”, e se assim for, é melhor esquecermos o matrimônio e esperar nosso retorno aos Céus para os braços de nossa alma gêmea. 


No entanto, como sabemos que almas gêmeas no sentido de metades eternas não existem, ficaremos sós, aguardando a oportunidade de recomeço nos palcos do mundo, para então, quem sabe, aprender a compreender e encarar o casamento como importante cadinho depurador de nossas próprias imperfeições.



Pensemos nisso.








Fonte

BALBO, Wellington . A voz do espiritismo. Disponível em http://www.avozdoespiritismo.com.br/amelie-gabrielle-boudet-e-professor-rivail-por-wellington-balbo


Sofrendo Reprovações -Emmanuel




Sofrendo Reprovações

Emmanuel


Estarás, possivelmente, sofrendo reprovações que te pareceram injusto espancamento espiritual.


Inicialmente adota o silêncio sem fazer comentários.


Ora, pedindo inspiração à Divina Providência.


Se não tens culpa alguma em relação aos erros que te foram atribuídos, não dês resposta alguma e continua nas tarefas que a vida te confiou, desculpando quaisquer ofensas.


Se as críticas sofridas guardam algum fundamento, procura analisar o próprio comportamento em referência ao assunto.


Agradece em pensamento aos teus censores, procurando retificar os pontos nos quais te observes em desacerto.


Nada reclames contra quem te aponte a verdade, porquanto se agem com exagero contra os enganos de que, porventura, te inculpes, a vida se incumbirá de esclarecê-los em momento oportuno.


Não te defendas nem acuses a ninguém perante censuras recebidas.


Continua trabalhando com sinceridade, cortando as atitudes que desaproves em ti mesmo.


Se te notares no centro de culpas, pelas quais te sintas inegavelmente responsável, prossegue agindo e servindo, quanto possível, mesmo assim, na certeza de que todos somos filhos de Deus e que Deus te concederá recursos e abrirá caminhos novos pra que a paz de consciência te retome a vida e ilumine o coração.




XAVIER , Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel. Calma. Cap. 13,  p. 16.

sexta-feira, outubro 02, 2015

Rusgas Domésticas- Emmanuel




Rusgas Domésticas

Emmanuel


De pequena rusga doméstica pode nascer extensa caudal de rixas e aversões.


Aprender a ouvir sem contradizer, para aclarar qualquer ponto obscuro em momento adequado, é sinal evidente de compreensão e sabedoria.


Auxilia à criança, não apenas a sorrir, mas também a se educar.


Respeitar os parentes do coração, que se nos ligam nas experiências terrestres, é valioso preservativo contra desajustes positivamente desnecessários.


Evita criticar essa ou aquela minudência menos agradável no ambiente caseiro, cooperando em silêncio para que os senões desapareçam.


Nada censures, colaborando para que os problemas sejam resolvidos sem alterações e reproches.


Silenciar sobre questões nevrálgicas em família impede a explosão de conversas ofensivas ou inúteis.


Não revivas os mal-entendidos de ontem ou de qualquer fase do passado, para que faltas e erros no lar sejam realmente esquecidas.


Aprendamos a não gritar e sim conversemos.


Não te esqueças: a união começa de casa, mas a calma geral começa em ti mesmo.




XAVIER , Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel. Calma. Cap. 12,  p. 15.

quinta-feira, outubro 01, 2015

Riqueza Prematura - Emmanuel




Riqueza Prematura



Emmanuel


Desapareceram documentos e objetos de valor que talvez te abastecessem de recursos materiais para muito tempo.


Perdeste a oportunidade de garantir uma pensão sólida nos dias do futuro em que teu corpo, talvez, não mais te auxiliasse a trabalhar pela própria manutenção, unicamente em face da desatenção de alguém ou porque a memória não te auxiliasse a recordar minudências alusivas ao assunto.


Não te permitas destrambelhar o pensamento por isso.


Possivelmente amigos espirituais, zelosos e atentos, te houvessem auxiliado a perder essa vantagens em teu próprio benefício.


Indaga de ti, se estarias efetivamente em condições de trabalhar, caso estivesses com a vida escorada no dinheiro excessivo.


Medita na situação dos parentes aos quais talvez o excesso de recursos financeiros afastasse da obrigação de servir, com a agravante de induzi-los aos perigos da ociosidade dourada.


Recorda aqueles a quem a despreparação para conservar o dinheiro e administrá-lo situou em ruinosa segregação ante o medo de perder a suposta superioridade em que passariam a viver.


Pensa nos avanços indébitos da inveja e do despeito sobre os teus dias, por parte daqueles que ainda não aprenderam a respeitar a vida dos semelhantes, caso mantivesses a fortuna fora da circulação e do trabalho, sem utilidade para ninguém.


Lembra as discórdias e demandas de testamentos e inventários, promovidos por teus próprios descendentes, na hipótese da tua morte inesperada, ante os bens materiais que, porventura, deixasses sem justa e proveitosa destinação.


Aceita a vida laboriosa que Deus te concedeu, reconhecendo que a fortuna estará em tuas mãos quando souberes dirigi-la, sem permitir que ela te escravize.



XAVIER , Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel. Calma. Cap. 11,  p. 14.