Pachelbel - Canon In D Major

sábado, janeiro 05, 2013

As curas de Chico Xavier - Carlos A. Bacelli e Antônio Matte Noroefé






As curas de Chico Xavier

Carlos A. Bacelli




Contou-nos um casal amigo de Chico Xavier, o Sr. João Vicente Coelho e D. Anna, que, tempos atrás, estando na residência do médium em Uberaba, presenciou o seu encontro com um jovem japonês que, falando através de intérprete, lhe descreveu o fato acontecido com ele.



Sofrendo de leucemia e desenganado pelos melhores especialistas, o rapaz teve acesso a um vídeo do médium que o mostrava em ação no Brasil. 


Ao ver Chico atendendo à multidão e psicografando, foi ele tomado pela certeza íntima de que aquele homem, que nunca houvera visto antes, haveria de curá-lo.



Emocionado e diante de várias testemunhas em visita ao médium, o nipônico contou que, naquela mesma noite, o espírito do médium, acompanhado de dois outros desconhecidos para ele, esteve em sua casa, no Japão, e lhe impôs as mãos à altura da medula, chegando, inclusive a massageá-la diretamente.


Daquele dia em diante, ele começou a recuperar-se, e os exames feitos a posteriori surpreenderam os médicos, os quais o deram por curado!


Interessante é que, segundo a narrativa dos idôneos companheiros de ideal, uma senhora que, até então, tudo ouvia em silêncio, esperava para presentear o Chico com uma tela que lhe trouxera com a imagem de um dos nossos Benfeitores Espirituais.


Ao ser desembrulhado o presente, o moço curado da leucemia apontou para o quadro nas mãos do médium e, em lágrimas, identificou na figura do Dr. Bezerra de Menezes um dos outros dois espíritos que haviam intercedido em seu favor, a milhares de quilômetros!...


Então, com o desapego que lhe é característico, pedindo permissão à distinta doadora, Chico passou o quadro do Dr. Bezerra às mãos do rapaz e pediu-lhe que o levasse consigo para a Terra do Sol Nascente!




BACELLI, Carlos A. Do livro "Chico Xavier o apóstolo da fé".

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Em Busca da Cura - Palavras do Chico

Antônio Matte Noroefé





Existem pessoas que têm acorrido a todos os recursos terrenos e espirituais na esperança de uma cura para sua enfermidade, e não tendo resolvido seu problema, acabam chegando à descrença. Mesmo sem fé, muitas vezes ainda procuram você como um recurso. Essas pessoas podem chegar a receber uma cura?


Chico Xavier:


Acredito que, se a pessoa está no merecimento natural da cura, tenha ela fé ou não tenha fé, a misericórdia divina permite que essa criatura encontre a restauração de suas forças.


Isso em qualquer religião, ou em qualquer tempo; agora, os espíritos nos aconselham um espírito de aceitação. 


Primeiramente, em qualquer caso de doença que possa ocorrer em nós, em nosso mundo orgânico, o espírito de aceitação, torna mais fácil ao médico deste mundo ou para os benfeitores espirituais do outro, atuarem em nosso favor.


Agora, a nossa aflição ou a nossa inquietação, apenas perturbam os médicos deste mundo ou do outro, dificultando a cura. 


E podemos ainda acrescentar: que muitas vezes temos conosco determinados tipos de moléstias, que nós mesmos pedimos, antes de nossa reencarnação, para que nossos impulsos negativos ou destrutivos sejam amainados.


Muitas frustrações que sofremos neste mundo são pedidas por nós mesmos, para que não venhamos a cair em falhas mais graves do que aquelas que já caímos em outras vidas. 


Mas, como estamos num regime de esquecimento - como uma pessoa anestesiada para sofrer uma operação - então demandamos em rebeldia, em aflição desnecessária, exigindo uma cura, que se tivermos, será para nossa ruína, não para o nosso benefício.




Entrevista dada à Revista ‘Destaque’, em Outubro de 1977.Consta do livro “Chico Xavier - O Homem, o Médium e o Missionário”, escrito por Antônio Matte Noroefé, de Cacequi, RS.



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