Pachelbel - Canon In D Major

terça-feira, junho 26, 2012

Quando os bons desejam... Momento Espírita



Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman 



Quando os bons desejam...


Você já se deu conta de como o mundo está mudando? E não é para pior, de forma alguma.


Embora as manchetes, todos os dias, nos cientifiquem da violência, da desonestidade de muitos, o mundo está caminhando para melhores dias.


Basta se atente para notícias não tão retumbantes mas que se encontram em jornais, revistas, na internet.


Como asseverou Jesus: Buscai e achareis.


Quem, portanto, deseja saber o todo que ocorre nesta aldeia global, procura e encontra verdadeiras pérolas.


Por exemplo, a informação de quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011.


Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.


Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005.


Tawakkul Karman, ativista iemenita e Leymah Gbowee, assistente social da Libéria.


Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.


Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.


Contra todas as expectativas, convenceu cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:


Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas. Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres.


Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.


Quando as mulheres lhe perguntavam: Por que devemos fazer alguma coisa? - ela rebatia:Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu. É o seu filho que está sendo alistado à força no exército.


Luta árdua, difícil.


Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.


De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.


E assevera: Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar.


Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar.


Outros, para ser grandes oradores.


Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo.


Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé.


Onde quer que estejamos, podemos nos levantar.


Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.


Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva da rede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.


Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.


Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita, com base em dados colhidos na entrevista Ela sonhou com a paz, de Dawn Raffel, de Seleções Reader´sDigest, de novembro de 2011 e no item 932 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb. Disponível em www.momento.com.br


Nenhum comentário:

Postar um comentário

“Deixe aqui um comentário”