quarta-feira, dezembro 22, 2010


ALGO MAIS NO NATAL

Emmanuel


Senhor Jesus!

Diante do Natal, que te lembra a glória na manjedoura, nós te agradecemos:

a música da oração;

o regozijo da fé;

a mensagem de amor;

a alegria do lar;

o apelo a fraternidade;

o júbilo da esperança;

a bênção do trabalho;

a confiança no bem;

o tesouro da tua paz;

a palavra da Boa Nova;

e a confiança no futuro!...

Entretanto, oh! Divino Mestre, de corações voltados para o teu coração, nós te suplicamos algo mais! ...

Concede-nos,Senhor, o dom inefável da humildade para que tenhamos a precisa coragem de seguir-te os exemplos!

Pelo Espírito Emmanuel Do livro “Luz do Coração”, Francisco Cândido Xavier - Edição CLARIM .

terça-feira, dezembro 21, 2010


Ao meu querido pai , que há 16 anos nessa data retornou à Pátria Espiritual.
A nossa saudade, carinho e gratidão por tudo que nos legou, principalmente pelos exemplos de vida.
Receba a nossa homenagem com as suas rosas preferidas e  que agora, na condição de rosas espirituais, possam exalar o perfume de muita Paz e de Progresso Espiritual sob as bênçãos de Jesus.
Que Deus o abençoe e ampare sempre!

segunda-feira, dezembro 20, 2010


Senhor e Mestre


Momento Espírita





Inigualável. Senhor das estrelas. Senhor dos Espíritos.


Iniciou Sua jornada, na Terra, num berço de palha, improvisado por Seu pai.


Fez-Se frágil, num corpo de criança, como todos os Seus irmãos, na Terra.


Demonstrando o valor do amor, confiou-Se à guarda de uma mulher. Sua mãe.


Em seu seio Se aninhou, alimentou-Se e recebeu carinho.


Sábio dentre todos os sábios, obedecendo ao costume de Israel, aprendeu de Seu pai o ofício da carpintaria, moldando a madeira com Suas mãos abençoadas.


Conhecedor da Lei, que Ele próprio viera ensinar, submeteu-Se à frequência à sinagoga local, como todos os meninos de Sua idade.


Mais de uma vez, apresentou questões de alta filosofia e ciência, numa demonstração do quanto sabia, bem como desejando assinalar, de forma clara, que muito mais saber havia para ser aprendido, não sendo os homens os detentores de toda a sabedoria.


Mestre o foi, sempre. Portador de entendimento pedagógico, como ninguém mais, conhecedor da alma das Suas ovelhas, lançou sementes aqui e acolá, de forma sutil, muito antes de iniciar o Seu Messianato.


Quando o tempo se fez, deixou a casa simples de Nazaré, onde crescera, olhou os campos e as colinas, e buscou as estradas do mundo.


A partir de então, condutor de um imenso rebanho de Espíritos, não teria uma pedra para repousar a cabeça.


Onde passou, fez amigos, lecionando que o homem foi feito para viver em sociedade. E viver bem com todos.


Granjeou amigos entre os pobres, os ricos, os doentes e os que esbanjavam saúde, moços e velhos.


Não deixou de buscar ovelhas desgarradas em terras estranhas, distribuindo Suas bênçãos, em nome do amor que representava.


Curou cegos, afirmando que é preciso ter olhos de ver.


Libertou ouvidos do silêncio, conclamando que era preciso ter ouvidos de ouvir.


Cada gesto, um ensino. Nada desperdiçado.


Devolveu movimentos a paralisados, lucidez a perturbados. E o convite era de, dali em diante, o agraciado fazer o melhor, para conquistar felicidade.


Não Se entristeceu por viver entre os homens. A nota melancólica que cantou foi somente pela dureza dos corações, pois prescrevia que a cada um seria dado segundo suas obras, antevendo as dores dos que semeavam espinhos em suas jornadas.


Iniciou Sua missão abençoando, com Sua presença, a união de dois seres, na constituição de uma nova família.


Como convidado, nos banquetes do mundo, serviu-Se das oportunidades para distribuir a Sua luz a todos os convivas.


Entregou-Se, no momento oportuno, ao martírio, como um cordeiro ao sacrifício.


Da mesma forma que o berço foi Lhe improvisado o túmulo, para o depósito do corpo, por um amigo conquistado para o Seu Reino.


Apresentando-Se glorioso aos discípulos, após a morte, num atestado da Imortalidade, despediu-Se num dia de luz, na mesma Galileia onde entoara o mais belo canto que a Humanidade jamais ouvira.


E nos aguarda, no Seu Reino de bênçãos, amando-nos ainda e sempre.


Jesus, Mestre e Senhor. Caminho, Verdade e Vida.


Sigamo-lO.


Redação do Momento Espírita.


sábado, dezembro 18, 2010



"Deixe o Sol brilhar em você"

Joanna de Ângelis


Pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco da obra Vida Feliz

quinta-feira, dezembro 16, 2010



O NATAL DO CRISTO


Emmanuel

A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.


Projetam-se anualmente, sobre a Terra os mesmos raios excelsos da Estrela de Belém, clareando a estrada dos corações na esteira dos dias incessantes, convocando-nos a alma, em silêncio, à ascensão de todos os recursos para o bem supremo.


A recordação do Mestre desperta novas vibrações no sentimento da Cristandade.


Não mais o estábulo simples, mas nosso próprio espírito, em cujo íntimo o Senhor deseja fazer mais luz...


Santas alegrias nos procuram a alma, em todos os campos do idealismo evangélico


Natural o tom festivo das nossas manifestações de confiança renovada, entretanto, não podemos olvidar o trabalho renovador a que o Natal nos convida, cada ano, não obstante o pessimismo cristalizado de muitos companheiros, que desistiram temporariamente da comunhão fraternal.


E o ensejo de novas relações, acordando raciocínios enregelados com as notas harmoniosas do amor que o Mestre nos legou.


E a oportunidade de curar as nossas próprias fraquezas retificando atitudes menos felizes, ou de esquecer as faltas alheias para conosco, restabelecendo os elos da harmonia quebrada entre nós e os demais, em obediência à lição da desculpa espontânea, quantas vezes se fizerem necessárias.


É o passo definitivo para a descoberta de novas sementeiras de serviço edificante, através da visita aos irmãos mais sofredores do que nós mesmos e da aproximação com aqueles que se mostram inclinados à cooperação no progresso, a fim de praticarmos, mais intensivamente, o princípio do “amemo-nos uns aos outros”.


- Conforme a nossa atitude espiritual ante o Natal, assim aparece o Ano Novo à nossa vida.


- O aniversário de Jesus precede o natalício do Tempo.


- Com o Mestre, recebemos o Dia do Amor e da Concórdia.


- Com o tempo, encontramos o Dia da Fraternidade Universal.


- O primeiro renova a alegria.


- O segundo reforma a responsabilidade.


Comecemos oferecendo a Ele cinco minutos de pensamento e atividade e, a breve espaço, nosso espírito se achará convertido em altar vivo de sua infinita boa vontade para com as criaturas, nas bases da Sabedoria e do Amor.


Não nos esqueçamos.


Se Jesus não nascer e crescer, na manjedoura de nossa alma, em vão os Anos Novos se abrirão iluminados para nós.



Pelo Espírito Emmanuel, psicografia do médium Francisco Cândido Xavier do livro Fonte de Paz.

terça-feira, dezembro 14, 2010


LOUVOR DO NATAL


 
Emmanuel


Senhor Jesus!

Quando vieste ao mundo, numerosos conquistadores haviam passado, cimentando reinos de pedra com sangue e lágrimas.

Na retaguarda dos carros de ouro e púrpura com que lhes fulgia as vitórias, alastravam-se, como rastros da morte, a degradação e a pilhagem, a maldição do solo envilecido e o choro das vítimas indefesas.

Levantaram-se, poderosos, em palácios fortificados e faziam leis de baraço e cutelo, para serem, logo após, esquecidos no rol dos carrascos da Humanidade.

Entretanto, Senhor, nasceste nas palhas e permaneceste lembrado para sempre.

Ninguém sabe até hoje quais tenham sido os tratadores de animais que te ofertaram esburacada manta, por leito simples, e ignora-se quem foi o benfeitor que te arrancou ao desconforto da estrebaria para o clima do lar.

Cresceste sem nada pedir que não fosse o culto à verdadeira fraternidade.

Escolheste vilarejos anônimos para a moldura de tua palavra sublime...Buscaste para companheiros de tua obra homens rudes, cujas mãos calejadas não lhes favoreciam os vôos do pensamento. E conversaste com a multidão, sem propaganda condicionada.

No entanto, ninguém conhece o nome das crianças que te pousaram nos joelhos amigos, nem das mãos fatigadas a quem te dirigiste na via pública!

A História, que homenageava Júlio César, discutia Horácio, enaltecia Tibério, comentava Virgílio e admirava Mecenas, não te quis conhecer em pessoa, ao lado de tua revelação, mas o povo te guardou a presença divina e as personagens de tua epopéia chamam-se “o cego Bartimeu”, “o homem de mão mirrada”, “o servo do centurião”, “o mancebo rico”, a “mulher Cananéia”, “o gago de Decápolis”, “a sogra de Pedro”, “Lázaro, o irmão de Marta e Maria”.

Ainda assim, Senhor, sem finanças e sem cobertura política, sem assessores e sem armas, venceste os séculos e estás diante de nós, tão vivo hoje quanto ontem, chamando-nos o espírito ao amor e à humildade que exemplificaste, para que surjam, na Terra, sem dissensão e sem violência, o trabalho e a riqueza, a tranquilidade e a alegria, com bênção de todos.

É por isso que, emocionados, recordando-te a manjedoura, repetimos em prece:

- Salve, Cristo! Os que aspiram a conquistar desde agora, em si mesmos, a luz de teu reino e a força de tua paz, te glorificam e te saúdam!...


Pelo Espírito Emmanuel


Do livro Antologia Mediúnica do Natal , Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos

segunda-feira, dezembro 13, 2010



Nascimento especial

Momento Espírita
 




Todos os anos, os cristãos comemoram o Natal no dia 24 para 25 de dezembro. A história nos diz que Jesus, nosso Mestre, em verdade não nasceu nesse dia e aponta algumas datas prováveis, especificando dia, mês e ano.


Afinal, quando realmente terá nascido Jesus? E onde? Em Nazaré ou em Belém?


Se perguntarmos a Francisco de Assis o que ele sabe a respeito do nascimento de Jesus, ele nos responderá:


Jesus nasceu no dia em que, na praça de Assis, entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-Lo, pois sabia que Ele é a fonte inesgotável de amor.


Se indagarmos ao Apóstolo Pedro quando se deu o nascimento de Jesus, ele nos dirá:


Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifás, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu negava outra vez ao meu Mestre.


Foi nesse instante que minha consciência despertou para a verdadeira vida.


Se questionarmos a Joana de Cusa sobre onde e quando nasceu Jesus, ela nos falará:


Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, ouvi o povo gritar:


"Nega! Nega! Renuncia a Ele!"


E o soldado, com a tocha acesa, dizendo:


"Este teu Cristo te ensinou apenas a morrer?"


Nesse instante em que senti o fogo subir pelo meu corpo e eu pude, com certeza e sinceridade responder:


"Não me ensinou só isso. Ele também me ensinou a te amar."


Foi então que nasceu Jesus.


Se interrogarmos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus, a sua resposta será:


Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que me visitou o túmulo e ordenou-me:


"Lázaro! Levanta e vem para fora!"


Nesse momento, eu compreendi quem Ele era e Ele nasceu em mim.


Mas, o doutor da lei, Saulo, transformado em Paulo de Tarso, nos afirmará:


Jesus nasceu na estrada de Damasco, em pleno meio-dia, quando a luz que o envolvia me cegou e ouvi a Sua voz:


"Saulo, Saulo, por que me persegues?"


Foi aí que passei a enxergar um mundo novo e lhe disse:


"Senhor, o que queres que eu faça?"


A mulher samaritana, da cidade de Sicar, nos dirá que Jesus nasceu junto à fonte de Jacob, na tarde em que ela O encontrou e Ele lhe ofereceu a beber da água viva, que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas.


Naquela tarde, Fotina descobriu que Jesus era o Filho de Deus e modificou a sua vida.


Finalmente, Maria de Nazaré, sorrindo, nos falará que Jesus nasceu quando Se escondeu das estrelas nas sombras da Terra.


Quando O segurou pela primeira vez nos braços e sentiu que ali se cumpria a promessa de um novo tempo. Aquele menino, enviado por Deus, vinha para ensinar aos homens, seus irmãos, a Lei maior do amor.


* * *


Se já te permites banhar pelas claridades do Evangelho, permite que Jesus nasça em teu coração.


Deixa que as vibrações Dele te cheguem ao Espírito e espalha o perfume da Sua presença, na senda por onde avanças na busca da vida.


Refaze, mentalmente, o caminho percorrido, desde que a sinfonia da Boa Nova te alcançou e propõe-te a viver a mensagem do Mestre que é o teu Modelo e Guia, Jesus.


Então, Ele finalmente nascerá em ti.


Redação do Momento Espírita com base em texto atribuído a Vinícius (Pedro de Camargo) e no verbete Natal, do livro Repositório de sabedoria, v. 2, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Disponível http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2469&stat=0