sábado, agosto 26, 2006






Adoro as obras de Amélia Rodrigues e presto a ela esta humilde homenagem...
Gosto de ouvir a Darci Moreira Neves apresentar este texto, antes do estudo que realiza de suas obras:

"Meu nome é Amélia, venho de uma caminhada longa de dores e sofreres,
quando num determinado instante , fui atraida pelo magnetismo do Meigo Rabi da Galiléia...

Acompanhei Seus passos, vi como atendia a todos , sem exceção .

E através de Suas mensagens que era um bálsamo , renasci então para a verdadeira vida
e até hoje revejo aquelas imagens .

Agora muito feliz , passo a falar das lições do Evangelho ,
para todos os irmãos do caminho"...

Amélia Rodrigues

sexta-feira, agosto 25, 2006



Eleja um bom motivo para viver, tudo irá girar em torno dele

PARA VIVER BEM...


Analisemos esse exemplo.
Já percebeu que no esporte nem sempre o time mais preparado
ou o melhor é que vence a partida?
Já refletiu porquê?
Alguns fatores são observados em alguns desses casos.
A motivação em alta dosagem faz com que acreditem,
apesar de tudo, que poderão vencer;
São concentrados.
Deixam todas as coisas secundárias
e se firmam no objetivo a ser alcançado.
São unidos .
Todos os envolvidos formam um só corpo.
Têm religiosidade.
Acreditam que fazendo a parte que lhes cabem,
Deus fará o resto.

Humberto Pazian


::Texto extraído do livro Para viver bem... p. 128Letras & Textos Editora ::Autor: Humberto Pazian :: Mensagem do Grupo Espírita Fraternidade de Assis ::

segunda-feira, agosto 21, 2006


AMAR SEMPRE ...

Não te canses de amar.
É possível que a resposta do amor
não te chegue imediatamente.

Talvez te causem surpresa as reações que propicia.
É possível queas haja desencorajadoras.
Sucede que, desacostumadas
aos sentimentos puros,
as pessoas reagem
por mecanismos de auto-defesa.

Insistindo, porém,
conseguirás demonstrar a excelência desse sentimento
sem limite emimetizarás aqueles a quem amas,
recebendo de volta a bênção
de que se reveste.
Ama, portanto, sempre.

Joanna de Ângelis


Amar sempre.
E em amando você descobrirá
a magia que envolve este sentimento.

Pois ele é força e paz.
É alegria e compreensão.
É harmonia e participação.

Que nesta semana você ame muito.
A tudo e a todos.
Um amor construção,
um amor dedicação,
um amor caridade.
Tenha uma semana só de amor.

domingo, agosto 20, 2006




AUTÓGRAFO DE DEUS


ANA MARIA SPRANGER LUIZ


Diz-nos, Joanna de Ângelis, em excelente assertiva: "Caminha um pouco ao ar livre.Tranqüilamente, redescobre a natureza que te abençoa a vida.
Espairece, saindo deste turbilhão em que te encontras, deixando a imaginação voar.

Evita os lugares movimentados, para o teu passeio, e aspira o oxigênio balsâmico
da floresta, da montanha, do mar...
Refaze conceitos, acalma-te e abençoa a vida na forma como se te apresente.
A tua atual existência é rica do que necessitas para ser feliz. "

Oportunamente, ao ler esses conceitos, pela tela da minha memória recordei fato
que se deu com Divaldo Franco, quando viajava ele de Madrid à Toledo.
Seguia ele com um confrade amigo, de automóvel, para uma de suas conferências,
onde com sua palavra clara e balsâmica, esclarece sobre o Evangelho de Jesus,
aplacando anseios dos ouvintes em aflição, apresentando outrossim, aos que o ouvem,
a excelência da doutrina dos espíritos, através a codificação kardequiana, dirimindo a
depressão de tantos que o buscam...

Faltavam ainda 45 minutos para os dois chegarem a Toledo, quando de súbito,
surge aos olhos do médium baiano, um enorme campo de papoulas.
Eram flores amarelas, outras vermelhas, mergulhadas como num oceano belíssimo de cor verde. Divaldo não titubiou e disse ao amigo:
"- Pare o veículo, por favor."
"- Sentindo-se mal?"
"- Não, nunca me senti tão bem!

Ë que quero desfrutar dessa natureza ímpar, desse sol de verão, nesse abençoado mês de agosto, respirar ar puro ao invés do monóxido de carbono que nos acompanha..."
"- ...mas e a conferência em Toledo?"

"- Amigo, são nove horas e vinte minutos, a palestra se dará às vinte horas.
Faltam ainda dez horas e quarenta minutos para o início dos trabalhos em Toledo!..."
Divaldo desceu animado, feliz, sorvendo a plenos pulmões aquela flagrância deliciosa
das papoula, e, adentrando pelo campo em flor, percebe ao seu lado Joanna de Ângelis,
que distendendo sua nívea mão, fala doce e suavemente:

"- Meu filho, as flores são o autógrafo que Deus coloca no álbum da natureza para dizer:
fui eu quem fez!"

Refeito, encantado e alegre, Divaldo retorna ao asfalto, o amigo encontra-se sentado no acostamento, olhos marejados, e diz :

"- Divaldo, eu passo por aqui três dias na semana, o que equivale a dizer seis vezes,
ida e volta, e, jamais houvera percebido essas papoulas!
Só me detenho na estrada, no asfalto, sempre atento aos horários, às vezes remoendo fatos ocorridos no dias anteriores... agradeço-lhe o haver me ensinado mais essa lição!"

Diz-nos Joanna de Ângelis, Benfeitora de todos nós, no excelente livro da Editora LEAL, " Episódios Diários ", à página 11:

"- Cada amanhecer é convite sereno à conquista de valores que parecem inalcançáveis .
À medida que o dia avança, aproveita os minutos, sem pressa nem postergação do dever.
Não te aflijas ante o volume de coisas e problemas que tens pela frente.
Dirige cada ação à sua finalidade específica.
Após concluir um serviço, inicia outro e, sem mágoa dos acontecimentos desagradáveis, volve à liça com disposição, avançando, passo a passo, até
o momento de conclusão dos deveres planejados."

Logo cedo manifestou- se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade,
acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.
Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino,
por isso foi incumbido pelo seu mestre- escola de ensinar aos próprios
companheiros de aula.
Respeitável representante político de sua comunidade, tornou- se secretário da
Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação
do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramentano". Logo viu- se guindado
à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores
da vida.

Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da
existência dos fenômenos espíritas e das obras da Codificação Kardequiana.
Diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova Doutrina,
pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.
Despertado e convicto, converteu- se sem delongas e sem esmorecimentos,
identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria
de sua personalidade, procurou o vigário da Igreja matriz onde prestava sua
colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da Irmandade.

Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e
entre membros de sua própria família. Em poucos dias começou a sofrer as
conseqüências de sua atitude incompreendida.
Persistiu lecionando e entre as matérias incluiu o ensino do Espiritismo,
provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais
dos alunos, que chegaram a oferecer- lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto
à nova matéria e, ante sua recusa, os alunos foram retirados um a um.
Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte
traumatismo, retirando- se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha,
época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial
a de cura, despertando- o para a vida missionána. Um dos primeiros casos de cura
ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora
em seus trabalhos.

A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para Sacramento
centenas de pessoas de outras paragens, abrigando- se nos hotéis e pensões,
e até mesmo em casas de famí1ias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém
saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e,
quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos Benfeitores Espirituais.
Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária
a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.

Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços,
porém animado do mais vivo idealismo. Logo sentiu a necessidade de divulgar o
Espiritismo, aumentando o número dos seus seguidores. Para isso fundou o
"Grupo Espírita Esperança e Caridade", no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado
pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes,
tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.

Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula.
Voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a
I Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião
quando foi assinado o célebre tratado.
Em 1o. de abril de 1907, fundou o Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro
marco no campo do ensino. Esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo
o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média
de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas
portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou
nosso país.

Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem- se as inscrições para matrículas,
as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um
colégio da mesma região, dirigido por freiras da Ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.

Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia- se o movimento espírita
na região e esse fato incomodava sobremaneira o clero católico, passando este,
inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma
campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação,
que foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal
"Alavanca", discorrendo principalmente sobre o tema: "Deus não é Jesus e
Jesus não é Deus", com argumentação abalizada e incontestável,
determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante
que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, Estado de S. Paulo,
o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos
de que com suas argumentações e convicções infringiriam o golpe derradeiro no Espiritismo.

Foi assim que o referido padre desafiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.
No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o Espiritismo e os espíritas, "doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas",
numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio,
mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.

A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do Espiritismo,
antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.

O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte
com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e
luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e assistência do plano
maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus
ensinamentos.

Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descortinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo Reverendo, reduzindo- o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corroborado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo Espiritismo.

Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do Reverendo,
Eurípedes aproximou- se dele e abraçou- o fraterna e sinceramente, como sinceros
eram seus pensamentos e suas atitudes.
Barsanulfo seguiu com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante
de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo
em 1918, ceifando vidas, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano,
sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria.

Manifestada em nosso continente, veio encontrá- lo à cabeceira de seus enfermos,
auxiliando centenas de famílias pobres. Havia chegado ao término de sua missão terrena. Esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1.º de novembro de 1918, às 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos.

Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou- lhe o corpo material
até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.

Notícias de outras reencarnações :

¨... Eurípedes Barsanulfo, o abnegado servidor de Jesus, que abraçara o martírio
nos primórdios do Cristianismo nas Gálias lugdunenses, assinalando o seu sacrifício
com a coragem e a fé inamovível no Herói da Cruz.( ...)
Depois de inumeráveis existências profícuas o missionário do amor renascera em Zurique,
no ano de 1741, com o nome de Johann Kaspar Lavater, havendo manifestado desde
muito cedo pendor místico, que o levou através dos anos à adoção da religião dominante,
na área do protestantismo.(...)
Admirável teólogo passou a ser considerado o criador da moderna Fisiognomonia,
em razão do livro que deixou e foi publicado mais tarde sob o título de A ARTE DE
CONHECER OS HOMENS PELA FISIONOMIA.
(sic.¨Tormentos da Obsessão¨ Manoel Philomeno de Miranda / Divaldo Franco,
p.123/124 - 1ª edição - LEAL)

sábado, agosto 19, 2006


Eu Amo o Pequeno Príncipe ...
Existe algo mais delicado , que o simbolismo da sua rosa?
Sempre faço uma analogia entre os baobás da obra " O Pequeno Príncipe" , com nossas imperfeições...
Só posso desejar que diante das propostas de progresso espiritual, diariamente possamos destruir os pequenos "baobás" , que tentam renascer em nosso íntimo...

Carinhosamente,

Gabi