Pachelbel - Canon In D Major

domingo, janeiro 06, 2013

Cargas Desnecessárias - Momento Espírita e Otimismo em Rede





Cargas Desnecessárias



Conta-se que um homem caminhava vacilante pela estrada. Em uma das mãos levava um tijolo e, na outra, uma pedra.


Nas costas carregava um saco de terra e do pescoço pendiam algumas vinhas.


Completando a inusitada carga, equilibrava sobre a cabeça pesada abóbora.


Sua figura chamava a atenção e um transeunte o deteve e lhe perguntou:


- Por que você carrega esta pedra tão grande?


O viajante olhou para a mão e comentou: Que estranho! Eu nunca havia notado que a carregava.


Assim dizendo, lançou fora a pedra, continuando sua marcha, sentindo-se agora bem melhor.


Mais adiante, outro transeunte, lhe indagou:


- Você parece muito cansado. Mas, por que carrega uma abóbora tão pesada?


Estou contente que me tenha perguntado.– falou o viajante. Eu nem havia notado o que estava fazendo comigo mesmo.


Então, jogou para longe a abóbora, prosseguindo a andar com passos mais leves.


Assim foi pelo caminho todo. Cada pessoa que ele encontrava, lhe falava de um dos pesos que ele levava consigo.


Por sua vez, o viajante os ia descartando, um a um, até se tornar um homem livre, caminhando como tal.


Seus problemas, acaso, eram a pedra, o tijolo, a abóbora? Naturalmente, não.


Era a falta de consciência da existência delas.


Quando as viu como cargas desnecessárias, lançou-as longe, liberando-se.


Esse é o problema de muitos de nós.


Carregamos a pedra dos pensamentos negativos, o tijolo das más impressões, a pesada carga de culpas por coisas que não se poderia ter evitado.






Penduramos ao pescoço a autopiedade, conceitos de punição e de que tudo está perdido, sem solução.


Não é de nos admirarmos, pois, que nos sintamos tão cansados, sem energia!


Portanto, hoje, verifiquemos se estamos carregando a carga da mágoa, o mármore do remorso, a lápide da culpa.


Seja um tijolo de recriminações ou uma grande pedra de queixas, lancemos tudo longe.


Aprendamos a nos libertar e sintamo-nos mais leves, seguindo pela estrada da vida como quem anda ao sol, em plena primavera, aspirando o ar das manhãs, enchendo pulmões e oxigenando o cérebro.


Desafoguemos o coração dos quilos de mágoa e vivamos lúcidos, perseguindo objetivos maiores.


Não culpemos a outrem pelo nosso desânimo e nosso cansaço.


Olhemos para nós mesmos, conscientizemo-nos das cargas desnecessárias, tomemos as devidas providências.







* * *


O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?

a. Pensamentos negativos.

b. Culpar e acusar outras pessoas.

c. Permitir que má impressões descansem na mente.

d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.

e. Autopiedade.

f. Acreditar que não existe saída.


Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia.


Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente.


Sigamos felizes, leves, conscientes, perseguindo metas de saber, luz, paz, felicidade.


Mantém a tua consciência desperta. 



Não te deixes consumir pelo desalento ou por qualquer sentimento de incapacidade.


Aprimora-te sempre. 


Ilumina-te sempre e trabalha para alcançares a felicidade, que tanto anseias.




Fontes:

Redação do Momento Espírita com base em história de autor desconhecido. Disponível em www.momento.com.br.

Otimismo em Rede. Disponível em http://www.otimismoemrede.com.

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