Pachelbel - Canon In D Major

terça-feira, setembro 13, 2016

2. Liberdade De Escolha - Joanna de Ângelis


O pensamento divino concedeu-me liberdade de poder realizar todo bem que deseje.

Ser feliz ou desventurado é-me opção voluntária.

Sou escravo da lei, que me enseja progredir sem interrupção no tempo.

O que eu sou ou o que serei, depende de mim.

A inspiração superior nunca me falta, porém, sintonizar com ela será aspiração pessoal.

Construindo as estruturas existenciais na mente, torná-las-ei realidade no percurso carnal.










2.      Liberdade De Escolha

Joanna de Ângelis


És livre para imprimir na tua existência o padrão de felicidade ou de aflição com o qual desejes conviver.


A liberdade é lei da vida, que faz parte do concerto da harmonia universal.


Os imperativos inamovíveis e deterministas são vida e morte, no que diz respeito aos equipamentos orgânicos, mesmo assim, sob o fatalismo de incessantes transformações.


Submetido à ordem da ação, que desencadeia reações correspondentes, és o que de ti próprio faças, movimentando-te no rumo que eleges.


Há pessoas que preferem a queixa e a lamentação, armazenando o pessimismo em que se realizam.


Negociam o carinho que pretendem receber com as altas quotas de padecimentos que criam psiquicamente.


Ao lado de outras, que chantageiam os afetos, mediante a adoção de sofrimentos irreais, estabelecem como metas a conquista de atenções e carícias que lhes são sempre insuficientes, não se dando conta que, dessa forma, farão secar a fonte generosa que as oferece.


Ninguém se sente bem ao lado de criaturas que elegem o infortúnio como falsa solução para os seus conflitos existenciais.


Essa coação emocional termina por produzir amizades falsas, situações constrangedoras, mais insegurança.


Podes e deves ser feliz. 


Esta é a tua liberdade de escolha.


Se te encontras atrelado ao carro das aflições, porfia construindo o bem e te libertarás.


A dificuldade de agora é o efeito da insensatez do passado.


A vida renova-se a cada momento.


Situações funestas alteram-se para melhor, à semelhança de paisagens ensombradas que rapidamente vestem-se de Sol.


Não dês trégua à desdita, à ociosidade, aos queixumes.


És senhor do teu destino, e ele tem para ti, como ponto de encontro, o infinito.


Quem se desvaloriza e se desmerece e se invalida, fica na retaguarda.


É necessário que te envolvas com o programa divino. 


Todo aquele que se não envolve positivamente, nunca se desenvolve.


Se preferires sofrer, terás liberdade para a experiência até o momento em que te transfiras para a opção do bem-estar.


Desse modo, não transformes incidentes de pequena monta, coisas e ocorrências corriqueiras, em tragédias.


Ninguém tem o destino do sofrimento. 


Ele é resultado da ação negativa, jamais a causa.


Faze uma avaliação honesta da tua existência, sem consciência de culpa, sem pieguismo desculpista, sem coerção de qualquer natureza, e logo depois desperta para o que deves produzir de bom, de útil, de construtivo empenhando-te na realização da tua liberdade de ser feliz.




FRANCO, Divaldo Pereira pelo espírito Joanna de Ângelis. Momentos de saúde. Cap.2,1992, p.04.

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