quinta-feira, setembro 03, 2020

14. Ante os Pequeninos - André Luiz


14.  Ante os Pequeninos


André Luiz


A criança é uma edificação espiritual dos responsáveis por ela.


Não existe criança - nem uma só - que não solicite amor e auxílio, educação e entendimento.


Cada pequenino, conquanto seja, via de regra, um espírito adulto, traz o cérebro extremamente sensível pelo fato de estar reiniciando o trabalho da reencarnação, tornando-se, por isso mesmo, um observador rigorista de tudo o que você fala ou faz.


A mente infantil dar-nos-á de volta, no futuro, tudo aquilo que lhe dermos agora.


Toda criança é um mundo espiritual em construção ou reconstrução, solicitando material digno a fim de consolidar-se.


Ajude os meninos de hoje a pensar com acerto dialogando com eles, dentro das normas do respeito e sinceridade que você espera dos outros em relação a você.


A criança é um capítulo especial no livro do seu dia-a-dia.


Não tente transfigurar seus filhinhos em bibelôs, apaixonadamente guardados, porque são eles espíritos eternos, como acontece a nós, e chegará o dia em que despedaçarão perante você mesmo quaisquer amarras de ilusão.


Se você encontra algum pirralho de maneiras desabridas ou de formação inconveniente, não estabeleça censura, reconhecendo que o serviço de reeducação dele, na essência, pertence aos pais ou aos responsáveis e não a você.


Se veio a sofrer algum prejuízo em casa, por depredações de pequeninos travessos, esqueça isso, refletindo no amor e na consideração que você deve aos adultos que respondem por eles.


XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz.Sinal verde. Ed 1. Uberaba/MG:CEC, 2002, cap 13, p.48.

quarta-feira, setembro 02, 2020

Haja o Que Houver, Amai ! Bezerra de Menezes


Beto Guedes - Sol de Primavera

ENCONTRO COM JESUS | RENOVANDO AS ENERGIAS NUMA CASCATA ESPIRITUAL COM J...

13. Antagonistas - André Luiz



13.  Antagonistas


André Luiz

O adversário em quem você julga encontrar um modelo de perversidade talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão.


Reconheçamos o fato de que, muitas vezes, a pessoa se nos torna indigna simplesmente por não nos adotar os pontos de vista.


Nunca despreze o opositor, por mais ínfimo que pareça.


Respeitemos o inimigo, porque é possível seja ele portador de verdades que ainda desconhecemos, até mesmo em relação a nós.


Se alguém feriu a você, perdoe imediatamente, frustrando o mal no nascedouro.


A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir.


A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros.


O adversário, antes de tudo, deve ser entendido por irmão que se caracteriza por opiniões diferentes das nossas.


Deixe os outros viverem a sua própria vida e eles deixarão você viver a existência de sua própria escolha.


Quanto mais avança, a ciência médica mais compreende que o ódio em forma de vingança, condenação, ressentimento, inveja ou hostilidade está na raiz de numerosas doenças e que o único remédio eficaz contra semelhantes calamidades da alma é o específico do perdão no veículo do amor.


XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz. Sinal verde. Ed 1. Uberaba/MG:CEC, 2002, cap 13, p.48.

terça-feira, setembro 01, 2020

ENCONTRO COM JESUS | BOAS E MÁS PAIXÕES | MEDITAÇÃO COM YASMIN MADEIRA. #96

12. Perante os Amigos - André Luiz


12.  Perante os Amigos


André Luiz


O amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidão.


Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém.


A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.


Teremos vencido o egoísmo em nós quando nos decidirmos a ajudar aos entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual entendem eles, deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de nossa própria felicidade.


Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos deles são criações originais deles próprios.


A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.


Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo, de minha parte, aceitá-los como são.


Toda vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo, depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos desmoralizando a nós mesmos.


Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas.


Quanto mais amizade você der, mais amizade receberá.


Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração.


XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz.Sinal verde. Ed 1. Uberaba/MG:CEC, 2002, cap 12, p.45.