quinta-feira, outubro 23, 2014

Acalma-te - Scheilla




Acalma-te

Scheilla


Evite a cólera.


A irritação agrava a enfermidade, desequilibra a mente, afeta o espírito negativamente.


Nos momentos de contrariedade, entrega-te à prece e faze o melhor ao teu alcance.


Se não podes, por teus meios, modificar a situação difícil, acalma-te e espera. Deus te vê e te conduzirá, por mãos intangíveis, à solução adequada.




XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Scheilla .

Não Desanime - André Luiz




Não Desanime

André Luiz


Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.


Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.


Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.


Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.



Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.


Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.


Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.


Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.


Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.


Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.





XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz.

quarta-feira, outubro 22, 2014

Na via pública - André Luiz






Na via pública

André Luiz



A rua é um departamento importante da escola do mundo, onde cada criatura pode ensinar e aprender.


Encontrando amigos ou simples conhecidos, tome a iniciativa da saudação, usando cordialidade e carinho sem excesso.


Caminhe em seu passo natural ou dentro da movimentação que se faça precisa, como se deve igualmente viver: sem atropelar os outros.


Se você está num coletivo, acomode-se de maneira a não incomodar os vizinhos.


Se você está de carro, por mais inquietação ou mais pressa, atenda as leis do trânsito e aos princípios do respeito ao próximo, imunizando-se contra males suscetíveis de lhe amargurarem por longo tempo.


Recebendo as saudações de alguém, responda com espontaneidade e cortesia.


Não detenha companheiros na vida pública, absorvendo-lhes tempo e atenção com assuntos adiáveis para momento oportuno.


Ante a abordagem dessa ou daquela pessoa, pratique a bondade e a gentileza, conquanto a pressa, freqüentemente, esteja em suas cogitações.


Em meio às maiores exigências de serviço, é possível falar com serenidade e compreensão, ainda mesmo por um simples minuto.


Rogando um favor, faça isso de modo digno, evitando assovios, brincadeiras de mau gosto ou frases desrespeitosas, na certeza de que os outros estimam ser tratados com o acatamento que reclamamos para nós.


Você não precisa dedicar-se à conversação inconveniente, mas se alguém desenvolve assunto indesejável é possível escutar com tolerância e bondade sem ferir o interlocutor.


Pessoa alguma, em sã consciência, tem a obrigação de compartilhar perturbações ou conflitos de rua.


Perante alguém que surge enfermo ou acidentado, coloquemo-nos, em pensamento, no lugar difícil desse alguém e providenciemos o socorro possível.



XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz.

terça-feira, outubro 21, 2014

A Grande Transição - Joanna de Ângelis




A Grande Transição

Joanna de Ângelis



Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.


O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.


Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.


Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.





Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação, de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.


Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de serem úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.


Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desíginios divinos.


Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes que estimulem ao avanço e à felicidade.


Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.


Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.


A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os no abismos da violência e da sensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.


Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...


A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.


... Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.


A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. 


Há, em toda a parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.


A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega de maneira espontânea, gerando lamentáveis consequências, que se avolumam em desaires continuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aqueles que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.


Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.


Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, selo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.


A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.


Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. 


Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.


Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. 


Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.


O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.


Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.









Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convição em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.


O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.


São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões. 


Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.


A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira de como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuidas pelo Sol da imortalidade.


Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.


A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.


As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.


Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição espiritual.


A dor momentânea que o fere, convida-o por outro lado, à observância das necessidades de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.


Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.


Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.





FRANCO, Divaldo Pereira pelo Espírito Joanna de Ângelis. Livro: "Jesus e Vida"- página 15.

segunda-feira, outubro 20, 2014

Tesouro Nem Sempre Valorizado - Orson Peter Carrara





Tesouro Nem Sempre Valorizado

 Orson Peter Carrara


 A maior felicidade que podemos desfrutar no cotidiano diário é a convivência com pessoas afins, com pessoas amigas de verdade. 


A juventude passa num instante, o dinheiro troca de mão e a saúde é sujeita às fragilidades próprias de nosso tempo.


 O que fica realmente são os sentimentos. 


E eles são sólidos quando construídos pela afeição verdadeira, sem interesses e onde prevalecem o respeito e a consideração real.


Pessoas afins são pessoas que amam e são amadas mutuamente. 


Por isso sente-se o prazer da convivência recíproca. 


Daí a razão de se buscarem, de se alimentarem emocionalmente porque significam autenticidade nos sentimentos.


Segundo o dicionário, amigo é pessoa que quer bem a outra, defensor, protetor. Já a palavra amizade é definida como o sentimento de amigo, afeto que liga as pessoas, reciprocidade do afeto, benevolência, amor.


Já se disse que quem tem um amigo, tem um tesouro. 


E pesquisas recentes indicam que ter amigos aumenta o tempo de vida e protege a saúde contra doenças, especialmente aquelas que afetam o coração. 


É que a convivência com amigos autênticos proporciona o incomparável prazer de estar com pessoas com quem não precisamos nos preocupar em como vamos nos portar, o que vamos dizer... 


Estar com amigos livra-nos do ambiente constrangedor de muitas vezes “pisar em ovos”. 


Com eles, somos nós mesmos, naturalmente.


Os amigos nos entendem, nos compreendem, nos aceitam. 


Como somos. 


E estes sentimentos são recíprocos. 


É aquela cumplicidade natural da reciprocidade do afeto. 


Mesmo que tenhamos de chamar a atenção ou sermos advertidos, em virtude de qualquer equívoco, isto será feito com jeito, sabendo abordar o assunto, sem magoar, sem constranger. 


É que entre amigos há um ingrediente fundamental para a boa convivência: o respeito mútuo.


Basta pensar que as causas dos atritos, desentendimentos e intrigas estão nas tentativas de imposição das ideias ou no desrespeito à liberdade de cada um. 


A amizade leal é a mais formosa modalidade de amor fraterno, segundo Emmanuel, consagrado autor. Por isso pensemos nos amigos! 


E reflitamos nos benefícios que este magno sentimento é capaz de espalhar onde se apresente. 


Antes, pois, de qualquer iniciativa, sejamos amigos uns dos outros, e sentiremos a vontade da convivência saudável de quem se quer bem...



Não podemos, todavia, esquecer o Amigo Incondicional da Humanidade: Jesus! 


Sempre presente na vida humana, poderia ter enviado um representante para a Terra, a fim de apresentar o Evangelho. 


Mas fez questão de estar pessoalmente entre nós, pelo amor fraternal e autêntica amizade que dedica a seus irmão ainda em processo evolutivo, lento e difícil. 


A amizade é mesmo um sentimento notável, virtude a ser cultivada, tesouro e fonte de imensas alegrias que precisamos valorizar e cultivar.


Meu abraço, pois, meu amigo, minha amiga!


*Orson Carrara, é medium, escritor e palestrante, participa de duas editoras, também é colaborador de O Consolador, escreve para a Rede Espírita, e participa de eventos espíritas em todo Brasil.
Email: orsonpeter92@gm

domingo, outubro 19, 2014

Rendimento - Emmanuel





Rendimento

Emmanuel


Leve auxílio que estendas:

Mais apoio a servir-te.

A esperança que espalhes

E uma estrela a esperar-te.

Dor que tires dos outros,

Prova de que te afastas.

Doar felicidade

É retrata-la em nós.

Olha a semente humilde

E a colheita dos frutos.

Todo bem rende o bem


Pelas contas de Deus.



XAVIER , Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel, “Deus Sempre”.

sábado, outubro 18, 2014

Renovação -Emmanuel





Renovação

Emmanuel


A árvore aceitou

Os desígnios da vida

Que lhe pediam serviço.

Mas, quando se acreditou

Definitivamente despojada,

Notou que a

Divina Providência

A revestiu de folhas

E flores novas,

Ao toque da primavera.



XAVIER , Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel, “Deus Sempre”.