quinta-feira, agosto 13, 2026

Extinção do Mal - Bezerra de Menezes

 




Extinção do Mal


Bezerra de Menezes

 

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.


Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.


Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.


A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.


A propósito, meditemos.


O Senhor corrige:


a ignorância: com a instrução;


o ódio: com o amor;


a necessidade: com o socorro;


o desequilíbrio: com o reajuste;


a ferida: com o bálsamo;


a dor: com o sedativo;


a doença: com o remédio;


a sombra: com a luz;


a fome: com o alimento;


o fogo: com a água;


a ofensa: com o perdão;


o desânimo: com a esperança;


a maldição: com a benção.


Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.


Simples ilusão


O mal não suprime o mal.


Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.


XAVIER, Francisco Cândido; BACCELLI, Carlos A. Espíritos Diversos. Brilhe vossa luz.Cap.21. Araras SP: IDE, 2007, 80 p.

 

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