quinta-feira, junho 25, 2020

Volta Jesus - José Grosso




Volta Jesus

   José Grosso


Volta JESUS, meu ser é todo anseio!
O mundo chora, há dor e abandono,
Luto e pesar de nos tirar o sono,
Tudo é carência, e em Ti somente creio.


Augusto Amigo, volve ao nosso passo,
Modificando o quadro de tristezas,
Extirpando as aflições e asperezas,
Unindo-nos, então, no Teu regaço.


Sublime Estrela, é Teu Natal de novo!
Ensina-nos a transformar o mundo
Na vivência do amor alvo e fecundo.


Habita uma vez mais a alma do povo.
O Teu retorno é esperança crescida,
Razão de intensa paz em nossa vida.



Por: José Grosso, Caso tenha ou possua, envie-nos a referência desse texto.

Roteiro- José Grosso





Roteiro

José Grosso


A paz não pode ser o descanso. É trabalho edificante, permanentemente.


Caridade não é somente dar, sem dar-se, e esse processo é o exemplo capaz de transformar quem o observa.


Perdão não pode ser formado apenas de palavras; é esquecimento das ofensas, no campo unificado da mente.


Coragem não é brutalidade; é encarar frente a frente os seus próprios problemas e resolvê-los...


Neste roteiro, podemos prosseguir avançando em todos os sentidos, encontrando a vida no céu do coração.



Por: José Grosso, Caso tenha ou possua, envie-nos a referência desse texto.

É a Guerra - José Grosso




É a Guerra

José Grosso

Quando no lar surge a desarmonia,
Se existe malquerença ou azedia,
Onde o gênio da sombra se aferra,
É a guerra...


Quando no trabalho profissional
Surge intriga ou inveja, estruge o mal,
Se o despeito a fraternidade enterra,
É a guerra...


Se a danação do orgulho ou da vaidade
Vive a espalhar torpe infelicidade.
Se esses tormentos a harmonia emperra,
É a guerra...


Se se abandona o ser quando criança,
Quando a mentira gera a desconfiança,
Quando ninguém se desculpa, quando erra,
É a guerra...


Se se converte o prato em munição,
Se há menosprezo pela educação,
Se a treva do cinismo envolve a Terra,
É a guerra...


Quando, ao invés de escola, houver prisão
Para deter quem, na perturbação,
Esqueceu-se do amor que o mal desterra,
É a guerra...


Ó caro irmão da peleja terrena,
Que se apavora com tudo o que ocorre
Na Terra, a ver tanta gente que morre,
Num mundo feito enlouquecida arena.


A guerra é tresloucado exibicionismo
Do atraso moral do espírito humano
Que, na rebeldia do cotidiano,
Segue a passos bem largos para o abismo.


Pense que tem responsabilidade,
Quando espalha energias em sua vida,
Pois pode espalhar sombra ou luz na lida,
E influir sobre o mundo, de verdade.


Guarde a certeza de que quando chora
E sofre o horror da loucura que explode,
Há muita bênção que do Céu o acode,
A livrá-lo da tormentosa espora.


Faça do amor sua rota e segurança,
Erguendo a paz nas trilhas em que vai.
Se o mundo desce em cada ser que cai,
Sobe com quem, em Deus, guarda a esperança.


Viva na paz de quem serve e trabalha,
Cauteloso e valente, com Jesus.
Ore e, confiante em Deus, forje sua luz,
Eis a regra formosa que não falha.



Por: José Grosso, Mensagem psicografada pelo médium Raul Teixeira, em 02.08.2006, na SociedadeEspírita Fraternidade, Niterói-RJ. Do site: http://www.raulteixeira.com.br/mensagens.php?not=220

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No Plano Carnal - Emmanuel





No Plano Carnal

Emmanuel


Isolado na concha milagrosa do corpo, o Espírito está reduzido em suas percepções a limites que se fazem necessários.


A esfera sensorial funciona, para ele, à maneira de câmara abafadora.


Visão, audição, tato, padecem enormes restrições.


O cérebro físico é um gabinete escuro, proporcionando-lhe ensejo de recapitular e reaprender.


Conhecimentos adquiridos e hábitos profundamente arraigados nos séculos aí jazem na forma estática de intuições e tendências.


Forças inexploradas e infinitos recursos nele dormem, aguardando a alavanca da vontade para se externarem no rumo da superconsciência.


No templo miraculoso da carne, em que as células são tijolos vivos na construção da forma, nossa alma permanece provisoriamente encerrada, em temporário olvido, mas não absoluto, porque, se transporta consigo mais vasto patrimônio de experiência, é torturado por indefiníveis anseios de retorno à espiritualidade superior, demorando-se, enquanto no mundo opaco, em singulares e reiterados desajustes.


Dentro da grade dos sentidos fisiológicos, porém, o espírito recebe gloriosas oportunidades de trabalho no labor de auto-superação.


Sob as constrições naturais do plano físico, é obrigado a lapidar-se por dentro, a consolidar qualidades que o santificam e, sobretudo, a estender-se e a dilatar-se em influência, pavimentando o caminho da própria elevação.


Aprisionado no castelo corpóreo, os sentidos são exíguas frestas de luz, possibilitando-lhe observações convenientemente dosadas, a fim de que valorize, no máximo, os seus recursos no espaço e no tempo.


Na existência carnal, encontra multiplicados meios de exercício e luta para a aquisição e fixação dos dons de que necessita para respirar em mais altos climas.


Pela necessidade, o verme se arrasta das profundezas para a luz.


Pela necessidade, a abelha se transporta a enormes distâncias, à procura de flores que lhe garantam o fabrico do mel.


Assim também, pela necessidade de sublimação, o espírito atravessa extensos túneis de sombra, na Terra, de modo a estender os poderes que lhe são peculiares.


Sofrendo limitações, improvisa novos meios para a subida aos cimos da luz, marcando a própria senda com sinais de uma compreensão mais nobre do quadro em que sonha e se agita.


Torturado pela sede de Infinito, cresce com a dor que o repreende e com o trabalho que o santifica.


As faculdades sensoriais são insignificantes réstias de claridade descerrando-lhe leves notícias do prodigioso reino da Luz.


E quando sabe utilizar as sombras do palácio corporal que o aprisiona temporariamente, no desenvolvimento de suas faculdades divinas, meditando e agindo no bem, pouco a pouco tece as asas de amor e sabedoria com que, mais tarde, desferirá venturosamente os voos sublimes e supremos, na direção da Eternidade.



XAVIER, Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel. Do livro Roteiro, capítulo 2.

ENCONTRO COM JESUS #24 | COMO CRIANÇA NO COLO DE JESUS | MEDITAÇÃO COM Y...

Vida Feliz CXLII - Joanna de Ângelis




Vida Feliz    CXLII

Joanna de Ângelis


As tuas necessidades reais não exorbitam a área das tuas posses.


Cada criatura nasce ou renasce dentro do esquema que lhe faculta as melhores possibilidades para ser feliz.


A inconformação e a rebeldia, porém, normalmente armam o indivíduo com ambição e violência que geram estados desditosos, mesmo quando ele consegue acumular excessos e quinquilharias a que atribui valores relevantes, exagerados.


Nunca faltariam os recursos para a sobrevivência humana, caso não houvesse nos corações o predomínio do egoísmo, da avareza e do desinteresse fraternal.




FRANCO, Divaldo Pereira pelo Espírito Joanna de Ângelis. Vida Feliz, p.185.

quarta-feira, junho 24, 2020

RECORDANDO O ESPÍRITO JOSÉ GROSSO: QUERIDO BENFEITOR ESPIRITUAL



José Grosso: Querido Benfeitor Espiritual


Entre as suas supostas diversas encarnações teria vivido na Germânia como Johannes, quando teve muito poder e autoridade era místico, rígido e disciplinado. 


Desencarnou por volta do ano 751.
*
Reencarnou na Holanda e como Adido Diplomático conviveu com a classe alta holandesa e com a corte de Francisco I, rei da França. 

Segundo informações da espiritualidade, consta que Jair Soares (diretor mediúnico de núcleo espírita já desencarnado) foi o Rei Francisco I. 

Com essa informação fica explicada a grande ligação entre os dois. 

Nesse período, José Grosso conquistou grandes amizades através de suas atividades diplomáticas.
*

No ano de 1896 em território brasileiro, nos recantos áridos do Ceará, em pequeno lugarejo próximo a Crato nasceu como José da Silva, tendo como pais Gerônimo e Francisca, pais de outros 8 filhos. 

No princípio da década de 1930 os rumores invadiram toda a vastidão do sofrido Nordeste. 

Miséria, seca, sofrimentos, falta de tudo nessa época alguns homens se apropriaram dos bens dos ricos para distribuí-los aos pobres isso empolgou muito o coração de José da Silva que em seu íntimo sonhava, como de resto todos os sertanejos nordestinos,  com uma terra de paz, sem fome e com a justiça amparando também os pobres e fracos. 

Essa turba de homens tinha como chefe Lampião. 

Animado por esses anseios, se integra ao grupo, por ocasião de sua passagem pela região de Orós (hoje município do estado do Ceará).
*
Mas com a convivência com o bando, José da Silva, então conhecido como José Grosso,  percebeu que eles extrapolavam nas suas aspirações. 

Em desacordo com as atitudes do grupo mudou seu comportamento, apesar de não delatar os companheiros de bando às autoridades policiais, passou a alertar as cidades que seriam invadidas para que as pessoas (especialmente mulheres e crianças) não fossem violentadas e assassinadas. 

Esse comportamento levou Lampião a perfurar-lhe os olhos com uma faca, vingando-se da traição sofrida. 

José Grosso perdido na mata com infecção generalizada desencarnou em 1936 aos 40 anos de idade sem ter notícia alguma de sete dos seus irmãos. 

Conhecia apenas o paradeiro de um único irmão, que hoje conhecemos como Palminha (também mentor espiritual da Fraternidade) – e que na época vivia o mesmo tipo de vida, mas pertencendo a outro grupo.
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Afirma-se que após o seu desencarne esteve algum tempo vagando em cegueira no plano espiritual sendo amparado pelo espírito Nina Arueira. 

Ficou por longos anos sob a orientação do Espírito Sheilla e de Joseph Gleber, que tiveram vínculos com ele na Germânia, e também sob a orientação do Espírito Glacus.
*
Em 1949, acontece sua primeira manifestação no  Centro Espírita Oriente e na casa de Jair Soares. 

Teria então afirmado serfolha caída dos ventos do Norte”

Também levado por Scheilla e Joseph começou a manifestar-se no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, através de alguns médiuns principalmente através do extraordinário médium de efeitos físicos conhecido como Peixotinho (Francisco Peixoto Lins).
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Desde então o Espírito José Grosso o “cangaceiro do bem”, vem cooperando em reuniões de efeitos físicos e também junto a vários movimentos espíritas integrando as hostes espirituais onde transitam outros espíritos benfazejos que viveram no sofrido.
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Espírito de muito sentimento e muito amigo é dedicado orientador na FEIG como mentor espiritual da tarefa da Sopa e da Creche Irmão José Grosso, na Fundação Espírita Irmão Glacus

Adaptação de relato feito pelo médium Ênio Wendling em reunião mediúnica



FONTE

FEIG .Disponível em <https://feig.org.br/2018/07/04/jose-grosso/>. Acesso : 24 JUN 2020.








Que nosso amado Benfeitor José Grosso interceda por nós junto ao Pai


José Grosso teve muitas andanças através de vários corpos. 


Teve poder e muita autoridade nas mãos, principalmente, a partir da Germânia. Contudo, era místico, rígido e disciplinado.

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Nessa época, José Grosso chamava-se Johannes e desencarnou por volta do ano 751.

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Em uma de suas encarnações foi seu irmão consanguineo o Irmão Palminha. 


José Grosso reencarnou novamente, na Holanda, como Adido Diplomático.


Conviveu com a classe alta holandesa e com a corte de Francisco I - rei da França.


Nesse período, José Grosso conquistou grandes amizades através de suas atividades diplomáticas.

*
Em território brasileiro, no ano de 1896, nasceu José da Silva, nos rincões áridos do Ceará, em pequeno lugarejo próximo a Crato. Seus pais, Gerônimo e Francisca, tiveram 9 filhos.


No princípio da década de 30, os rumores invadiram toda a vastidão do sofrido nordeste.

*
Miséria, seca, sofrimentos, falta de tudo.


Não mais as cortes e o mando relativo. 


Época em que alguns homens se apropriavam dos bens dos ricos para distribuí-los aos pobres.

*
Isso empolgou muito o coração de José da Silva, que em seu íntimo sonhava com uma "terra prometida", com mais paz, saúde e alimentação adequadas para todos. 

Essa turba de homens tinha como chefe Lampião. 


Na região de Orós, José Grosso, já adulto, integrou-se a esse grupo de anseios iguais aos seus, ou seja, ajudar aos seus semelhantes a qualquer custo.

*
Com a convivência com o bando, José da Silva percebeu que eles extrapolavam as suas aspirações. Percebeu que a maneira como agiam não era correta e sabendo das consequências desses atos, mudou seu comportamento.


Não delatou o grupo às autoridades, mas passou a informar as cidades que seriam invadidas para que mulheres e crianças fossem poupadas. 


Esse comportamento levou Lampião a perfurar-lhe os olhos à faca, vingando-se da traição sofrida.

*
José da Silva perdido na mata, com infecção generalizada, desencarnou em 1936 aos 40 anos de idade, sem ter notícia alguma de seus 7 irmãos. 


Conhecia o paradeiro de um único irmão - hoje Palminha - na época, viveu o mesmo tipo de vida, mas pertencendo a outro grupo.

*
Após seu desencarne, quando acordou no plano espiritual, tinha ao seu lado os espíritos de Sheilla e de seu antigo noivo, Joseph Gleber, que tiveram vínculos com ele na Germânia.


Doze anos depois, os espíritos Sheilla e Joseph Gleber levaram o espírito de José da Silva para o núcleo mineiro que se reunia na casa de Jair Soares. 


Lá ele manifestou-se pela primeira vez.

*
Em 1949, em suas primeiras comunicações, ele dizia _"ser folha caída dos ventos do norte"_.

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Também levado por Sheilla começou a manifestar-se no Rio de Janeiro, através de alguns médiuns e, principalmente, através do conhecido médium Peixotinho no Grupo Espírita André Luiz no Maracanã.


Lá no GEAL os espíritos José Grosso, Sheilla e Dr. Garcez manifestavam-se pelo Peixotinho nas reuniões de tratamento espiritual.

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Desde 1949, vem cooperando nas reuniões de efeitos físicos, junto ao GEAL e também aos movimentos espíritas.

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Que as bênçãos de nosso Divino Mestre possam ampararmo-nos e fortalecermo-nos cada dia mais.

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Relato feito pelo médium Ênio Wendling (da Fraternidade Espírita "Irmão Glacus", de Belo Horizonte-MG com a colaboração e relatos do médium capixaba Julio Cezar Ribeiro e de Ana Spranger Diretora de Divulgação do GEAL - Rio)



Receita-nos o amado José Grosso:

Dez gramas de juízo na cabeça.

Serenidade na mente.

Equilíbrio nos raciocínios.

Elevação nos sentimentos.

Pureza nos olhos.

Vigilância nos ouvidos.

Lubrificante na cerviz.

Interruptor na língua.

Amor no coração.

Serviço útil e incessante nos braços.

Simplicidade no estômago.

Boa direção nos pés.

Uso diário em temperatura de boa vontade.





Reflexões

Refletindo sobre a grandeza desse benfeitor espiritual, sentimos imensa gratidão e carinho pelas orientações que dele recebemos na nossa caminhada na Doutrina Espírita, através do mediunato da nossa tão saudosa, querida amiga e benfeitora Idalina da Costa Veiga através da psicografia.

Que Deus os abençoem, permeando de lindas flores espirituais o caminhar de ambos,  nas instâncias espirituais...